domingo, 20 de novembro de 2011

INGLATERRA TERÁ LEI QUE PRATICAMENTE OBRIGA OS TEMPLOS A ACEITAREM UNIÕES HOMOSSEXUAIS



No dia 5 de dezembro será revogada a lei que proíbe que as igrejas da Inglaterra celebrem uniões civis. O governo estima que cerca de 1500 homossexuais irão formalizar anualmente suas uniões em templos de diferentes religiões. A média de casamentos no país é de 5500 por ano. Lynne Featherstone, Subsecretária para a Igualdade, fez o anúncio depois de o primeiro-ministro David Cameronter declarado publicamente que acreditava nos casamentos gays e que o matrimônio era um “valor dos conservadores”.

A lei conhecida como está em vigor desde dezembro de 2005 no país e permite a união civil entre gays e lésbicas, dando os mesmos direitos que possuem os casais heterossexuais. Porém, ainda mantinha restrição de registros dessa união em lugares de culto. Estima-se que desde então, cerca de 40 mil casais do Reino Unido se beneficiaram dessa lei. Provavelmente muitos deles irão agora fazer a cerimônia religiosa. Embora a decisão do governo não obrigue as igrejas a realizar os casamentos, várias denominações cristãs anunciaram que estarão de portas abertas para os interessados.

Tanto quakers, como a Igreja Unitarista e muitos dos judeus progressistas já se preparam para a mudança da lei. A Igreja Católica inglesa parece dividida sobre a questão, assim como a Igreja da Inglaterra [Episcopal Anglicana]. Há grupos dentro de ambas que se dispõe a celebrar as uniões, mas existe resistência das alas mais conservadoras.

Ano passado, cinco bispos anglicanos escreveram uma carta aberta que foi publicada pelo jornal The Times. Eles defendiam que era injusto para os casais homossexuais não poderem contar com o reconhecimento da igreja uma vez que o direito civil já estava garantido. Desde que Gene Robinson foi nomeado bispo, mesmo sendo declaradamente gay, em 2003, a Igreja Anglicana vem debatendo mais acentuadamente a questão da homossexualidade. Em 2010, o arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, autoridade máxima da Igreja, concordou com a ordenação de bispos gays e anunciou medidas consideradas progressistas demais.

“Nosso governo está avançando para oferecer a igualdade para os que pertencem a grupos LGBT. Nenhuma confissão religiosa é forçada a aceitar, mas agora existe a opção para aqueles que desejarem fazer isso. Trata-se de um marco importante”, declarou Lynne Featherstone. O principal argumento do premiê Cameron é que os homossexuais precisam ter acesso aos mesmos direitos humanos fundamentais. Seu partido vinha perdendo apoio da comunidade gay e a decisão tem sido chamada pelos opositores do governo de populista. A mudança da lei garante que a partir de 5 de dezembro, as cerimônias realizadas nos templos religiosos serão feitas por sacerdotes (padres, pastores, rabinos e outros) com os mesmos ritos usados para casamentos tradicionais.
Fonte: O Verbo

NOTA: E isto não é "forçar as confissões religiosas"? Quem quisre invadir seus templos para se casar com alguém do mesmo sexo, mesmo que o templo represente uma confissão de fé que rejeite tal ato, não terá o aval do governo? Que tipo de "democracia" é esta, cujas soluções para grupos minoritários é a supressão total da vontade de grupos majoritários? Como pode haver democracia num ambiente em que os "direitos humanos" são reverenciados ao mesmo tempo em que os mesmos são vituperados? Este é a tendência geral do Ocidente. Este, infelizmente, é o sombrio horizonte que se delineia ante cada um dos que defendem sóbria e firmemente os princípios da fé cristã.

ONU quer nova moeda global para substituir o dólar


Em um relatório radical, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) disse que o sistema monetário e as regras do capital que ligam a economia mundial não estão funcionando corretamente, e foram os grandes responsáveis pela crise econômica. E acrescenta que o sistema atual, em que o dólar funciona como moeda de reserva mundial, deveria ser sujeito a uma reconsideração por atacado.

Embora países como China e Rússia têm sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, com o relatório da UNCTAD é a primeira vez que uma grande instituição multinacional tem manifestado tal posição [...]

"Substituir o dólar por uma moeda artificial resolveria alguns dos problemas relacionados ao potencial de grandes déficits dos países, e ajudaria a estabilidade", disse Detlef Kotte, um dos autores do relatório.

"Mas você também vai precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países deveriam manter taxas de câmbios reais (ajustadas pela inflação) estáveis. Os Bancos Centrais teriam de intervir, ou senão, uma instituição multilateral como o FMI lhes diria o que fazer" [...]

The Telegraph

NOTA Minuto Profético: Essa recomendação reduziria a identidade nacional (até mesmo a soberania) dos países e aumentaria a centralização do poder econômico nas mãos da elite ocultista mundial (e por tabela, do Vaticano). Traduzindo: CONTROLE, CONTROLE, CONTROLE... Por que será que as chamadas "instituições multilaterais" ou o próprio Vaticano nunca mencionam a real causa do problema econômico? Só não vê quem não quer...

sábado, 29 de outubro de 2011

População mundial chega a 7 bilhões de pessoas


A população mundial vai atingir a marca de 7 bilhões de pessoas na próxima segunda-feira (31), de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), que usou estimativas de demografia e selecionou a data de forma simbólica para debater o tema e discutir ideias de crescimento e sustentabilidade. O número será alcançado apenas 12 anos depois de um bebê nascido em Sarajevo ter sido nomeado pela ONU como o 6ª bilionésima pessoa a nascer, e 24 anos depois de o 5º bilionésimo ter nascido na Bósnia. Segundo o Departamento do Censo dos Estados Unidos, entretanto, o dado das Nações Unidas é precoce, e a população mundial é de “apenas” 6,97 bilhões no fim de outubro. A marca de 7 bilhões, segundo o dado dos demógrafos americanos, chegaria apenas em abril do próximo ano.

(G1 Notícias)

Nota: Tantas pessoas para serem alcançadas com a mensagem do evangelho... Precisamos, como igreja, mais do que nunca, da capacitação (leia-se reavivamento e reforma) do Espírito Santo para levar avante obra tão grandiosa e sobre-humana. Se Jesus ordenou que a fizéssemos, é porque é possível. Mas, sem Ele, nada podemos fazer. (Detalhe: sempre me chama a atenção o relativo equilíbrio entre a quantidade de homens e de mulheres. Quem ou o que regula isso?) [MB]

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Bento XVI inclui ateus na reunião de Assis



CIdade do Vaticano, Santa Sé, 25 Out 2011 (AFP) -O Papa Bento XVI vai incluir pela primeira vez, nesta quinta-feira, quatro ateus no encontro ecumênico de Assis, uma iniciativa original que leva sua marca e que torna concreta a prioridade de um diálogo entre fiéis e não crentes, entre "fé e razão".

A linguista francesa Julia Kristeva, o filósofo italiano Remo Bodei e o mexicano Guillermo Hurtado, o economista austríaco Walter Baier aceitaram o convite e vão se apresentar ao lado de bispos, pastores, imãs, rabinos e monges budistas, na cidade natal de São Francisco, por ocasião do 25º aniversário do encontro histórico organizado pelo Papa João Paulo II.

Julia Kristeva ficará encarregada de falar diante do Papa e dos demais religiosos.

O convite a personalidades ateias e ligadas à cultura será certamente mal recebido pelos cristãos fundamentalistas e expoentes de outras religiões, para quem essas quatro presenças desfiguram a dimensão estritamente religiosa da reunião em Assis.  

"Isto vem dele, é sua marca pessoal", disse à AFP o sacerdote católico francés Laurent Mazas, do Conselho Pontifício da Cultura. A decisão surpreendeu, inclusive, diversos cardeais.

Em 2009, o Papa havia adiantado à Cúria sua prioridade: "o diálogo com as religiões deve se ajustar ao diálogo com aqueles para os quais a religião é coisa estranha, para quem Deus é desconhecido, e entre os que não querem permanecer sem Deus".

Em julho, o secretário de Estado, Tarcisio Bertone, uma pessoa próxima a Bento XVI, opinou que os questionamentos legítimos dos ateus ajudam os crentes.

"Estamos convencidos de que a posição de quem não crê pode desempenhar um papel saudável para a religião como tal, ajudando, por exemplo, a identificar possíveis desvios ou falsificações", havia dito, em alusão a seitas e fundamentalismos que ameaçam todas as religiões.

Durante sua visita à Alemanha, em setembro, Joseph Ratzinger havia feito um elogio surpreendente aos "agnósticos, que não encontram a paz", "mais próximos do reino de Deus que os considerados fiéis rotineiros".

Para Mazas, "o Papa deseja eliminar a fronteira entre os dois mundos, sair da oposição dialética, onde apenas são lançados anátemas recíprocos".

De seu discurso de 2009 nasceu outra faceta deste diálogo: o "Pátio dos Gentios", em referência ao "Atrium Gentium" onde, no antigo templo de Jerusalém, os não judeus podiam dialogar com os judeus.

Vários encontros do "Pátio dos Gentios" já foram realizados, como o de Paris, em março - uma reunião com a França laica que havia indignado os católicos convictos.

O Conselho Pontifício da Cultura já planejou outros encontros com realizações em Tirana (Albânia), Barcelona (Espanha), Palermo (Itália), Praga (República Checa), Milão (Itália) e Nova York (Estados Unidos).

O diálogo com os não fiéis, explicou o padre Mazas, responde ao temperamento do Papa: um professor que gosta do confronto de ideias e quer mostrar que nada relativo à fé se opõe à razão. No entanto, para ele, um diálogo sadio se apoia no reconhecimento das diferenças.

O cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho da Cultura, está consciente de que o diálogo com intelectuais, que simpatizam com o cristianismo, possui alcance limitado, porque está longe de alcançar a imensa "zona cinzenta" dos que ignoram a fé e dos que simplesmente são indiferentes".

Fonte - BOL  

Nota DDP: Interessante face do ecumenismo proposto por este pontificado, que de forma a estabelecer pontes, inclusive com os incrédulos, mas a finalidade é explícita: "seitas e fundamentalismos que ameaçam todas as religiões". Os inimigos comuns eleitos por BXVI, o que certamente será seguido pelos seus neo "simpatizantes", serão aqueles que não se alinharem ao senso comum proposto pela religião oficial.



(DiariodaProfecia)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Vaticano elabora plano de reforma econômica mundial

O Vaticano anunciou [na] quarta-feira (19) ter preparado um documento para a reforma do sistema financeiro internacional no qual convoca a criação de uma “autoridade pública com competência universal”. O documento será apresentado na segunda-feira à imprensa e foi elaborado pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz, liderado pelo cardeal africano Peter Kodwo Appiah Turkson. “A reforma do sistema financeiro internacional na perspectiva de uma autoridade pública de competência universal” é o título do documento, que ainda não teve seu conteúdo divulgado. O Vaticano apresenta assim propostas concretas perante a crise econômica e social que afeta o mundo desde 2008.

Bento XVI se pronunciou em diversas ocasiões a favor de uma “intervenção pública” e denunciou o sistema econômico atual e suas consequências sobre os setores mais pobres da população, em particular os camponeses. “A crise financeira mundial demonstrou a fragilidade do sistema econômico atual e das instituições a elas conectadas”, declarou o Papa em abril.

Para o chefe da igreja, é “um erro considerar que o mercado é capaz de se autorregular, sem a necessidade de uma intervenção pública e semreferências morais internacionais”, escreveu. [...]

Em julho, o Papa condenou firmemente a “especulação financeira” com alimentos. “O quadro internacional e as frequentes preocupações causadas pela instabilidade, junto com o aumento dos preços dos alimentos, requerem propostas concretas e necessariamente unitárias para obter os resultados que os Estados não podem garantir individualmente”, ressaltou na época.

(Terra)

Nota: Escreva aí (ou melhor, nem precisa escrever, pois já está escrito há quase dois mil anos): os governos do mundo, em especial o dos Estados Unidos, ainda vão bater à porta do Vaticano em busca de ajuda. As crises edescontentamentos populares estão deixando claro que as pessoas já não mais aguentam as injustiças e desigualdades dos sistemas políticos que deveriam lhes garantir uma vida boa e tranquila. Quando tudo parece falhar (e adicionem-se ao “caldo” as tragédias “naturais”), o jeito é se voltar para a religião. Mas que religião? E quem seria essa “autoridade pública com competência universal”? E quem, por motivo de consciência, não puder obedecer aos ditames dessa autoridade que aparentemente virá para salvar o planeta? O cenário apocalíptico vai sendo montando, enquanto o povo faz chacota sobre o tema do fim do mundo, graças a um pastor maluco que anunciou o fim do mundo para maio e não se contentou em ficar quieto: anunciou-o novamente para hoje. Essas são apenas distrações satânicas para evitar que as pessoas se deem conta do que realmente está acontecendo nos bastidores do conflito entre o bem e o mal, cujo desfecho se aproxima rapidamente, afinal, crises têm o poder de acelerar medidas que, de outra maneira, levariam anos para ser implementadas.[MB]



(Criacionismo)

União civil entre homossexuais e adoções

Todos têm o direito de viver como bem entendem (desde que, no exercício dessa liberdade, não prejudiquem a outros). Mas não têm o direito de distorcer conceitos/instituições para encaixá-los em sua visão de mundo e estilo de vida. É o caso do “casamento” entre homossexuais. Ninguém (ainda que discorde disso) pode impedir homossexuais de se unirem civilmente. É um direito deles/delas. União civil, vá lá. Mas casamento? Segundo a Bíblia e a Constituição do nosso País, casamento é a união entre um homem e uma mulher, união esta que possibilita a perpetuação da espécie por meio da reprodução. Nem mesmo a poligamia islâmica pode ser considerada casamento, pelo menos não do ponto de vista bíblico, segundo o qual um homem foi criado para uma mulher a fim de que os dois pudessem se tornar, depois de unidos (casados), uma só carne (relação sexual). Os casos de poligamia relatados na Bíblia sempre foram contrários à vontade de Deus.

Os homossexuais têm direito de se unir, ok. Mas têm o direito de fazer o que estas duas lésbicas estão fazendo? (leia aqui)

Que direito têm elas de determinar o futuro desse menino dessa maneira? Onde estão os defensores dos direitos humanos numa hora dessas? Ou o medo de ser considerados homofóbicos se sobrepõe à defesa até mesmo dos direitos das crianças e dos adolescentes? Ateus como Richard Dawkins (que doutrinam crianças) esbravejam contra o ensino religioso de crianças, o que consideram uma agressão contra elas, por privarem-nas (na concepção deles) da liberdade de escolha. Por que não levantam a voz contra casos como esses das lésbicas da Califórnia? Seria pelo fato de que bater em cristãos pacíficos é mais fácil do que se indispor com a militância gay?[MB]

(Criacionismo)

"Ecumenismo é prioridade deste Pontificado"


'O ecumenismo é "absolutamente" uma prioridade deste Pontificado. "O Papa o reiterou desde o dia da sua eleição. De fato, pode-se dizer que o Santo Padre exerce, desde então até hoje, umprimado ecuménico", ressalta o presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Cardeal Kurt Koch, numa longa entrevista concedida ao diário francês "La Croix", nas vésperas do Encontro de Assis 2011, conforme reporta a agência católica Sir.

O Cardeal Koch fala de um "primado ecuménico" do Papa no "diálogo do amor e no diálogo da verdade", e isso é testemunhado pelo fato de "numerosos protestantes, anglicanos, ortodoxos desejarem encontrá-lo, falar e aprofundar a sua relação com ele".


"O Papa deseja um aprofundamento espiritual do ecumenismo e não uma negociação de tipo contratual, como se faz nos negócios", acrescenta. O purpurado detém-se sobre algumas questões ecumênicas. Em relação ao diálogo com as Igrejas ortodoxas, o Cardeal Koch observou que "diversidade no seio das Igrejas ortodoxas representa, por vezes, uma dificuldade para o progresso do diálogo. Eis o motivo pelo qual olhamos com muita atenção para a perspectiva de um futuro Sínodo pan-ortodoxo. Esse evento é desejável, uma vez que reforçaria uma sinodalidade prática e realista entre as Igrejas ortodoxas".

Em relação a um possível encontro entre o Papa e o Patriarca de Moscou e de todas as Rússias, o Cardeal afirma: "Pessoalmente, parece-me que a situação entre Moscou e Roma jamais tenha sido tão boa como hoje, no que tange à relação pessoal entre o Papa e o Patriarca. Eu mesmo disse ao Patriarca que, a meu ver, tal encontro seria um sinal da providência".

Por fim, o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos falou do Encontro de Assis: "Todas as Igrejas, todas as religiões e os agnósticos concordarão em dizer que a irmã das religiões não é a violência, mas a paz. Bem sabendo que se trata de um Dia de reflexão e de oração, e não de uma oração comum".

Fonte: Canção Nova 

Para os mais distraídos, ecumenismo é, basicamente, um processo onde se busca unidade. Especificamente, é o termo aplicado aos esforços para união entre as igrejas cristãs. Para os mais atentos, sabem que isto é apenas mais um cumprimento profético...
"As igrejas protestantes, tendo recebido as doutrinas que a Palavra de Deus condena, expô-las-ão e as imporão sobre a consciência do povo, assim como as autoridades papais forçaram seus dogmas sobre os advogados da verdade no tempo de Lutero. A mesma batalha será travada novamente, e toda pessoa será chamada a decidir de que lado do conflito se encontrará." (Manuscrito 100, 1893)

"A passos rápidos aproximamo-nos desse período. Quando as igrejas protestantes se unirem com o poder secular para amparar uma religião falsa, à qual se opuseram os seus antepassados, sofrendo com isso a mais terrível perseguição, então o dia de repouso papal será tornado obrigatório pela autoridade combinada da Igreja e do Estado. Haverá uma apostasia nacional que só terminará em ruína nacional." (Manuscrito 51, 1899)
o que acontecerá quando esta união for - sim, porque será mesmo! - concretizada?
"As organizações religiosas que recusam ouvir as mensagens de advertência da parte de Deus estarão sob forte engano, e se unirão com o poder civil para perseguir os santos. As igrejas protestantes se unirão com o poder papal para perseguir o povo de Deus que guarda os mandamentos." (Eventos Finais, p. 145).
Um outro aspeto que se evidencia é que Roma está a agir simultaneamente em várias frentes. Não se tem limitado a uma única esfera de ação, mas desenvolve iniciativas nos mais variados âmbitos: religioso, social, económico, financeiro, [ambiental] etc.. Depreende-se claramente daqui a construção de uma proposta que se pretende, pelos autores, sustentada, credível e tida como viável e a melhor para toda a sociedade.

E, como argumento subjacente a todos estes esforços está, mesmo que tal não seja declarado, o "bem comum" que Roma gosta de alegar. Sendo que, nós sabemos que isso émais um "bem próprio"...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

«Sinais inquietantes» exigem diálogo pela paz



Lisboa, 25 out 2011 (Ecclesia) - Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional de Cultura, considera que o encontro inter-religioso pela paz que o Papa convocou para quinta-feira, em Assis (Itália), pode ajudar a responder a “sinais inquietantes”, “desde a violência à crise financeira”.


“O tema da paz mantém a sua atualidade e tornou-se porventura ainda mais premente. E o diálogo entre as culturas e as religiões é uma das chaves para superarmos a grave situação internacional em que vivemos”, escreve, em texto hoje publicado pelo semanário Agência ECCLESIA.


Por iniciativa do atual Papa, a cidade de Assis, terra natal de São Francisco (1182-1226), vai acolher um novo encontro mundial de líderes religiosos “pela justiça e a paz”, à imagem do que fez João Paulo II em 1986.


“Bento XVI, quando renovar o gesto de há vinte e cinco anos nestes dias de outubro de 2011, procurará, assim, dar passos concretos de entendimento e diálogo, lembrando que a responsabilidade das pessoas, políticos e cidadãos, de boa vontade, à luz da esperança cristã e ecuménica, deve ter consequência na história humana”, assinala Guilherme d’Oliveira Martins.


Frei Isidro Pereira Lamelas, da Ordem dos Frades Menores (Franciscanos), fala no “Espírito de Assis”, sublinhando que o mesmo “poderá ter até outros nomes, mas não muitas alternativas”.


“Não existe um caminho para o diálogo: o caminho é o diálogo; assim como não há uma via para a paz: a via é a própria paz”, aponta o religioso.


Isabel Bento, da Comunidade de Santo Egídio (Igreja Católica), sublinha o facto de, neste encontro, haver espaço para “os não crentes” junto de representantes das “grandes religiões mundiais”.


“Para os crentes, este é quase um diálogo mais difícil do que aquele entre as diferentes religiões, e colocá-lo no mesmo patamar, mostra a maturidade da ‘vida adulta’ do diálogo”


O Vaticano anunciou a presença de 17 delegações das Igrejas cristãs do Oriente - incluindo o Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla (Igreja Ortodoxa) -, 13 Igrejas ocidentais – com a presença do primaz anglicano, arcebispo Rowan Willams -, uma representação do Grão Rabinato de Israel (judaísmo), 48 muçulmanos e mais de outros 120 representantes de diversas tradições religiosas, para além de quatro professores europeus “que se professam como não crentes”.


Frei Vítor Melícias, responsável máximo pela Ordem dos Frades Menores em Portugal, refere à ECCLESIA que a ocasião vai ser marcada por “diversas iniciativas”, destacando a presença no dia 27, na Mesquita de Lisboa, para levar “um abraço da fraternidade” aos “irmãos muçulmanos”.


“É absolutamente necessário [celebrar o encontro de Assis] porque é uma das mensagens proféticas do grande Papa João Paulo II. Ele entendeu aquilo de que o mundo precisa: que os povos dialoguem, se abracem, se entreajudem no respeito pelas legítimas diferenças de religião, de cultura”, acrescenta.


Para o religioso franciscano Agostino Sposito, da Itália, o “ato profético” de João Paulo II continua a revestir-se de “grande atualidade”, para que os líderes religiosos possam “encontrar em conjunto a estrada para a verdade, que é o caminho para a paz”.


Os países representados em Assis vão ser mais de 50, entre os quais Egito, Paquistão, Jordânia, Irão, Arábia Saudita e outros que, segundo o Vaticano, “são talvez dos que mais sofrem neste momento histórico por causa dos problemas da liberdade religiosa”.


(ecclesia)

“Deus e pátria” guiam visão de candidatos republicanos

Desde sua independência em 1776, os Estados Unidos estiveram marcados por valores judaico-cristãos, mas, com a proximidade das eleições de 2012, o ideal de “Deus e pátria” parece guiar a visão de governo dos candidatos presidenciais republicanos. A ex-governadora do Alasca, Sarah Palin, o ex-governador de Massachusetts, Mitt Romney, e o governador do Texas, Rick Perry, deixaram claro que acreditam que seus passos estão guiados, principalmente, pela força divina. Desde 2008, Sarah flerta com a ideia de se lançar na disputa das eleições presidenciais, mas essa hipótese foi descartada no último dia 6 de outubro. A ex-governadora do Alasca anunciou que, após “estudar seriamente a proposta e fazer muitas orações”, não disputará as eleições de 2012.

Sarah, que era a vice de John McCain na última campanha presidencial, perdeu a oportunidade de chegar à Casa Branca, porém, permanece no cenário público, onde faz constantes referências à Bíblia e ao lema “Deus e pátria”. Aliás, esse é o principal lema do movimento conservador Tea Party.

Durante o primeiro discurso sobre sua política externa, Romney afirmou que “Deus não criou este país para ser uma nação de seguidores”. Segundo Romney, o destino dos EUA é “liderar o mundo”. Falar de Deus e de sua fé é algo praticamente natural para qualquer líder político no país. Desde os discursos do presidente Barack Obama até o de um aspirante a vereador, a conclusão é uma só: “Que Deus abençoe América.”

Afinal de contas, embora a Constituição separe a Igreja e o Estado, a própria Declaração de Independência, de 1776, faz referência ao “Criador”. Segundo algumas pesquisas, mais de 90% dos americanos afirmam acreditar em Deus e, como eleitores, esperam que seus líderes políticos sejam homens e mulheres “de fé”. [...]

Na semana passada, o senador independente Joseph Lieberman, um dos 31 judeus no Congresso, lembrou em um fórum de Nova York que o governo foi formado para “resguardar os direitos outorgados por Deus”. O senador de Connecticut celebra a relação “sublime e séria” da religião e a democracia nos EUA porque, segundo sua opinião, foi uma força catalisadora “para o bem” da vida nacional.

“Alguns dos grandes movimentos de consciência nos EUA surgiram das convicções de religiosos, e utilizam a linguagem e a liturgia da fé” para mobilizar suas bases, assinalou. Se a aparente religiosidade dos americanos já foi retratada no século 19 na obra prima do célebre historiador francês Alexis de Tocqueville, A Democracia na América, no século 21, a fé é uma constante na política republicana.

A situação pode ser comprovada com a chamada “Cúpula dos Eleitores com Valores”, realizada na semana passada para reunir em Washington os grupos da direita religiosa do país. Em 2008, durante um programa da emissora Fox News, Sarah Palin disse que se deixaria guiar por Deus para decidir sobre sua eventual candidatura presidencial. Aparentemente, Palin deve ter escutado o sussurro de Deus: “não concorra”.

(Terra)

Nota: Caso um candidato republicano desses chegue à presidência dos Estados Unidos, poderemos ver mais uma vez fortalecido o espírito messiânico da superpotência e um fortalecimento das discussões em torno de temas religiosos. A julgar pelo descontentamento popular com os rumos da economia e com a política nacional, não será muito difícil para os republicanos elegerem o próximo presidente norte-americano.[MB]



(Criacionismo)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Crianças de até dois anos são as mais prejudicadas com a TV


Desde que a televisão virou o protagonista das salas de estar do mundo inteiro, há crianças pequenas que deixam de fazer brincadeiras à moda antiga para passar horas em frente à tela. Um grupo de pediatras americanos alerta: isso pode ser muito nocivo para os pequenos.
O foco da pesquisa é em crianças abaixo de dois anos, ou seja, a primeira infância. Nos Estados Unidos, isso tem se mostrado um problema alarmante. Dentre as crianças americanas de até dois anos de idade, 90% já têm o hábito de assistir alguma mídia, dentre as quais a televisão ainda reina. Um terço das crianças de até três anos já dispõem de uma TV no próprio quarto.
Quem fez essa pesquisa foi a Academia de Pediatria dos EUA. Logo de início, a instituição já declara algo para fazer os pais pensarem: existe a ideia de que os programas de TV infantis auxiliam no aprendizado das crianças, mesmo tão jovens, mas eles garantem que isso jamais foi comprovado totalmente.
Os médicos vão ainda mais longe, afirmando que a simples existência da TV na sala ou no quarto já pode ser um problema. Isso acontece, basicamente, porque o aparelho de TV distrai a atenção total da criança de brincadeiras mais lúdicas e saudáveis. Além disso, pode distrair os próprios pais nos momentos em que brincam com os filhos, o que evita que haja interação total entre o adulto e a criança.
Os estudos na área, em geral, apresentam resultados variados. Já houve pesquisas que enaltecem alguns benefícios da televisão a crianças, nas quais se afirma que a telinha pode desenvolver a linguagem e as habilidades sociais dos pequenos.
Os pediatras dos EUA não negam isso, mas dizem que o benefício não se aplica a crianças tão novas. Segundo eles, é preciso que a criança preste atenção e entenda pelo menos a maior parte do que acontece na tela para que realmente haja melhora nesses indicadores. E isso, segundo eles, é uma impossibilidade antes de a criança completar dois anos. Isso ficou comprovado em outra pesquisa, na qual as crianças abaixo de dois anos assistiam a um programa mesmo que passasse de trás para frente, e apenas as mais velhas notavam que havia algo errado.
A receita para minimizar os problemas é clássica: os pais devem impor limites. Em atitudes simples, como desligar a TV se ninguém estiver assistindo, já se consegue um ganho em relação a isso. Para os pais participarem mais da educação de crianças pequenas, devem dar preferência a jogos recomendados por pedagogos, e direcionados para a idade da criança

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Algo de diferente está acontecendo no mundo

Com tantos protestos sociais espontâneos irrompendo por toda parte, desde a Tunísia até Tel Aviv e Wall Street, é evidente que existe algo ocorrendo globalmente que necessita de definição. Estão em circulação duas teorias unificadoras que me intrigam. Uma delas diz que isso é o início da “Grande Ruptura”. A outra afirma que tudo o que está ocorrendo faz parte da “Grande Mudança”. Você decide. Paul Gilding, ambientalista australiano e autor do livro The Great Disruption (A Grande Ruptura), argumenta que essas manifestações se constituem em um sinal de que o atual sistema capitalista obcecado com o crescimento está atingindo seus limites financeiros e ecológicos. “Eu vejo o mundo como um sistema integrado, de forma que não enxergo esses protestos, a crise da dívida, a desigualdade, a economia ou a mudança climática de forma isolada. O nosso sistema está passando por um processo doloroso de ruptura”, afirma Gilding. E é isso o que ele quer dizer com o termo Great Disruption. “O nosso sistema de crescimento econômico, de democracia inefetiva, de sobrecarga do planeta Terra – o nosso sistema – está devorando a si próprio vivo. 


O movimento Occupy Wall Street (Ocupar Wall Street) é como aquela criança da história dizendo aquilo que todos sabem, mas têm medo de dizer: o imperador está nu. O sistema está falido. Pensem sobre a promessa do capitalismo global de mercado. Se deixarmos o sistema funcionar, se permitirmos os ricos ficarem mais ricos, se deixarmos que as corporações se concentrem nos lucros e que a poluição continue ocorrendo sem taxação e contestação, todos teremos uma vida melhor. 
Pode ser que a riqueza não seja igualmente distribuída, mas os pobres ficarão menos pobres, aqueles que trabalharem mais arduamente conseguirão empregos, os que estudarem mais obterão empregos melhores e nós contaremos com riqueza suficiente para consertar o meio ambiente. “Mas o que estamos presenciando agora – de forma mais extrema nos Estados Unidos, mas basicamente no mundo inteiro – é a maior de todas as quebras de promessas”, acrescenta Gilding. “Sim, os ricos estão ficando mais ricos e as corporações estão lucrando – e os executivos delas são regiamente recompensados.


 Mas, enquanto isso, a situação do povo está piorando – a população está se afogando em dívidas referentes à casa própria ou à educação –; muita gente que trabalhou duro está desempregada; muitos que estudaram bastante não conseguem obter um bom emprego; o meio ambiente está sendo cada vez mais danificado; e as pessoas estão percebendo que os seus filhos ver-se-ão em uma situação ainda mais difícil do que os pais.” “Esta onda particular de protestos poderá crescer ou não, mas o que não desaparecerá é a ampla coalizão daqueles indivíduos para os quais o sistema mentiu e que agora acordaram. Não são apenas os ambientalistas, os pobres, ou os desempregados.

É a maioria das pessoas, incluindo aquelas da classe média com alto nível educacional, que estão sentindo na pele os resultados de um sistema que fez com que todo o crescimento econômico registrado nas últimas três décadas fosse parar no bolso da parcela de 1% da população que ocupa o topo da pirâmide de distribuição da riqueza.” [...] 
 (UOL) 


 Nota: “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder” (previsão do apóstolo Paulo na segunda carta a Timóteo 3:1-5). O livro de Tiago também já anunciava a luta entre o capital e o trabalho e as injustiças sociais (Tg 5). E o 


Apocalipse prevê que Jesus voltará quando o ser humano estiver destruindo a Terra (Ap 11:18). Para quem conhece as profecias bíblicas, esse “algo diferente” que está acontecendo com o mundo não causa espanto. Algo maravilhoso virá depois do “diferente”.[MB] 


 (Criacionismo)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O mundo em agitação

15/11/2011
"As nações estão agitadas. Tempos de perplexidade se acham diante de nós. O coração dos homens está desmaiando de terror das coisas que sobrevirão ao mundo" (The Signs of the Times, 9 de outubro de 1901).

"Estranha e momentosa história está sendo registrada nos livros do Céu - eventos que, segundo foi declarado, precederiam de perto o grande dia de Deus. Tudo no mundo está em agitação" (Manuscript Releases, v. 3, p. 313).

"Estamos na iminência de importantes e solenes acontecimentos. Cumprem-se as profecias. Uma estranha e acidentada história está sendo registrada nos livros do Céu. Tudo em nosso mundo se mostra em estado de agitação" (Testemunhos Seletos, v. 2, p. 369).

Veja de seguida como tudo isto se comprovou no dia de hoje.



Roma, Itália

Atenas, Grécia

Bruxelas, Bélgica

Berlim, Alemanha

Porto, Portugal


(TempoFinal)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Indignados de todo el mundo protestarán juntos el 15-O



(¡ATENCIÓN A LO DE "REVOLUCIÓN ÉTICA" QUE DICE LA CONVOCATORIA!, ¿OS SUENA A ALGO?)

Cientos de convocatorias respaldan el 15-M por todo el planeta bajo el lema 'Unidos por el cambio global'
Un total de ocho marchas 'indignadas' confluirán este sábado en la plaza de Cibeles sobre las 18 horas para dirigirse de forma conjunta hacia la Puerta del Sol y volver a mostrar su indignación como parte de la 'Revolución Global' convocada en ciudades de Europa, América, Asia y Oceanía.

Así, bajo el lema 'Unidos por el cambio global', el movimiento de protesta de los 'indignados' magnificado a raíz de las movilizaciones del pasado 15 de mayo volverá a salir de la calle, aunque en esta ocasión en todo el mundo.

A las más de 60 movilizaciones convocadas en España, en esta ocasión se realizarán ése mismo día marchas en Tokio, Buenos Aires, Santiago de Chile, Los Ángeles, San Francisco, Montreal, Sao Paulo, Sydney, Auckland, Kuala Lumpur, París, Roma, Helsinki, Copenhaghe, o Bruselas.
Del 15-M al 15-O

Una vez establecido el movimiento asambleario, se comenzó a trabajar para la convocatoria de una huelga general, con el día del 15 de octubre en el horizonte como fecha probable. Finalmente, el movimiento 'indignado' ha conseguido coordinar una movilización conjunta que será seguida en ciudades de todos los continentes del planeta, a excepción de África


La manifestación convocada en Madrid tendrá, con ocho frentes procedentes localizados en distintos puntos de la región, la misma forma que las 'Marchas contra la crisis' del pasado 19 de junio, la movilización más secundada por el movimiento 'indignado'.


Desde entonces, las sucesivas manifestaciones realizadas, como la de en defensa de los servicios públicos o contra la ley hipotecaria convocada por la Plataforma de Afectados por la Hipoteca (PAH) han reunido a un menor número de personas, por lo que los 'indignados' esperan con esta iniciativa 'revitalizar' la protesta.


Únicamente las movilizaciones en defensa de la Educación Pública y dirigidas contra los recortes en la enseñanza por parte de la Comunidad de Madrid, secundadas mayoritariamente por las asambleas y grupos de trabajo de los barrios del 15M y del movimiento de Sol, consiguieron manifestaciones al nivel de los días de mayo.


Precisamente, la plataforma 'Soy Pública' ha convocado a la 'marea verde' para ese mismo día a las 17 horas en Atocha para acudir juntos a la manifestación y así continuar con las protestas contra las Instrucciones para el nuevo curso escolar en la Educación Secundaria.


Las plataformas 'Democracia Real Ya' y 'Juventud Sin Futuro', impulsoras de varias de las marchas del movimiento 'indignado', apoyan la iniciativa global. La red 'Global Revolution' hace un llamamiento a las movilizaciones "pacíficas" del sábado, que tienen como fin, según señalan "la instauración y mejora de sistemas de gobierno democráticos y la defensa de los Derechos Humanos".

Nota: “Cambio Global”, “Revolución Global”, etc.
¿Por qué Cristo cuando se encontraba en este planeta, nunca jamás alzo la voz para condenar las injusticias y la tiranía que ejercían los potentados sobre las masas desposeídas, porque nunca hablo de revolución y lucho contra la pobreza exigiendo cambios sociales que transformaran al mundo?

El Maestro divino conocía los frutos que procedían de los corazones inconversos y que los hombres llamaban justicia, las cuales eran como trapos de inmundicia (Isaías 64:6). El Señor Jesús sabía que mientras existiera este orden social regido por el pecado, el mal y sus frutos de sus iniquidades permanecerían para siempre porque “engañoso es el corazón más que todas las cosas, y perverso, ¿quién lo conocerá?” (Jeremías 17:9), el único remedio capaz de aliviar las miserias de este mundo es el don otorgado por Dios de su Espíritu para regenerar los corazones de los hombres y guiarlos hacia el reino de Dios que esta entre nosotros.

Pero en cambio se luchó contra Él, se persiguió a sus mensajeros, y a su Verdad (Palabra) la hemos convertido en algo inútil que no tiene más valor que el de permanecer en el cubo de la basura, de ahí vemos que de las naciones avanzadas (UE-EEUU) que hoy se le exigen justicia e igualdad se han convertido en abanderadas de las doctrinas de Satanás con cientos de leyes contrarias al evangelio de Cristo, así que una vez que se ha expulsado del corazón de las sociedades occidentales la Palabra de Dios la anarquía se apodera de las masas descontentas iniciando así el conteo regresivo para la hora de prueba a los moradores de este mundo, dice la mensajera del Señor con respecto a este aspecto.

Bien podemos sentirnos alarmados por la crisis que está delante de nosotros. Se ha transgredido la Ley de Dios y el resultado se ve en la confusión y la anarquía que inundan el mundo. Se considera que las vidas humanas tienen poco valor. El espíritu de descontento se está extendiendo en forma desordenada.

Se destruyó a los habitantes del mundo de Noé debido a que, después de habérseles concedido un período de 120 años durante el cual elegir entre el bien y el mal, deliberadamente escogieron seguir caminos malvados. Fueron destruidos por el diluvio porque no aprovecharon la oportunidad que Dios les dio para arrepentirse y volver a El.

Ahora como entonces, antes de la gran destrucción del mundo por medio del fuego, se ha concedido un período de prueba y de gracia. Se da a los hombres la oportunidad de mostrar si serán o no leales a Dios. Satanás está tratando de hacer que los que están en posiciones de confianza busquen la regeneración del mundo mediante planes de su propia invención. Estos hombres quieren ser reformadores, pero fracasan porque no orientan sus esfuerzos de acuerdo con las instrucciones de Cristo. ¿Podrían ellos reformar a otros cuando no se reforman a sí mismos?. .” Alza Tus Ojos. 87.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

5 dicas para seu tempo Crescer +



Confira, a seguir, dicas do especialista em produtividade Christian Barbosa para planejar melhor sua rotina e fazer seu tempo Crescer Mais... 

 1. Limite suas horas de trabalho. Um erro frequente entre os empreendedores é acreditar que a energia para se dedicar ao negócio é ilimitada. “O empreendedor tem uma relação de paixão com o seu negócio, por isso tem dificuldade em limitar o tempo dedicado a ele”, diz Barbosa. O risco é acabar sacrificando a vida pessoal e até o negócio, já que uma hora o excesso de trabalho cobra seu preço. “É preciso estabelecer um limite de horas dedicadas à empresa por dia, que vai variar conforme as circunstâncias de cada um. Um empreendedor muito jovem, sem esposa ou filhos, pode ter mais tempo disponível que um mais maduro”, exemplifica. O importante é definir uma carga horária e tentar respeitá-la para garantir que o tempo reservado ao trabalho seja realmente produtivo.

2. Aprenda a delegar.  Muitos empreendedores acabam sobrecarregados de trabalho porque centralizam em suas mãos tarefas que poderiam ser delegadas. Saber dividir responsabilidades é um atributo importante de um bom líder. “Faça uma avaliação diária das tarefas operacionais que podem ser delegadas, assim você poderá se concentrar mais no que é estratégico para a empresa”, aconselha Barbosa. O especialista aconselha que o empreendedor reserve algumas horas do dia ou até mesmo um dia da semana para se dedicar apenas a pensar estrategicamente sobre o negócio.

3. Acabe com as interrupções.  Uma das principais causas por trás da perda de produtividade em um negócio são as frequentes interrupções. Segundo Barbosa, o empreendedor deve fazer um diagnóstico para identificar por que está sendo sempre interrompido. “Como dono do negócio, ele vai ser sempre muito solicitado. Mas se nada funciona sem ele, significa que há falhas na comunicação”, explica o consultor. Se as funções de cada funcionário e os processos necessários para o negócio funcionar estiverem claros, o empreendedor será menos requisitado e a empresa funcionará naturalmente, sem a necessidade de intervenções constantes.

4. Não seja refém dos meios digitais.  A checagem compulsiva da caixa de e-mail é outra fonte de desperdício de tempo. Determine horários para verificar o correio em vez de ficar acompanhando (e tentando responder) cada mensagem nova que chega. O mesmo vale para as redes sociais. “Delimite horários para entrar e desabilite as notificações por e-mail de novas fotos ou mensagens associadas ao seu perfil. Do contrário, a tentação de entrar toda hora é muito grande”, aconselha Barbosa.

5. Planeje sua rotina. Uma maneira eficaz de evitar distrações e otimizar o tempo é planejar o dia a dia com antecedência. “Planeje sempre três dias para frente. Coloque tudo na agenda para evitar o excesso de trabalho e o estresse”, recomenda Barbosa. Ter uma visão geral das próximas obrigações e compromissos é o primeiro passo para identificar e passar para frente tarefas que podem ser executadas por outros.
 
Mis. Walter Vinicius

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Aquecimento global é questionado. E o darwinismo?


Assim como fiz aqui no blog, o site Inovação Tecnológica repercutiu a conclusão da geógrafa Daniela de Souza Onça com respeito ao aquecimento global supostamente causado pelo ser humano (antropogênico). Na matéria, o site cita Daniela: “As hipóteses que afirmam a existência do aquecimento global e sua culpabilidade pelos eventos extremos não são teorias científicas solidamente estabelecidas, e sim saídas de modelos matemáticos do clima.” O texto diz mais: “A pesquisa Quando o Sol brilha, eles fogem para a sombra!: a ideologia do aquecimento global foi baseada na comparação entre as pesquisas produzidas pelas duas facções que se formaram, chamadas cética e aquecimentista, especialmente na leitura do quarto relatório do IPCC, de 2007. Daniela afirma que não foi encontrada, até hoje, nenhuma prova ou evidência de que o aquecimento do planeta esteja sendo provocado pelo homem. Para ela, tudo o que existe são resultados de modelos matemáticos do clima.”

“Muitas outras ‘provas’ são evocadas, como derretimento de geleiras, enchentes, furacões e secas. Mas tudo isso faz parte da variabilidade natural do sistema climático. Certamente, ocorreram eventos mais variáveis e intensos do que hoje ao longo de nossa história recente. A única ‘evidência’ são as saídas de modelos, mas quem disse que esses modelos representam adequadamente a realidade, ou que a representam suficientemente bem para sustentarmos o aquecimento global [antropogênico] com tanta segurança?”, questiona a doutora, e acrescenta: “Os modelos são baseados no conhecimento dos cientistas, que podem ser tanto insuficientes quanto incorretos.”

Segundo o Inovação Tecnológica, Daniela igualmente constatou que contrariar a hipótese do aquecimento global é, hoje, considerado um grave pecado contra o progresso da ciência e o futuro da humanidade. E o site recapitula os dias ruins para a ortodoxia que se criou em torno do tema: em meados de setembro, o Prêmio Nobel de Física Ivar Giaever desligou-se da Sociedade Americana de Física afirmando que os estudos do aquecimento global são pseudociência. Antes disso, a Sociedade já havia recusado uma revisão na posição sobre o assunto, solicitada por um grupo de 160 físicos, entre os quais o próprio Giaever.

E o texto termina assim: “Essa intromissão da política na ciência tem verdadeiramente impedido o prosseguimento da liberdade científica tão necessária para aumentar o conhecimento humano - a prova disso é que hoje é praticamente impossível conseguir publicar um artigo que não chegue às conclusões que a comunidade científica votou como consenso.”

Nota: Parabenizo mais uma vez o site Inovação Tecnológica por colocar o dedo na ferida e admitir algo que os “grandes” como a Folha de S. Paulo, por exemplo, nem sequer questionam: que o aquecimento global pode teroutra causa e não ser culpa do ser humano, e que há interesses políticos e religiosos por trás do assunto, embora ele seja apresentado como científico pela turma do Al Gore e os defensores do ECOmenismo. Essa matéria sobre a tese corajosa da Dra. Daniela me fez pensar em outra coisa: Se com dados atuais e relativamente mensuráveis os cientistas podem se deixar trair por ideologias pseudocientíficas, o que dizer de um modelo igualmente pseudocientífico que nem sequer pode contar com dados observacionais, já que seu objeto de estudo está ligado a um passado supostamente remotíssimo? Para tornar mais claro o que estou dizendo, vou parafrasear alguns trechos da reportagem acima.

Imagine que, em lugar de se referir ao aquecimento global antropogênico, Daniela estivesse tratando da macroevolução darwinista: “As hipóteses que afirmam a existência de ancestralidade comum entre todos os seres vivos e o surgimento da informação genética e da primeira célula por acaso não são teorias científicas solidamente estabelecidas, e sim saídas de filosofia naturalista e modelos matemáticos evolucionistas.” Daniela afirma que não foi encontrada, até hoje, nenhuma prova ou evidência de que mutações e seleção natural seriam responsáveis pelo acréscimo de informação genética ou mesmo o surgimento de novos órgãos funcionais e planos corporais. Para ela, tudo o que existe são resultados de modelos matemáticos e muita suposição baseada em evidências mínimas advindas da “microevolução” ou diversificação de baixo nível.

“Muitas outras ‘provas’ são evocadas, como a variedade morfológica e a resistência a antibióticos por parte das bactérias. Mas tudo isso faz parte da variabilidade natural dos seres vivos, cujas modificações ficam restritas a níveis taxonômicos baixos. A única ‘evidência’ são as saídas de modelos, mas quem disse que esses modelos representam adequadamente a realidade, ou que a representam suficientemente bem para sustentarmos a macroevolução com tanta segurança?”, questiona a doutora, e acrescenta: “Os modelos são baseados no conhecimento dos cientistas, que podem ser tanto insuficientes quanto incorretos.”

Segundo o Inovação Tecnológica, Daniela igualmente constatou que contrariar a hipótese darwinista é, hoje, considerado um grave pecado contra o progresso da ciência e o futuro da humanidade.

E o texto termina assim: “Essa intromissão da filosofia naturalista na ciência tem verdadeiramente impedido o prosseguimento da liberdade científica tão necessária para aumentar o conhecimento humano - a prova disso é que hoje é praticamente impossível conseguir publicar um artigo que não chegue às conclusões que a comunidade científica votou como consenso.”

A história e o padrão de comportamento de muitos se repetem, com sérios riscos para a democracia e o livre pensamento.[MB]

Leia mais: Nas páginas 32 e 33 de sua pesquisa sobre a visão editorial daVeja, o jornalista Ruben Dargã Holdorf, anos atrás, também contestava a posição dominante sobre a questão do aquecimento global. Confira aqui.



(Criacionismo)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Pré-candidato republicano diz que Deus quer que EUA comandem o mundo

pré-candidato republicano à eleição presidencial de 2012 nos Estados Unidos Mitt Romney declarou nesta sexta-feira (07/10/20011) que Deus criou os Estados Unidos para que o país liderasse o mundoe acusou o presidente democrata Barack Obama de enfraquecer voluntariamente o país.

Romney buscou fortalecer suas credenciais como potencial comandante-em-chefe das Forças Armadas, no momento em que as pesquisas o colocam em primeiro lugar nas intenções de voto entre os pré-candidatos republicanos e em forte disputa com Obama para a eleição de novembro de 2012.

"Deus não criou este país para que fosse uma nação de seguidores. Os Estados Unidos não estão destinados a ser um dos vários poderes globais em equilíbrio", disse Romney em seu discurso de campanha mais importante sobre política externa.

"Os Estados Unidos devem conduzir o mundo ou outros o farão", acrescentou, afirmando que o planeta seria mais perigoso se Washington não tivesse um papel de liderança. O pré-candidato republicano pronunciou este discurso no aniversário de dez anos do início da intervenção americana no Afeganistão.

"Deixem-me ser claro: como presidente dos Estados Unidos, eu me dedicarei a um século americano", afirmou.

"Nunca, jamais, pedirei perdão em nome dos Estados Unidos", afirmou Romney rodeado por cadetes do Citadel, um colégio militar da Carolina do Sul. (...)

Fonte: Folha (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: Mitt Romney mistura acerto com desconhecimento:

a) sim, os Estados Unidos comandam o mundo em várias frentes; não, não necessariamente porque Deus quer, mas porque Ele anunciou que assim seria.

b) sim, os Estados Unidos conduzirão o mundo; não, não apenas por iniciativa própria, masseguindo as instruções de um outro poder.

c) sim, como presidente, pode dedicar-se a um século americano; não, não deve demorar tanto tempo como um século, e não, não será um século americano mas sim um tempo americo-romano.

Caro Mitt, espere para ver.

Nota DDP: Lembraria apenas que Mitt Romney é mormon, guardadores do domingo por princípio...



(DiariodaProfecia)
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