segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Marcos Eberlin

Buques iraníes en Mediterráneo: marina israelí en estado de alerta

La marina israelí elevó su nivel de alerta a raíz de la entrada el martes en el Mediterráneo de dos buques de guerra iraníes y "responderá inmediatamente" a todo movimiento considerado como provocador, afirmó a la AFP un alto responsable de seguridad.
Israel no "tomará ninguna iniciativa" contra los barcos iraníes que entraron al Mediterráneo por la primera vez desde 1979, pero habrá "una respuesta israelí inmediata" a cualquier cambio en la ruta que se considere provocador, precisó el funcionario que pidió el anonimato, subrayando que la marina israelí sigue con atención el movimiento de esos navíos.
Las fuerzas israelíes ya recibieron órdenes para reaccionar en ese caso, agregó.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Com vocês: os anjos caídos (comigo não!)

Foram vampiros, lobisomens, zumbis e parece que a nova onda é: anjos caídos. Talvez nem tão nova assim para um pessoal que acompanha uma série de livros e HQs sobre o tema… Mas é novidade para quem quer estar a par dos assuntos da moda. Pra quem não sabe, resumidamente, anjos caídos são seres que viviam no Paraíso e, por querer poder demais, coisas terrenas demais ou por discordarem das regras celestiais, acabaram sendo expulsos de lá. Tudo começou com a popularização de alguns livros lá para meados de 2009. Desde então, é um lançamento atrás do outro. E a onda ainda promete: a Disney comprou os direitos de Fallen (que já tem continuação: Tormenta). Em breve, os anjos chegarão aos cinemas também. Enquanto isso não acontece, fique com as histórias já publicadas sobre o tema: A Batalha do Apocalipse, Anjos Caídos e Um Guia para Demônios, Fadas, Anjos Caídos e Outros Espíritos Subversivos.


(Blog Fnac)

Nota: O texto acima, publicado no blog da Fnac, é claramente promocional, mas revela algo que salta à vista dos mais atentos observadores das tendências na literatura e no cinema: de início, o sobrenatural e o ocultismo foram embalados em livros infantis com um personagem “inofensivo” chamado Harry Potter (isso sem contar os inúmeros livros e filmes ocultistas e espiritualistas não necessariamente voltados para crianças). Os leitores do bruxinho (principalmente as leitoras), agora adolescentes, foram contemplados com a série “Crepúsculo”, cujo pano de fundo é o vampirismo. A culminação (se é que esse já é o ponto culminante) dessa tendência aparentemente orquestrada só poderiam ser os anjos caídos. É verdade que bruxaria, ocultismo e vampirismo são temas diretamente ligados aos anjos caídos (embora muita gente ignore esse fato), no entanto, como as pessoas hoje estão dessensibilizadas com respeito ao verdadeiro mal, uma vez que foram gradualmente condicionadas para aceita-lo travestido em histórias aparentemente insuspeitas, não mais se espantam com essas temáticas. Pior é que a Disney está se metendo aí... Com a produção de Fallen pela gigante, essas distorções a respeito dos anjos ganharão ainda mais publicidade. Milhões de crianças que não leem a Bíblia crescerão aprendendo bobagens sobre os anjos maus (ou concluirão que eles são seres mitológicos) e serão mais facilmente confundidas quando esses mesmos anjos aparecerem para o engano final.[MB]



(Criacionista)

Terremoto en Nueva Zelanda: rescates de sobrevivientes bajo los escombros


La ciudad de Christchurch, en Nueva Zelanda, la más afectada por el terremoto de 6,3 grados en la escala de Richter que sacudió al país este martes, aún busca sobrevivientes.
El primer ministro, John Key, declaró el estado de emergencia nacional por la tragedia.
Hasta el momento se sabe que por lo menos 75 personas murieron y unas 300 están aun desaparecidas.
Pero a 24 horas de la tragedia, los equipos de rescate aún encuentran sobrevivientes entre los escombros.

O fantasma malthusiano ronda o planeta

 As manchetes que vemos diariamente estampadas na mídia sobre o desejo de democracia nos países árabes, particularmente, esconde um “megamonstro” que está por detrás: a fome. Com os preços dos alimentos na estratosfera a nível global, estas manifestações são a ponta de um iceberg, que está se aflorando de maneira inusitada e dramática.
        O grande risco que se corre é quando países (especialmente os ricos), mesmo com toda a doutrina da comercialização global, começarem a restringir as exportações de produtos agrícolas, especialmente o trigo, no sentido de se protegerem de algum sinal sinistro da fome. Este movimento de proteção está se observando desde meados de 2010. 
         A falácia do mercado livre para os alimentos não funciona, não permite a redução da fome no mundo. Há uma necessidade urgente de um mecanismo internacional de regulação de todo o setor agrícola. Nesta perspectiva, a FAO, que poderia ser este mecanismo, está perdendo espaço pelas forças poderosas da chamada Organização Mundial do Comércio (OMC), cujo objetivo é estimular as relações comerciais entre os países. Neste contexto sentimos o embate entre a ideologia da solidariedade com ideologia da competitividade.
         As guerras do futuro serão “guerras por comodities”, particularmente as ligadas ao setor agrícola como alimentos, quando chineses e indianos juntos, com uma população de um terço da humanidade, agora com um nível de vida mais razoável, começarem a consumir outro tanto de recursos do que todo o mundo ocidental já consome. 
          Com todas as oscilações climáticas ocasionadas pelo desequilíbrio ambiental mundial, a produção agrícola ainda não tem sofrido maiores consequências significativas na produção global. O que mais assusta são as oscilações de mercado. A primeira pertence à mãe natureza, que está clamando por socorro pela voragem do homem gafanhoto e pela destruição descontrolada dos ecossistemas. Mas a segunda é o desejo insano de poder, mascarado numa política neoliberal que em nada beneficia a sociedade permitindo uma acumulação e concentração de riquezas por grupos de interesse, onde milhões terão que sofrer de fome pela má sorte, por não ter nascido em países de maiores recursos.
            Avançando nosso raciocínio, na premissa econômica em que tudo que se torna escasso passa para a cartilha do mercado, em breve a água será mais um passo para domínio e poder. Segundo alguns gurus sinistros de plantão, a água deverá ser o próximo estopim de uma guerra generalizada (talvez a última), neste mundo insano da competição. Sendo a água um gênero de necessidade vital e universal, se for aplicada a lógica da escassez como uma oportunidade de comércio e não na solidariedade de sua distribuição, então chegaremos ao fim da civilização. Dentro deste contexto, ao invés de dinheiro que fazemos com nossas economias para futuras necessidades e dificuldades, a água será utilizada como uma “conta bancária”. Fazendo um exercício de imaginação, haverá “bancos” de água onde se terá uma “conta corrente” de tantos litros de água potável, que poderá ser transferida, à nossa moda atual, pela simples transferência eletrônica porque cheque não haverá mais, haverá muito calote neste desespero.  
           Assim, o grande perigo prenunciado por Malthus diante deste desequilíbrio da superpopulação, - preferimos dizer destruição do meio ambiente - a fome seria um regulador demográfico pela morte de milhões, ou a guerra que também trará a mesma “sorte” (melhor, a mesma tragédia). Numa metáfora dramática e sinistra, poder-se-ia dizer, “quando a farinha se torna pouca, para cá meu mingau primeiro”.  Na abundância da água de seu tempo, Malthus jamais poderia imaginar esta última hipótese como uma possibilidade de desequilíbrio.

Ruy Vieira

Você sabe o que é ECOMENISMO? Não é ECUMENISMO. - 4

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Descoberto “segundo cérebro” no aparelho digestivo

Carlos costuma dizer que sente “um nó no estômago” quando está angustiado ou muito estressado e sente a barriga encolher. Sebastião afirma que está “se remoendo por dentro” quando enfrenta uma situação de dúvida ou incerteza ou está simplesmente muito curioso por algo. Provavelmente você mesmo já tenha mencionado alguma vez que sente “borboletas no estômago” para explicar as cócegas causadas pela presença de uma pessoa que o atrai ou o nervosismo prévio a um encontro com alguém por quem está apaixonado. Essas e outras sensações na região do aparelho digestivo, que aparentemente têm algum vínculo com os sentimentos, podem ter uma explicação científica segundo o médico Michael Gershon, pesquisador da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e autor do livro The Second Brain (O Segundo Cérebro). 

O segundo cérebro de Gershon está na região do corpo chamada sistema nervoso entérico, formado por uma série de camadas de células nervosas localizadas nas paredes do tubo intestinal e que contém cerca de 100 milhões de neurônios. Nesse sistema estão presentes todos os tipos de neurotransmissores - substâncias químicas que transmitem os impulsos nervosos entre os neurônios e os nervos - que existem no encéfalo craniano, como a serotonina, cuja maior concentração se encontra justamente na região intestinal. 

Esse pequeno cérebro estomacal tem uma conexão direta com o cérebro de verdade, e determina, ele também, em certa medida, o estado mental da pessoa. Também desempenha um papel-chave em certas doenças que afetam outras partes do organismo, como a maioria dos transtornos de intestino, desde a síndrome do intestino irritado até as doenças relacionadas com a inflamação intestinal e a prisão de ventre da terceira idade. 

De acordo com Gershon, “o sistema nervoso entérico fala ao cérebro e este órgão responde. O intestino pode afetar o estado de ânimo, e a estimulação do nervo principal, chamado vago, que conecta o cérebro com o intestino, pode ajudar a aliviar a depressão e a tratar a epilepsia”. 

O estômago não é a única parte do aparelho digestivo que mantém um vínculo com o cérebro. De acordo com outro estudo, de cientistas canadenses, a flora intestinal também se relaciona com a conduta e a memória. Segundo a pesquisa, comandada pelo médico Stephen Collins, professor da Faculdade de Ciências da Saúde na Universidade McMaster, em Ontário, as bactérias que formam a flora intestinal são capazes de se comunicar com o cérebro, além de poderem ter um papel importante no combate a algumas doenças de estômago. 

Segundo Collins explicou à publicação especializada Diário Médico, a evidência obtida até agora “reforça a teoria de que as bactérias se comunicam com o cérebro e têm um efeito em algumas de suas funções”. [...]

Collins e sua equipe acreditam que "as mudanças nas bactérias poderiam explicar, em grande medida, os problemas físicos e de conduta sofridos pelas pessoas afetadas pela síndrome do intestino irritado, uma doença inflamatória intestinal”. Entre 60% e 80% das pessoas que sofrem dessa desordem gastrointestinal sofrem de estresse, ansiedade e depressão também. Até há alguns anos se pensava, inclusive, que em muitos dos casos o problema poderia ser tratar como uma doença psicossomática.

(Época)

Nota do blog criacionista: Essa pesquisa deixa mais evidente a correlação entre “estado de espírito” e alimentação/estilo de vida. Há um século, Ellen White escreveu: “As coisas que perturbam a digestão têm uma influência entorpecente sobre os sentimentos mais delicados do coração” (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 298); “Alimentos cárneos, manteiga, queijo, ricas massas, alimentos temperados e condimentos são usados livremente, por adultos e jovens. Esses artigos fazem sua obra em perturbar o estômago, estimulando os nervos e enfraquecendo o intelecto” (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 236); “O chá, o café, os condimentos, os doces, as pastelarias, todos constituem causas ativas de perturbações da digestão. O alimento cárneo também é prejudicial. Seu efeito, por natureza estimulante, deveria ser argumento suficiente contra o seu uso, e o estado doentio quase geral entre os animais torna-o duplamente objetável. Tende a irritar os nervos e despertar as paixões, fazendo assim com que a balança das faculdades penda para o lado das propensões baixas” (Educação, p. 203). Note também como, à luz da reportagem acima, este salmo se torna ainda mais significativo: “Quando o coração se me amargou e as entranhas se me comoveram” (Salmo 73:21). A ciência avança, mas a revelação já estava lá na frente.[MB]



(Criancionismo)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Criando Raízes


“Nossa força vem de nossas fraquezas.” (Ralph Waldo Emerson)

Quando eu era pequeno, tinha um velho vizinho chamado Dr. Gibbs. Ele não se parecia com nenhum médico que eu jamais houvesse conhecido. Todas as vezes em que eu o via, ele estava vestido com um macacão de zuarte e um chapéu de palha cuja aba da frente era de plástico verde transparente. Sorria muito, um sorriso que combinava com seu chapéu - velho, amarrotado e bastante gasto.

Nunca gritava conosco por brincarmos em seu jardim. Lembro-me dele como alguém muito mais gentil do que as circunstâncias justificariam.

Quando o Dr. Gibbs não estava salvando vidas, estava plantando árvores. Sua casa localizava-se em um terreno de dez acres, e seu objetivo na vida era transformá-lo em uma floresta.

O bom doutor possuía algumas teorias interessantes a respeito de jardinagem. Ele era da escola do "sem sofrimento não há crescimento". Nunca regava as novas árvores, o que desafiava abertamente a sabedoria convencional.

Uma vez perguntei-lhe por quê. Ele disse que molhar as plantas deixava-as mimadas e que, se nós as molhássemos, cada geração sucessiva de árvores cresceria cada vez mais fraca. Portanto, tínhamos que tornar as coisas difíceis para elas e eliminar as árvores fracas logo no início.

Ele falou sobre como regar as árvores fazia com que as raízes não se aprofundassem, e como as árvores que não eram regadas tinham que criar raízes mais profundas para procurar umidade. Achei que ele queria dizer que raízes profundas deveriam ser apreciadas.

Portanto, ele nunca regava suas árvores. Plantava um carvalho e, ao invés de regá-lo todas as manhãs, batia nele com um jornal enrolado. Smack! Slape! Pou!

Perguntei-lhe por que fazia isso e ele disse que era para chamar a atenção da árvore.

O Dr. Gibbs faleceu alguns anos depois. Saí de casa. De vez em quando passo por sua casa e olho para as árvores que o vi plantar há cerca de vinte e cinco anos. Estão fortes como granito agora. Grandes e robustas. Aquelas árvores acordam pela manhã, batem no peito e bebem café sem açúcar.

Plantei algumas árvores há alguns anos. Carreguei água para elas durante um verão inteiro. Borrifei-as. Rezei por elas. Todos os nove metros do meu jardim. Dois anos de mimos resultaram em árvores que querem ser servidas e paparicadas. Sempre que sopra um vento frio, elas tremem e balançam os galhos. São “árvores maricas”.

Uma coisa engraçada a respeito das árvores do Dr. Gibbs: a adversidade e a privação pareciam beneficiá-las de um modo que o conforto e a tranqüilidade nunca conseguiriam.

Todas as noites, antes de ir dormir, dou uma olhada em meus dois filhos. Olho-os de cima e observo seus corpinhos, o sobe e desce da vida dentro deles.

Freqüentemente oro por eles. Oro principalmente para que tenham vidas fáceis. "Senhor, poupe-os do sofrimento." Mas, ultimamente, venho pensando que é hora de mudar minha oração.

Essa mudança tem a ver com a inevitabilidade dos ventos gelados que nos atingem em cheio. Sei que meu filhos encontrarão dificuldades e, portanto, minha oração para que isto não aconteça é ingênua. Sempre há um vento gelado soprando em algum lugar.

Portanto, estou mudando minha oração vespertina. Porque a vida é dura, quer o desejemos ou não. Em vez disso, vou orar para que as raízes de meus filhos sejam profundas, para que eles possam retirar forças das fontes escondidas do Deus eterno.

Muitas vezes oramos por tranqüilidade, mas essa é uma graça difícil de alcançar.

O que precisamos fazer é orar por raízes que alcancem o fundo do Eterno, para que quando as chuvas caiam e os ventos soprem não sejamos varridos em direções diferentes.

(Philip Gulley)



(IASD em foco)

Você sabe o que é ECOMENISMO? Não é ECUMENISMO. - 3



Blaise Pascal

Libia: se intensifican las protestas contra Gadafi

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Isaac Newton

Ventos de liberdade sobre os países árabes


Tunísia, Egito, e agora Argélia, Iêmen, Líbia, Bahrein. Os governos ditatoriais estão caindo como um dominó. Os habitantes desses países estão aprendendo que, se gritar "pega ladrão", não fica um, meu irmão. Ladrões de liberdades civis, geralmente também acusados de rapinar o tesouro público, as dinastias familiares e políticas vêm enfrentando o protesto popular.
Estamos vivendo um "1989 árabe"? Ao que tudo indica, sim. Assim como o ano de 1989 foi o estopim da derrubada dos governos comunistas no Leste europeu, 2011 começa com a derrocada dos governos autoritários dos países do Norte da África e do Oriente Médio.
Não se sabe quantos países vão aderir a esses movimentos. Mas a história ensina que esse processo funciona como um rastilho de pólvora que, uma vez aceso em algum lugar, segue disparando o desejo de liberdade e incendiando a queda de governos antidemocráticos.
Sabe-se, porém, que as mudanças não são operadas pacificamente. As transições para a democracia são lentas e costumam ser acompanhadas de avanços e reveses, mas também não costumam voltar atrás.
Argélia tem uma tradição de intensa mobilização popular, vide a guerra de independência contra a França (1956-1962) e a guerra civil em 1990. Lá, as taxas de desemprego são muito altas.
Bahrein sedia a maior base naval dos Estados Unidos no Oriente Médio. A economia é sólida e há avanços na educação. O problema é que a população, de maioria xiita, é governada por um monarca sunita, da dinastia Al-Khalifa. E o governo tem reprimido brutalmente os protestos populares.
Na Líbia, o coronel Muhamar Khadafi, autoproclamado "rei dos reis" da África, está no poder desde 1969. Ele tem buscado uma aproximação da União Europeia, já que a economia do país naufraga, e tem permitido inspeções internacionais em seus programas militares, numa tentativa de não entrar na lista dos países antiamericanos. A repressão aos recentes movimentos de oposição tem sido violenta e Khadafi já manteve transmissões televisivas e internet fora do ar.
Duas características nos movimentos que derrubaram os governos da Tunísia e do Egito chamam a atenção: são rebeliões com forte participação popular e não são motivadas por fundamentalismo religioso.
Isso nos leva a outros dois argumentos: 1) as classes populares naquelas regiões não são controladas automaticamente pelo radicalismo político; 2) rebeliões sem motivação especificamente religiosa podem abrir espaço para um processo democrático laico.
Não estou excluindo as motivações religiosas desses movimentos de oposição no Oriente Médio. No entanto, os protestos têm sido motivados pela rejeição a sistemas autoritários, a dinastias autocoroadas, a regimes opressores. Além disso, há uma grande participação de jovens com acesso às conquistas sociais e tecnológicas da modernidade e de pessoas bem instruídas.
Esses países não virarão Estados laicos da noite para o dia. Talvez nem se tornem democracias consolidadas. Mas não se pode negar que estamos vendo acontecimentos surpreendentes.
Sociedades política e economicamente mais abertas também são sociedades mais abertas à diversidade religiosa. Ventos de liberdade política trazem consigo uma abertura à liberdade religiosa. Depois que o Leste europeu tornou-se democrático e passou a experimentar o conhecimento e o reavivamento do cristianismo, quem pode dizer que os países islâmicos não facilitarão a entrada e a permanência de grupos cristãos?

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Você sabe o que é ECOMENISMO? Não é ECUMENISMO. - 2

Como interpretar um texto bíblico – 3


O pregador deve distinguir quando a linguagem das Escrituras é literal ou figurada




Interprete literalmente o texto bíblico. A sra. White aconselha: "A linguagem da Bíblia deve ser explicado de acordo com seu sentido óbvio, a menos que seja empregado um símbolo ou figura."
Se um filho, estando na Índia, escreve ao pai uma carta sobre a fome que viu por lá, dificilmente o pai vai interpretar-lhe as palavras como se referindo à carência espiritual ou emocional. Quando o objetivo é a comunicação, não se deve dar duplo sentido às palavras, Deus não faz assim. As escrituras têm sentido único. O trabalho do estudioso é descobrir esse sentido.


Estude as figuras de linguagem. Não são apenas as longas histórias que servem como ilustração para o sermão. Pequenas frases, comparações, breves histórias e figuras de linguagem também podem ser usadas para clarear o sentido do que se deseja ensinar. Jesus fazia amplo uso delas. Os exemplos foram retirados do evangelho de Mateus:




Metáfora: É o emprego de palavra ou expressão, com sentido figurado, aplicando-a a outra para sugerir relação entre ambas. Exemplo: "Sigam-me, e eu vos farei pescadores de homens." Mt 4.19. Veja outros exemplos no evangelho de Mateus: 5.13, 14, 16; 6.22, 23; 7.6, 13, 14, 15, 17 e 20.


Símile: É a comparação com algo semelhante. Exemplo: "Portanto, que ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha", Mt 7.24. Veja também: Mt 7.26; 13.24, 31, 33, 44, 45 e 47; 18.23; 20.1; 22.2; 23.27 e 25.1.


HipérboleÉ a figura retórica que exageradamente engrandece ou diminui a verdade das coisas. Exemplo: "Se o seu olho direito o fizer pecar, arranque-o e lance-o fora.", Mt 5.29. Veja outros exemplos de hipérbole em Mt.5.30; 7.3; 19.24 e 23.24.


Indagação: A pergunta retórica é excelente recurso para ser usado no sermão. Além de atrair a atenção do ouvinte, ajuda na apresentação da verdade que o pregador pretende apresentar. Exemplos: "Vocês são sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo?", Mt 5.13. Veja também: Mt 5.46, 47; 6.25, 26, 27, 28, 30 e 31.


Parábola: São narrações alegóricas, criadas para, através de seus personagens e situação, chamar a atenção dos ouvintes para o ensino a ser ministrado. Jesus foi mestre no uso de parábolas. Elas podiam ser apenas uma frase (Lc 6.37) até histórias mais complexas, com cenários e personagens que enfrentam problemas e tomam decisões. Exemplos de parábolas contadas por Jesus: O semeador (Lc 8.4-8); o bom samaritano (Lc 10.30-36); a ovelha perdida (Lc 15.4-7); a moeda perdida (Lc 15.8-10); o filho pródigo (Lc 15.11-32), etc.


Reescreva o textoCom suas palavras, tente reescrever a passagem estudada. Isso vai ajudá-lo a descobrir a idéia principal e as divisões principais do texto.


Estude as informações históricas e geográficas. Descubra quem escreveu, a quem foi escrito, onde e quando. Se houver algum dado histórico-geográfico, consulte um dicionário bíblico e um Atlas bíblico. Dos tempos bíblicos existem costumes que para nós são estranhos. Não podemos fazer comentários sobre aquela época, comparando-a com a atualidade sem identificar essas diferenças culturais. Imagine pregar sobre a parábola das dez virgens, baseado nos costumes matrimoniais de hoje! Outro exemplo: Uma passagem muito citada mas pouco estudada é Mt 5.15: "Nem se acende uma cadeia para coloca-lo debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa." O que é um alqueire? Sem consultar um dicionário bíblico, você pode imaginar que se trata de uma espécie de mesa, que ocultaria a luz da candeia. Mas depois da pesquisa você vai descobrir que o alqueire era cesta em que cabia uma medida de farinha. Assim para apagar a candeia a pessoa precisava emborcar o cesto e assim a luz se apagava. O que Jesus estava querendo dizer é que ninguém acende uma luz para logo em seguida apaga-la, mas coloca no lugar mais alto da casa para iluminar a todos.


Consulte um bom comentário bíblico. Depois deste estudo, você pode conferir o que descobriu, lendo um comentário bíblico. Além de ajudar a esclarecer os pontos obscuros do texto, essa pesquisa lhe fornecerá mais subsídios para sua exposição.


Por Alexandre de Araújo

Galileu Galilei

Repense seu Amor por Cristo

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Perdendo o senso do sagrado

Minha esposa e eu quase não acreditamos quando, na sala de espera de um consultório médico, ontem, vimos e ouvimos na TV um clipe com parte de um samba enredo que diz, entre outras coisas: “Levanto as mãos pro céu / E agradeço ao Criador / Eu vou... Abençoado rumo a Canaã / Esperança, um novo dia / No Egito meu afã / Oh, Deus Pai! [...] Oh, meu Senhor, que conduz meu caminhar / Sou do povo de Javé, tenho o dom de acreditar.” Pior é que, quando o cantor entoa “Oh, Deus Pai!”, surgem na tela mulatas rebolativas com “trajes” sumários – o que nos lembrou, mais uma vez, por que não assistimos TV aberta em casa, especialmente nesta época de “festa da carne”. 

Dias atrás, li também a respeito de um bloco carnavalesco “evangélico”! Anos atrás, foi o padre Marcelo quem promoveu o tal “carnaval de Jesus”. Aonde chegará essa onda de mistura do sagrado com o profano? Será que essas pessoas conseguem imaginar Jesus e os apóstolos desfilando ao lado de sambistas seminuas e caindo, eles também, no samba?

Jesus Se associava aos pecadores para transformar-lhes a vida. Ele era o que nos ensinou a ser: sal da terra. O sal que adiciona sabor e transforma o alimento. Se o sal perde o sabor (é transformado e não transforma), para que serve? Até quando Deus vai tolerar a podridão de um mundo que não mais discerne as coisas? De um mundo que esqueceu que santidade é separação do pecado pelo poder de Deus, não aproximação do pecado com a desculpa de ganhar os pecadores.

Guardadas as proporções, pior é quando a perda do senso do sagrado ocorre também intramuros.[MB] 



(Criacionismo)

Jovem mata mãe por causa de videogame



Um jovem de 16 anos, morador da Filadélfia (Estados Unidos), confessou ter matado sua própria mãe nesta semana. O que mais chocou a opinião pública, no entanto, foi o motivo: a proibição de jogar PlayStation.

O menino Kendall Anderson disse que assassinou sua mãe, Rashida Anderson, enquanto ela dormia, ao acertar um martelo na cabeça da vítima. Logo após o crime, o jovem tentou esconder as evidências, cremando a arma do crime no forno da cozinha e escondendo o corpo da mãe atrás da casa para, só então, telefonar para a polícia, informando sobre o desaparecimento de Rashida.

Essa não foi a primeira vez em que um jogo motivou uma ocorrência policial. Em outubro de 2010, uma mãe matou o filho de três meses por conta do Farmville.



(Olhardigital.uol)


Nota: Quando acontece este tipo de coisa, sou levado a meditar na situação atual do mundo, e chegar a infeliz conclusão de que nosso planeta está cada vez mais selvagem (wild world). Além de ver que a intensidade do cumprimento das profecias só aumenta.
Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terriveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, DESOBEDIENTES AOS PAIS, INGRATOS, ímpios, SEM AMOR PELA FAMÍLIA, irrenconciliábeis, caluniadores, SEM DOMÍNIO PRÓPRIO, CRUÉIS, INIMIGOS DO BEM, TRAIDORES, PRECIPITADOS, soberbos, MAIS AMANTE DOS PRAZES do que amigos de Deus... 
(1Timóteo 3: 1-6)

Você sabe o que é ECOMENISMO? Não é ECUMENISMO. - 1

Como interpretar um texto bíblico – 2


O uso do texto fora do seu contexto original é uma tentação que o pregador deve evitar

Respeite o contexto. Ás vezes, um versículo tirado do contexto passa a ter sentido totalmente diverso daquele pretendido pelo autor bíblico. Quando o texto é usado fora do contexto ele é usado como pretexto. Tirar a passagem bíblica do contexto é a mãe de todas as heresias.

Quando o interprete respeita o sentido do texto pretendido pelo autor dá-se o nome de exegese, mas quando ele coloca o sentido é chamado de eixegese. Na interpretação da Bíblia, este é o erro mais comum.

Certo pregador estava elaborando uma mensagem sobre a negação de Pedro. Ele leu na Bíblia que depois de negar a Jesus, Pedro se aproximou de uma fogueira. Então ele anotou: “Pedro se aproximou de uma fogueira [...] por que o fogo representa purificação [...] por que o fogo representa o calor humano, que ele sentia falta naquele momento [...] por que o fogo representa o trabalho do Espírito Santo em queimar o pecado e a culpa [...]”. Assim ele encontrou mais quatro ou cinco aplicações para fogo. Dado por satisfeito virou a página da Bíblia e leu “[...] para se aquecer.” Por último anotou: “ [...] e para se aquecer”.

Um exemplo clássico do perigo de ler o texto fora do seu contexto é aparente contradição entre a discussão sobre fé apresentada por Paulo (Rm 4.1-25) e Tiago (cap. 2.14-26). Obviamente o sentido dado por Paulo para a palavra fé é diferente do apresentado por Tiago. Apesar de usarem a mesma palavra o sentido é totalmente diverso. Quem irá determinar este sentido será o contexto. Enquanto para Paulo fé era confiança profunda e dependência de Deus, que leva à ação, para Tiago era apenas um conjunto de crenças, “pois até os demônios tinham  esse tipo de fé”, Tg 2.19. A palavra é a mesma, porém, o sentido é diferente.

Além disso, consultar o contexto ajuda a destacar a beleza dos versículos em estudo. Veja o caso da tentação no deserto (Mt 4.1-11). Por duas vezes o inimigo manifestou dúvida quanto à filiação de Jesus. Desafiou-O coma as palavras: “Se Tu és o Filho de Deus [...]” (versículos 3 e 5). Note que esta narração segue às palavras registradas no capítulo anterior, versículo 17, quando Deus diz sobre Jesus: “Este é o Meu Filo amado [...].”

Compare o texto com outras passagens semelhantes. Isso é chamado de “analogia da fé”. Procure ver o que o mesmo autor disse sobre o assunto em outro escrito dele, ou a opinião de outro escritor bíblico sobre o tema. Isto pode ser praticado melhor quando você examinar as várias versões que os evangelistas deram para o mesmo incidente do ministério de Jesus. Procure descobrir o que cada um omitiu ou o detalhe que achou relevante e não é citado pelo outro escritor sacro.

Como exemplo podemos voltar a tentação de Cristo, que é descrita por Lucas com alguns detalhes que Mateus passou por alto. Quando O inimigo o campo de batalha espiritual, Mateus conclui a narração dizendo apenas que “o Diabo o deixou, e anjos vieram e o serviram” (cap. 4.11). Já Lucas acrescenta um detalhe importante para o pregador que esteja apresentando uma mensagem baseada neste incidente: “Tendo terminado todas essas tentações, o Diabo o deixou até ocasião oportuna”, cap. 4.13. Esse detalhe é muito importante para ser esquecido pelo pregador.

Na mesma passagem encontramos outro detalhe que merece destaque. Mateus diz que durante a terceira tentação, o Diabo disse a Jesus: “Tudo isto te darei, se te prostrares e me adorares”, versículo 9. Já Lucas acrescenta que o Tentador teria dito: “Eu te darei toda a autoridade sobre eles e todo o seu esplendor, porque me foram dados e posso dá-los a quem eu quiser. Então, se me adorares, tudo será teu” (cap. 4.6 e 7). O pregador estudioso logo verá a relação dessas palavras com o que Pedro ensinou sobre o pecado (2Pd 2.19b).

Por isso, quando estiver preparando um sermão faça um quadro comparativo e anote as diferenças e os detalhes que cada escritor dá ao mesmo evento.

Por Alexandre de Araújo

Vídeos Polêmicos

Jerusalém, 16 fev (EFE).- Dois vídeos de um suposto objeto voador não identificado (óvni) suspenso sobre a Esplanada das Mesquitas de Jerusalém causaram indignação na internet, com milhões de acessos e um polêmico debate sobre a chegada de extraterrestres à Terra Santa.


As imagens mostram quando uma bola de luz branca desce lentamente sobre a Esplanada das Mesquitas (terceiro lugar mais sagrado para o Islã), sobrevoa por cerca de dez segundos a dourada Cúpula da Rocha e volta a subir ao espaço em grande velocidade. (Leia mais...)
Nota: Independente da veracidade dos vídeos, esta materia  fez me recordar de alguns parágrafos de um livro que li, no qual a autora (no primeiro capitulo) cria um paralelo entre um acontecimento historico que ocorreu em Jerusalém no século I e os sinais da volta de Cristo. Transcrevo a abaixo essas passagens: 
Todas as predições feitas por Cristo relativas à destruição de Jerusalém cumpriram-se à letra. Os judeus experimentaram a verdade de Suas palavras de advertência: “Com a medida com que tiverdes medido, vos hão de medir a vós.” Mat. 7:2.
Apareceram sinais e prodígios, prenunciando desastre e condenação. Ao meio da noite, uma luz sobrenatural resplandeceu sobre o templo e o altar. Sobre as nuvens, ao pôr-do-sol, desenhavam-se carros e homens de guerra reunindo-se para a batalha. Os sacerdotes que ministravam à noite no santuário, aterrorizavam-se com sons misteriosos; a terra tremia e ouvia-se multidão de vozes a clamar: “Partamos daqui!” A grande porta oriental, tão pesada que dificilmente podia ser fechada por uns vinte homens, e que se achava segura por imensas barras de ferro fixas profundamente no pavimento de pedra sólida, abriu-se à meia-noite, independente de qualquer agente visível. 
Durante sete anos um homem esteve a subir e descer as ruas de Jerusalém, declarando as desgraças que deveriam sobrevir à cidade. De dia e de noite cantava ele funebremente: “Uma voz do Oriente, uma voz do Ocidente, uma voz dos quatro ventos! uma voz contra Jerusalém e contra o templo! uma voz contra os noivos e as noivas! uma voz contra o povo!” . Este ser estranho foi preso e açoitado, mas nenhuma queixa lhe escapou dos lábios. Aos insultos e maus-tratos respondia somente: “Ai! ai de Jerusalém!” “Ai! ai dos habitantes dela!” Seu clamor de aviso não cessou senão quando foi morto no cerco que havia predito.
Nenhum cristão pereceu na destruição de Jerusalém. Cristo fizera a Seus discípulos o aviso, e todos os que creram em Suas palavras aguardaram o sinal prometido. “Quando virdes Jerusalém cercada de exércitos”, disse Jesus, “sabei que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, saiam.” Luc. 21:20 e 21
Acautelem-se os homens para que não aconteça negligenciarem a lição que lhes é comunicada pelas palavras de Cristo. Assim como Ele preveniu Seus discípulos quanto à destruição de Jerusalém, dando-lhes um sinal da ruína que se aproximava para que pudessem escapar, também advertiu o mundo quanto ao dia da destruição final, e lhes deu sinais de sua aproximação para que todos os que queiram, possam fugir da ira vindoura. Declara Jesus: “E haverá sinais no Sol, na Lua e nas estrelas; e na Terra angústia das nações.” Luc. 21:25; Mat. 24:29; Mar. 13:24-26; Apoc. 6:12-17. Os que contemplam estes prenúncios de Sua vinda, devem saber que “está próximo,às portas”. Mat. 24:33. “Vigiai, pois” (Mar. 13:35), são Suas palavras de advertência. Os que atendem ao aviso não serão deixados em trevas, para que aquele dia os apanhe desprevenidos. Mas aos que não vigiarem, “o dia do Senhor virá como o ladrão de noite”. I Tess. 5:2.
O mundo não está mais preparado para dar crédito à mensagem para este tempo do que estiveram os judeus para receber o aviso do Salvador, relativo a Jerusalém. Venha quando vier, o dia do Senhor virá de improviso aos ímpios. Correndo a vida sua rotina invariável; encontrando-se os homens absortos nos prazeres, negócios, comércio e ambição de ganho; estando os dirigentes do mundo religioso a engrandecer o progresso e ilustração do mundo, e achando-se o povo embalado em uma falsa segurança, então, como o ladrão à meia-noite rouba na casa que não é guardada, sobrevirá repentina destruição aos descuidados e ímpios, e “de nenhum modo escaparão” (I Tess. 5:3-5). 
Páginas 30,31 e 38 do livro o Grande Conflito (escrito no século XIX).
O livro pode ser adquirido pelo site; http://www.cpb.com.br/produto-64-o+grande+conflito+encadernado.html.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

EUA: Câmara de Representantes estende poderes da Lei Patriota antiterrorista


WASHINGTON (AFP) - A Câmara de Representantes dos Estados Unidos aprovou uma extensão das atribuições da controversa Lei Patriota antiterrorista, adotada após os ataques de 11 de setembro de 2001, e que expirava no fim de fevereiro.
Por 275 votos a favor e 144 contra, os legisladores votaram por estender a vigência da lei até 8 de dezembro, depois que, há uma semana, a proposta foi rejeitada em uma votação que requeria uma maioria de dois terços na Câmara para ser aprovada.
Três grandes medidas estão em jogo: a "vigilância móvel" das comunicações de suspeitos através da interceptação de várias linhas telefônicas; a perseguição de estrangeiros suspeitos de ser "lobos solitários", ou terroristas que não respondem a nenhum grupo terrorista.
E, por último, a possibilidade de que as autoridades tenham acesso a todos os "dados tangíveis" sobre o suspeito, como os e-mails ou dados bancários particulares.
No Senado, prevê-se que o debate sobre o tema será mais complicado, já que há vários projetos de lei a respeito.
A União americana para as Liberdades Civis (ACLU, em inglês) condenou o alcance da lei por dar às autoridades atribuições "muito amplas" e fora das garantias constitucionais.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pressionou os legisladores para estender estas permissões até dezembro de 2013.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Dificuldades no estudo da Bíblia



Algumas dificuldades enfrentadas pelo interprete da Palavra de Deus

            A missão do pregador é tornar clara a Palavra de Deus para o seu ouvinte. No esforço de desempenhar esta função todo pregador se deparou com certos obstáculos para entender e explicar a Bíblia. Augustus Nicodemus Lopes, na introdução da obra A Bíblia e seus interpretes – uma breve história da interpretação, lista uma série dessas dificuldades. Não que o leitor comum não possa tirar proveito do estudo das Escrituras. Contudo se alguém se dispõe a um estudo mais sério e detido da Palavra, deve levar em consideração estes obstáculos. O autor lembra que a Bíblia não foi enviada do céu por fax e ela foi escrita dentro do tempo e do espaço, por tanto sofreu influência do meio na sua linguagem. Por isso o pregador deve levar em conta as seguintes questões durante o estudo da Bíblia:

A questão do tempo
            A Bíblia foi produzida ao longo de quatorze séculos e o último dos seus livros foi escrito próximo ao fim do primeiro século da era cristã. Isso nos separa dois milênios do Novo Testamento e três e meio dos primeiros livros escritos do Antigo Testamento. Esta diferença de épocas torna-se uma barreira para entender muitos aspectos do texto inspirado.

A questão contextual
            A luta de todo interprete sério da Bíblia é tentar reconstituir as circunstâncias que cercaram os escritos e suas motivações. As cartas de Paulo foram escritas para igrejas específicas com problemas específicos. Como não temos todas as informações sobre as dificuldades enfrentadas temos problema em entender melhor a sua mensagem.

A questão cultural
            O mundo em que os autores da Bíblia viveram já não existe mais. Embora a mensagem da Bíblia seja universal e atemporal, o ambiente cultural deixou suas marcas no texto bíblico. Veja o exemplo do casamento nos tempos bíblicos. Leia com atenção a parábola das dez virgens (Mt 25) e note como alguns costumes soam tão estranhos para nós hoje.

A questão da língua
            A maioria de nós não lê hebraico ou grego, as línguas originais na qual a Bíblia foi escrita. Isso se torna uma dificuldade, uma vez que inspirado foram os escritores e não os tradutores.

A questão dos autores
            Seria muito mais fácil estudar a Bíblia se seus autores estivessem vivos. No meio acadêmico, um estudioso pode mal entender os pensamentos de um autor, mesmo estando ele vivo imagine isso com respeito à Bíblia. Isso não quer dizer que é impossível entender a mensagem deles.

            Interpretar, em certo sentido, é enfrentar estas dificuldades, e quanto mais bem sucedido formos em vencer estes obstáculos melhor será o nosso entendimento da Bíblia.

Por Alexandre de Araújo


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