terça-feira, 29 de março de 2011

EXISTE EL INFIERNO?

Notícias de um pesadelo



A mídia brasileira parece não estar muito preocupada com a gravidade dos vazamentos radioativos da usina de Fukushima. Na capa dos três jornalões de domingo (27/3), não havia uma única menção a uma situação que a cada dia se torna mais preocupante. Como resultado dessa desatenção, nos portais de notícias da internet na noite de domingo não se deu a devida atenção à informação de que a radiação da água em dois reatores do complexo nuclear havia alcançado níveis letais. Tudo indica que os redatores de plantão – geralmente recrutados entre os mais jovens – não conseguem entender a terminologia nem avaliar as informações que manuseiam. Por outro lado, devem ter recebido instruções para valorizar os triunfos militares dos rebeldes líbios. O público gosta mais de guerras do que de catástrofes, avaliam os porteiros das redações. E catástrofes nucleares só acontecem nas superproduções de Hollywood. Infelizmente, as informações que chegam do Japão, mesmo filtradas pelas autoridades locais para evitar o pânico, sugerem um cenário extremamente perigoso. O terremoto de domingo à noite – seis graus na escala Richter –, assim como o mega sismo do dia 11 de março e o catastrófico tsunami que provocou, são circunscritos ao Japão. Ao contrário da contaminação radioativa do mar ou do ar, que pode chegar aos quatro cantos do globo. Leva tempo, mas chega. 


Talvez por isso, para não apavorar o mundo inteiro, a mídia internacional – e a brasileira em especial – esteja procurando disfarçar com incompreensíveis explicações técnicas um quadro aterrorizante. Raros são os países do mundo que hoje não dispõem de centrais nucleares. Em outras palavras, o que aconteceu no Japão pode se repetir em qualquer país onde ocorra um “evento máximo” – terremoto, dilúvio ou deslizamento de encostas. Convém ficar de olho no noticiário sobre o pesadelo nuclear japonês. Em algum momento este pesadelo pode nos tirar o sono.

(Alberto Dines, Observatório da Imprensa)

Pode levar anos para Japão controlar reator [Reproduzido do Valor Econômico, 28/3/2011]: “Após relatos controversos sobre o nível de radiação na água do mar em torno da usina de Fukushima, as autoridades japonesas informaram uma elevação de ao menos 100 mil vezes no reator 2 e 1.850 vezes nas águas. A constatação levou o governo a interromper as operações de reparo no local, afetado pelo terremoto seguido de tsunami. A direção da empresa que opera a usina disse que a crise nuclear pode levar ‘anos’. De acordo com especialistas, mesmo antes de a Tokyo Eletric Power Company (Tepco), empresa que opera a usina, averiguar o controverso dado do aumento de 10 milhões de vezes, agora refutado, os números confirmados no fim de semana já são alarmantes. ‘É muito preocupante. Há algo seriamente errado [com o reator 2]’, disse Rianne Teule, uma especialista em energia nuclear do grupo ambientalista Greenpeace. Os dados do fim de semana, que elevaram ainda o número de mortos para ao menos 10.668, assim como a aparição de um resignado e pessimista premiê frente à população, levaram a Tepco a assumir que há incertezas na operação. ‘Infelizmente nós não temos um cronograma concreto no momento que nos permita dizer em quantos meses ou anos [a crise chegará ao fim]’, disse o vice-presidente da empresa, Sakae Muto.”

sábado, 26 de março de 2011

A Criação




Ustedes van a oír de guerras y rumores de guerras... Mateos 24:6






Tropas saudíes

Cerca de un millar de efectivos de la guardia nacional de Arabia Saudita, y unos 500 policías provenientes de los Emiratos Árabes Unidos, cruzaron a territorio bahrení el lunes, luego de que las autoridades del reino solicitaran la ayuda de sus socios en el Consejo de Cooperación del Golfo Pérsico (CCG).

quinta-feira, 24 de março de 2011

Está na Bíblia

CLIQUE NA IMAGEM PARA QUE SE AMPLIE
(Amilton.menezes)

Overdose de tragédias


E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares. (Mateus 24:6,)


É difícil saber o que é pior: acompanhar as calamidades ou ignorar o noticiário? Por Marty Kaplan para o Huffington Post


Como se nao bastassem o terremoto, tsunami e acidente nuclear no Japão para nos aterrorizar, a guerra na Líbia agora nos introduz a um novo inferno,  em tempo real na telinha, 24 horas por dia.
Mas aguarde pela proxima atração, como se costuma dizer nos comerciais — vem mais por aí! No Bahrein, tanques e tropas sauditas vêm  violentamente reprimindo ativistas pró-democracia; no Egito, a Irmandade Muçulmana está se aproximando do poder; no Iêmen, as forças de segurança, disparando dos telhados, já mataram dezenas de manifestantes; na Síria, tropas estão atirando em multidões de civis, e as notícias vindas de Israel e dos territórios palestinos semana passada fariam qualquer um perder o sono.
Estes são tempos que esvaziam a alma. É difícil saber o que é pior: acompanhar as calamidades ou ignorar o noticiário. Somos levados a crer que a boa cidadania exige que sejamos pessoas bem informadas, acompanhando atentamente o que está acontecendo no mundo. Temos tantas opções de distração — Charlie Sheen, o casamento de William e Kate, Sarah Palin, etc. — que se quisermos, podemos usar toda a nossa banda-larga para  permanecermos na mais santa ignorância. Aqueles que evitam as informações vazias e buscam as notícias verdadeiramente importantes,  ganham como prêmio de consolação a sensação de ter se tornado um espectador impotente, por dentro das coisas, mas absolutamente exausto.
Eu esqueci de mencionar o terrorismo?
A tentação é desligar, fazer um jejum midiático, declarar um shabat digital, puxar as cobertas sobre nossas cabeças. No entanto, tal estratégia de sobrevivência, se por um lado é perfeitamente razoável, por outro  é exatamente o que os tiranos e canalhas querem. Ignorância não é felicidade, é escravidão. Quanto menos se sabe dos fatos, mais fácil é a manipulação, que termina a nos induzir a deixar de lado nossos próprios interesses,  explorando nossas fragilidades emocionais.
Não há nada como pão e circo para frear o descontentamento, não há nada como a desinformação e a paranoia para manchar a reputação da ciência e do bom jornalismo, não há nada como um oligarca para transformar a amnésia em algo rentável para seus interesses.
O que parece diferente hoje em dia é que o virtuoso desejo de estar bem informado também é a fonte do seu próprio descontentamento. Quanto mais você sabe, menos você quer saber. Talvez a vida não examinada não valha a pena, mas será que a vida examinada – o mundo examinado – vale todos os antidepressivos que ingerimos? A busca pela informação parece ter se tornado uma espécie de doença autoimune: ela pretende combater os problemas do mundo, mas acaba atacando você.
As mídias sociais só pioraram tudo isso. Sou sempre surpreendido pela frequência com que as pessoas me perguntam se estou no Facebook ou  no Twitter. Quando eu digo que sim, elas respondem: “bem, suponho que você tenha que estar, por causa da sua profissão”.  Dizem isso como se eu estivesse correndo algum risco ao participar dessas novas mídias, como se eu fosse uma espécie de exterminador inalando pesticidas — neste caso, a fumaça da trivialidade: “por que você quer saber cada vez que alguém que você conhece vai ao banheiro?”, poderiam perguntar.
Acho difícil convencer as pessoas que não usam as redes sociais de que o que mais as caracteriza não é a banalidade mas a densidade de informações. Claro, há uma abundância de Justin Biebers entupindo as artérias do mundo virtual. Mas o que eu mais aproveito no Facebook e no Twitter são links — uma enxurrada de links para notícias e opiniões a apenas um clique, o que representa um aumento exponencial na quantidade de informação que vejo, leio e guardo na memória. Boa parte dessa informação (as coisas que eu realmente leio) me engrandece.
Isso é ao mesmo tempo uma boa notícia (eu sei ainda mais), e uma má notícia (eu me sinto ainda pior). Mas na medida em que sou viciado em seguir todas as narrativas sobre tragédias ao redor do planeta, prefiro que as dores de cabeça adquiridas sejam as mais bem fundamentadas possíveis.
Não há comparação entre o sofrimento do povo japonês e a angústia de ler sobre este sofrimento.  À distância, a Líbia gera conflitos por vezes violentos entre nossos ideais e nossos interesses; lá, é uma simples questão de vida ou morte.
O risco não é confundirmos nossas ansiedades com as catástrofes, é confundirmos o processo de sermos informados com a nossa própria capacitação, assim como confundirmos a nossa exaustão com a derrota. A cidadania implica em fazermos alguma coisa e não simplesmente assistirmos aos acontecimentos.  Os  manifestantes em Tahrir Square, no Cairo, sabem disso. O antídoto para a overdose de  informação não é menos informação. É mais participaçco.
(opinComo se nao bastassem o terremoto, tsunami e acidente nuclear no Japão para nos aterrorizar, a guerra na Líbia agora nos introduz a um novo inferno,  em tempo real na telinha, 24 horas por dia.
Mas aguarde pela proxima atração, como se costuma dizer nos comerciais — vem mais por aí! No Bahrein, tanques e tropas sauditas vêm  violentamente reprimindo ativistas pró-democracia; no Egito, a Irmandade Muçulmana está se aproximando do poder; no Iêmen, as forças de segurança, disparando dos telhados, já mataram dezenas de manifestantes; na Síria, tropas estão atirando em multidões de civis, e as notícias vindas de Israel e dos territórios palestinos semana passada fariam qualquer um perder o sono.
Estes são tempos que esvaziam a alma. É difícil saber o que é pior: acompanhar as calamidades ou ignorar o noticiário. Somos levados a crer que a boa cidadania exige que sejamos pessoas bem informadas, acompanhando atentamente o que está acontecendo no mundo. Temos tantas opções de distração — Charlie Sheen, o casamento de William e Kate, Sarah Palin, etc. — que se quisermos, podemos usar toda a nossa banda-larga para  permanecermos na mais santa ignorância. Aqueles que evitam as informações vazias e buscam as notícias verdadeiramente importantes,  ganham como prêmio de consolação a sensação de ter se tornado um espectador impotente, por dentro das coisas, mas absolutamente exausto.
Eu esqueci de mencionar o terrorismo?
A tentação é desligar, fazer um jejum midiático, declarar um shabat digital, puxar as cobertas sobre nossas cabeças. No entanto, tal estratégia de sobrevivência, se por um lado é perfeitamente razoável, por outro  é exatamente o que os tiranos e canalhas querem. Ignorância não é felicidade, é escravidão. Quanto menos se sabe dos fatos, mais fácil é a manipulação, que termina a nos induzir a deixar de lado nossos próprios interesses,  explorando nossas fragilidades emocionais.
Não há nada como pão e circo para frear o descontentamento, não há nada como a desinformação e a paranoia para manchar a reputação da ciência e do bom jornalismo, não há nada como um oligarca para transformar a amnésia em algo rentável para seus interesses.
O que parece diferente hoje em dia é que o virtuoso desejo de estar bem informado também é a fonte do seu próprio descontentamento. Quanto mais você sabe, menos você quer saber. Talvez a vida não examinada não valha a pena, mas será que a vida examinada – o mundo examinado – vale todos os antidepressivos que ingerimos? A busca pela informação parece ter se tornado uma espécie de doença autoimune: ela pretende combater os problemas do mundo, mas acaba atacando você.
As mídias sociais só pioraram tudo isso. Sou sempre surpreendido pela frequência com que as pessoas me perguntam se estou no Facebook ou  no Twitter. Quando eu digo que sim, elas respondem: “bem, suponho que você tenha que estar, por causa da sua profissão”.  Dizem isso como se eu estivesse correndo algum risco ao participar dessas novas mídias, como se eu fosse uma espécie de exterminador inalando pesticidas — neste caso, a fumaça da trivialidade: “por que você quer saber cada vez que alguém que você conhece vai ao banheiro?”, poderiam perguntar.
Acho difícil convencer as pessoas que não usam as redes sociais de que o que mais as caracteriza não é a banalidade mas a densidade de informações. Claro, há uma abundância de Justin Biebers entupindo as artérias do mundo virtual. Mas o que eu mais aproveito no Facebook e no Twitter são links — uma enxurrada de links para notícias e opiniões a apenas um clique, o que representa um aumento exponencial na quantidade de informação que vejo, leio e guardo na memória. Boa parte dessa informação (as coisas que eu realmente leio) me engrandece.
Isso é ao mesmo tempo uma boa notícia (eu sei ainda mais), e uma má notícia (eu me sinto ainda pior). Mas na medida em que sou viciado em seguir todas as narrativas sobre tragédias ao redor do planeta, prefiro que as dores de cabeça adquiridas sejam as mais bem fundamentadas possíveis.
Não há comparação entre o sofrimento do povo japonês e a angústia de ler sobre este sofrimento.  À distância, a Líbia gera conflitos por vezes violentos entre nossos ideais e nossos interesses; lá, é uma simples questão de vida ou morte.

O risco não é confundirmos nossas ansiedades com as catástrofes, é confundirmos o processo de sermos informados com a nossa própria capacitação, assim como confundirmos a nossa exaustão com a derrota. A cidadania implica em fazermos alguma coisa e não simplesmente assistirmos aos acontecimentos.  Os  manifestantes em Tahrir Square, no Cairo, sabem disso. O antídoto para a overdose de  informação não é menos informação. É mais participação.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Os últimos 20 anos de loucura no mundo e no planeta Terra estão cobrando seu preço. Basta citar a tragédia no início do ano no Rio de Janeiro, os alagamentos crescentes em São Paulo capital, a tragédia em São Lourenço, Rio Grande do Sul, o tsunami e o terremoto no Japão com a desestabilização das usinas nucleares. Milhares de desabrigados, mortes, prejuízos materiais, dor, tristeza, sofrimento. E dúvidas e perguntas sobre o futuro do planeta e da humanidade. Parece que os terremotos e a água começaram a entrar nas nossas casas e mentes. Todo dia e o dia todo, na televisão, jornais, internet, nas casas, escolas, ambiente de trabalho, a preocupação cresce. É preciso, porém, olhar mais longe e fundo, ir às causas e à raiz dos problemas e acontecimentos, para poder ver futuro e esperança. É o que faz a Campanha da Fraternidade/2011 [da Igreja Católica], com o tema “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme em dores de parto” (Rm 8, 22).

O texto-base da Campanha da Fraternidade alerta para “a vida e suas dores no contexto do aquecimento global”. Em “da ética e do egotismo à ética do cuidado”, reflete: “A publicação do 4º relatório do IPCC contribuiu para a tomada de consciência de que o atual aquecimento global e as mudanças climáticas em curso não são apenas ‘um desastre natural, foram causados por homens’, ao desenvolverem um sistema econômico que agride a vida no e do planeta, e ‘já sacrificou muitas vidas, espécies e ecossistemas. O caminho tende à catástrofe planetária, e podemos ir ao encontro do destino dos dinossauros’. Dessa maneira, a atual crise ecológica coloca os propositores e mantenedores deste sistema em xeque. Trata-se de um sistema que exilou a ética da responsabilidade e do cuidado do âmbito de várias dimensões da vida, e fez que a estruturação e justificação de tudo que constitui o arcabouço de civilização atual tenha como âncora o imperativo do lucro e coloque as ciências e a própria vida a seu serviço.”

Os recentes acontecimentos alertaram todos, todas e o mundo. Há urgência de ações, em nível micro e macro, individuais e coletivas, governos e sociedade. O objetivo geral da Campanha da Fraternidade é: “Contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”. E lembra São Francisco: “Resgatar São Francisco neste contexto de nossas relações com as criaturas da natureza significa valorizar suas atitudes. Primeiramente, a pobreza, que neste santo significou a não posse, reverteu-se em redenção para as criaturas, e lhe possibilitou pelo olhar contemplativo alcançar o que eram realmente, a ponto de as chamar de irmãs e irmãos. A razão é simples. Em última análise, este olhar purificado de poder e lucro revela que as criaturas são dom de Deus e também portam sinais do Criador.”

O tempo chegou, e é urgente. É como a criança que, depois de nove meses, não pode mais esperar para ver a luz do sol e partilhar a alegria de viver. As dores da mãe são muitas e fortes. Mas a esperança no ventre é maior que qualquer sofrimento. É preciso nascer, é preciso dar à luz. Assim como ele ou ela enfeitam a manhã e a vida do pai e da mãe, dão-lhe novo sentido, fazem crescer a partilha e o amor, um novo projeto de desenvolvimento, um novo modelo de sociedade, baseados numa economia solidária e em valores diferentes dos valores do capitalismo neoliberal, são necessários, imprescindíveis. Não há mais como esperar, diz a Campanha da Fraternidade. É preciso engajamento, vontade política, mobilização social, conscientização para construir o amanhã baseado no bem viver e na solidariedade. Senão as tragédias continuarão caindo sobre nossas cabeças, tirando vidas, ameaçando a humanidade e destruindo o futuro.

As dores de parto não permitem mais esperar e adiar uma nova vida que teima em nascer.

(Selvino Heck, assessor especial da Secretaria Geral da Presidência da República, Jornal do Brasil)

Nota: Faz tempo que os líderes católicos apregoam um futuro construído pela solidariedade (desde os meus tempos de católico eu ouço isso). O discurso é bonito e empolga, mas é falho. Infelizmente, este mundo caminha inexoravelmente para a destruição. Podemos apenas amenizar o problema com nosso cristianismo responsável e prático, com nosso conceito de “mordomia cristã”, mas a solução final e definitiva virá de Deus por ocasião da volta de Jesus. Volte ao texto acima, escrito por um representante do governo (o que indica o apoio do Estado à igreja, numa união já prevista e que se aprofundará), e releia os trechos que grifei. Depois clique aqui e analise a lógica e as propostas dos defensores do ECOmenismo para “salvar o planeta”. Todos querem a mesma coisa. E querem com a urgência que surge do medo insuflado nas massas. É como diz Ellen White: os últimos acontecimentos serão rápidos.

Os últimos 20 anos de loucura no mundo e no planeta Terra estão cobrando seu preço. Basta citar a tragédia no início do ano no Rio de Janeiro, os alagamentos crescentes em São Paulo capital, a tragédia em São Lourenço, Rio Grande do Sul, o tsunami e o terremoto no Japão com a desestabilização das usinas nucleares. Milhares de desabrigados, mortes, prejuízos materiais, dor, tristeza, sofrimento. E dúvidas e perguntas sobre o futuro do planeta e da humanidade. Parece que os terremotos e a água começaram a entrar nas nossas casas e mentes. Todo dia e o dia todo, na televisão, jornais, internet, nas casas, escolas, ambiente de trabalho, a preocupação cresce. É preciso, porém, olhar mais longe e fundo, ir às causas e à raiz dos problemas e acontecimentos, para poder ver futuro e esperança. É o que faz a Campanha da Fraternidade/2011 [da Igreja Católica], com o tema “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme em dores de parto” (Rm 8, 22).

O texto-base da Campanha da Fraternidade alerta para “a vida e suas dores no contexto do aquecimento global”. Em “da ética e do egotismo à ética do cuidado”, reflete: “A publicação do 4º relatório do IPCC contribuiu para a tomada de consciência de que o atual aquecimento global e as mudanças climáticas em curso não são apenas ‘um desastre natural, foram causados por homens’, ao desenvolverem um sistema econômico que agride a vida no e do planeta, e ‘já sacrificou muitas vidas, espécies e ecossistemas. O caminho tende à catástrofe planetária, e podemos ir ao encontro do destino dos dinossauros’. Dessa maneira, a atual crise ecológica coloca os propositores e mantenedores deste sistema em xeque. Trata-se de um sistema que exilou a ética da responsabilidade e do cuidado do âmbito de várias dimensões da vida, e fez que a estruturação e justificação de tudo que constitui o arcabouço de civilização atual tenha como âncora o imperativo do lucro e coloque as ciências e a própria vida a seu serviço.”

Os recentes acontecimentos alertaram todos, todas e o mundo. Há urgência de ações, em nível micro e macro, individuais e coletivas, governos e sociedade. O objetivo geral da Campanha da Fraternidade é: “Contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”. E lembra São Francisco: “Resgatar São Francisco neste contexto de nossas relações com as criaturas da natureza significa valorizar suas atitudes. Primeiramente, a pobreza, que neste santo significou a não posse, reverteu-se em redenção para as criaturas, e lhe possibilitou pelo olhar contemplativo alcançar o que eram realmente, a ponto de as chamar de irmãs e irmãos. A razão é simples. Em última análise, este olhar purificado de poder e lucro revela que as criaturas são dom de Deus e também portam sinais do Criador.”

O tempo chegou, e é urgente. É como a criança que, depois de nove meses, não pode mais esperar para ver a luz do sol e partilhar a alegria de viver. As dores da mãe são muitas e fortes. Mas a esperança no ventre é maior que qualquer sofrimento. É preciso nascer, é preciso dar à luz. Assim como ele ou ela enfeitam a manhã e a vida do pai e da mãe, dão-lhe novo sentido, fazem crescer a partilha e o amor, um novo projeto de desenvolvimento, um novo modelo de sociedade, baseados numa economia solidária e em valores diferentes dos valores do capitalismo neoliberal, são necessários, imprescindíveis. Não há mais como esperar, diz a Campanha da Fraternidade. É preciso engajamento, vontade política, mobilização social, conscientização para construir o amanhã baseado no bem viver e na solidariedade. Senão as tragédias continuarão caindo sobre nossas cabeças, tirando vidas, ameaçando a humanidade e destruindo o futuro.

As dores de parto não permitem mais esperar e adiar uma nova vida que teima em nascer.

(Selvino Heck, assessor especial da Secretaria Geral da Presidência da República, Jornal do Brasil)

Nota: Faz tempo que os líderes católicos apregoam um futuro construído pela solidariedade (desde os meus tempos de católico eu ouço isso). O discurso é bonito e empolga, mas é falho. Infelizmente, este mundo caminha inexoravelmente para a destruição. Podemos apenas amenizar o problema com nosso cristianismo responsável e prático, com nosso conceito de “mordomia cristã”, mas a solução final e definitiva virá de Deus por ocasião da volta de Jesus. Volte ao texto acima, escrito por um representante do governo (o que indica o apoio do Estado à igreja, numa união já prevista e que se aprofundará), e releia os trechos que grifei. Depois clique aqui e analise a lógica e as propostas dos defensores do ECOmenismo para “salvar o planeta”. Todos querem a mesma coisa. E querem com a urgência que surge do medo insuflado nas massas. É como diz Ellen White: os últimos acontecimentos serão rápidos.

terça-feira, 22 de março de 2011

Khadafi promete ‘uma longa guerra’ contra forças ocidentais



O líder líbio descreveu a operação internacional para derrubá-lo como 'uma agressiva cruzada colonial'

Um dia depois de forças norte-americanas e europeias iniciarem uma ampla campanha militar contra o governo de Muammar Khadafi, o líder líbio fez neste domingo, 20, um discurso desafiador, prometendo “vingança e uma longa guerra até a vitória”.
Khadafi falava por telefone à televisão estatal, que, por razões de segurança, não revelou seu paradeiro. O coronel líbio não é visto em público desde que os Estados Unidos e países europeus deram sinais de que iniciariam a maior intervenção militar no mundo árabe desde a guerra do Iraque. No domingo, bombardeiros norte-americanos B-2 atingiram um dos principais campo de pouso do país.
Em seu pronunciamento de domingo, Khadafi garantiu que suas forças sairão vitoriosas.  Repetiu também uma afirmação feita no sábado de que postos militares haviam sido abertos para seus simpatizantes e de que o povo líbio agora estava armado. Em vez de uma imagem do líder líbio, a televisão estatal mostrou uma estátua de um punho de ouro segurando um avião de combate norte-americano — um monumento a um ataque norte-americano a um dos palácios de Khadafi em 1986.

Antecipando uma “longa guerra”, Kadafi declarou: “Não deixaremos a nossa terra. Vamos libertá-la”

“Vamos lutar se vocês continuarem seus ataques contra nós. Aqueles que estão no solo ganharão a batalha”, declarou. “O petróleo líbio não será deixado para os Estados Unidos, França e Grã-Bretanha.”
No sábado, Khadafi disse que a ação internacional foi injustificada, e a chamou de “uma agressiva cruzada colonial que pode dar início a outra guerra dos cruzados em grande escala.”
‘No-fly zone’ - A operação para monitorar a zona de exclusão aérea  está sendo conduzida pelos governos francês e britânico, segundo o Pentágono. Mas o Pentágono também informou que as forças americanas estavam montando uma campanha inicial para derrubar sistemas de defesa aéreos, e que lançaram uma série de mísseis Tomahawk para derrubar radares e sistemas de comunicação ao redor da capital Trípoli.
Em visita ao Brasil, o presidente norte-americano Barack Obama reiterou as promessas de que forças terrestres norte-americanas não seriam mobilizadas.
“Estou profundamente consciente dos riscos de qualquer ação militar, independentemente dos limites que impusermos”, disse Obama. “Quero que o povo norte-americano saiba que o uso da força não é a nossa primeira escolha, e não é uma escolha que eu faço de ânimo leve. Mas não podemos ficar de braços cruzados quando um tirano diz a seu povo que não haverá misericórdia”.
(opiniao.notícia)

Mateus 24:7-8
"Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores."
O namoro tranquilo protege de problemas mentais e obesidade, e induz a manter um estilo de vida com menores condutas de risco e consumo abusivo de álcool e tabaco, conclui um recente estudo. Muitos casais, com anos de convivência em uma relação estável e sólida, mas, às vezes cheias de problemas práticos como fazer compras, pagar contas e cumprir tarefas domésticas, costumam lembrar com saudade da época do namoro, quando viviam um para o outro sob o quente e doce abraço do amor. "Por um lado tínhamos menos dinheiro. Por outro, mais tempo do que agora, mas éramos mais felizes e a vida parecia uma aventura", afirmam Javier e Elena, um veterano casal que, confessa, gostaria de sentir os suspiros do início, "quando eram apenas namorados e curtiam cada instante como se fosse o último". Agora os cientistas acabam de descobrir uma razão adicional, mais relacionada aos problemas de saúde do que aos afãs do amor, para sentir saudades da doce etapa inicial de toda relação, na qual parece que tudo é possível e está prestes a ser descoberto, em que os relacionamentos parecem destinados a durar para sempre.

Pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade da Flórida (EUA) constataram que os estudantes universitários quenamoram firme têm vantagens para saúde similares as doscasados felizes, desde apresentarem menos depressão, ansiedade e estresse do que os solteiros, até menor risco de sofrer doenças graves e crônicas.

No estudo, o médico Scott Braithwaite e sua equipe de psicólogos, investigam se a saúde física e mental pode variar em função da relação romântica não matrimonial e se este tipo de relacionamento também protege de algumas condutas de risco.

O estudo foi feito com a participação de 1.621 universitários com idades entre 18 e 25 anos. Eles responderam sobre o tipo de relação amorosa, se sofriam de problemas psicológicos e afetivos e transtornos da alimentação, se os resultados acadêmicos foram influenciados por gripes, lesões, problemas de sono, bronquite, otites e mononucleose.

Foi levado em consideração ainda o índice de massa corporal dos participantes, assim como o consumo de álcool, tabaco e drogas e a vida sexual durante o ano acadêmico.

Comprovou-se que os estudantes com namoro estável não só têm melhor saúde mental, mas menos sobrepeso e obesidade do que os que permanecem solteiros.

De acordo com analistas da Flórida, o namoro poderia "proteger" contra os comportamentos de risco. Os jovens envolvidos em "relacionamentos românticos" têm menos encontros sexuais do que os solteiros e também abusam menos do álcool.

Os especialistas acreditam que o "efeito protetor" do casamento - os casais felizes tendem a fumar e beber menos, a dirigir de forma mais segura e estar em forma - começa antes de contraí-lo, durante o namoro.

A pesquisa da Universidade da Flórida é uma das primeiras a investigar os efeitos do namoro na saúde. Os efeitos do casamento já foram alvos de outros estudos.

Como exemplo, cita a feita por especialistas da Universidade de Pittsburg, nos Estados Unidos, que descobriram que as mulheres felizes no casamento têm menos problemas para dormir do que as que não mantêm uma relação estável.

"As mulheres felizes no casamento se queixam menos de dificuldades para dormir, de acordar durante a noite ou muito cedo e de sono agitado, se comparadas com as que têm relacionamentos felizes", assinala a professora de Psiquiatria Wendy Troxel, diretora da investigação.

Por sua vez, os casais felizes reduzem o risco de acidente vascular cerebral nos homens, de acordo com outro estudo, liderado pelo médico Uri Goldbourt, professor de medicina preventiva da Universidade de Tel Aviv, em Israel.

A pesquisa descobriu que os homens solteiros e os que não estão à vontade com suas relações parecem estar em maior risco de morrer de derrame, coágulo e ruptura dos vasos sanguíneos que irrigam o cérebro se comparados com os aqueles que têm a sorte de um casamento feliz.


Nota: Não é à toa que Deus tenha dito, quando da criação do ser humano: "Não é bom que o homem esteja só." O casamento entre um homem e uma mulher foi estabelecido por Deus para ser uma bênção ao ser humano. Fica claro que a estabilidade (compromisso) do casamento e o romantismo dos tempos de namoro são os ingredientes essenciais para um relacionamento feliz e saudável. É preciso investir no casamento para que os cônjuges possam viver os benefícios dessa relação sagrada. Além disso, fica claro, também, que sexo sem compromisso e relacionamentos fugazes como o "ficar" não levam aos mesmos benefícios da relação estável e compromissada. Não poderia ser diferente, já que foi Deus quem projetou o ser humano para relacionamentos corretos. Detalhe: o namoro e o casamento são assuntos tão importantes que a escritora inspirada Ellen White recomenda orar quatro vezes mais quando o assunto é a escolha da(a) companheiro(a) para a vida.

Débora Borges

Sete mandamentos da amizade

1. Sorria sempre – O sorriso transmite alegria e esperança.

2. Mostre-se amigo – A amizade sai por entre os dedos em um aperto de mão.
3. Seja cordial – Os olhos são as janelas por onde se vê a amizade.
4. Interesse-se pelos outros – Escute os problemas de quem está aflito, de quem precisa desabafar.
5. Elogie e incentive – Às vezes basta uma palavra para mudar um rumo,
6. Não se imponha – Os outros também têm idéias boas.
7. Dê a mão a quem precisa – Escute e ofereça o ombro a quem sofre.



(Amilton.menezes)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Documentário - A Origem do Mal





Ganhando Tudo Através da Perda


“Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para conseguir Cristo” (Fil. 3:7-8). 

Certa pessoa, com uma imaginação santificada, criou o diálogo abaixo, que ilustra bem este processo de entregar tudo a Deus, para ficarmos livres para servir aos outros.
— Quero comprar essa pérola. Quanto custa?
— Bom, diz o vendedor, é muito cara.
— Mas, quanto é? perguntamos.
— Uma quantia bem elevada.
— Acha que tenho condições de comprá-la?
— Lógico; todo mundo tem.
— Mas o senhor não disse que era cara?
— Disse.
— E quanto é?
— Tudo que você possui, responde o vendedor.
E então tomamos a decisão.
— Está bem. Vou comprá-la, dizemos.
— Bom; e o que você possui? indaga ele. Vamos anotar tudo.
— Tenho cem mil reais no banco.
— Ótimo. Cem reais cruzeiros. E o que mais?
— Só isso. Não tenho mais nada.
— Mais nada?
— Bem, tenho alguns trocados no bolso.
— Quanto?
E começamos a procurar.
— Vejamos — cinqüenta, cem, duzentos, quinhentos reais.
— Ótimo! E o que mais você tem?
— Mais nada. É só isso aí.
— Onde você mora? ele começa a averiguar.
— Em minha casa. É; tenho uma casa.
— Então a casa também entra, diz ele, e anota a casa.
— Quer dizer então que vou ter de passar a morar na minha barraca de camping?
— Ah, então tem uma barraca? Ela vem também. E que mais?
Terei que dormir em meu carro?
— Você tem carro?
— Dois.
— Os dois agora são meus, O que mais?
— Bom, o senhor já está com meu dinheiro, minha casa, minha barraca e meus carros. O que mais quer?
— Você é sozinho no mundo?
— Não, tenho esposa e dois filhos.
— Ah, sim, sua mulher e filhos também. O que mais?
Não tenho mais nada. Estou sem nada agora.

E, de repente, o vendedor exclama:
— Ah, ia-me esquecendo! Você — você também.
Tudo se torna meu — a esposa, os filhos, a casa, o dinheiro, os carros e você também.

E em seguida explica:
— Mas escute bem — vou permitir que você fique com essas coisas por enquanto. Mas não se esqueça de que tudo é meu, inclusive você. E quando eu precisar de qualquer uma delas, você terá que entregá-las a mim, pois agora sou o dono de tudo.
É isso que significa aceitar a idéia de servidão. Um conceito muito rígido, difícil, não é? É, sim; muito difícil.., mas agora sabemos por quê.

Não um receptor; mas um doador.
Não uma pessoa que guarda rancor, mas uma que perdoa.
Não um superastro; mas um servo.
Você está para iniciar uma das maiores aventuras de sua vida.

– Texto extraído e adaptado do livro “Eu Um Servo? Você Está Brincando!”, de Charles Swindoll.



(iasdemfoco)

Sinais do fim – todos de uma vez

Quando são mencionados os sinais da volta de Jesus, algumas pessoas respondem mais ou menos assim: “Terremotos, fome e violência sempre existiram.” É verdade, muitas dessas mazelas sempre existiram, desde que Adão e Eva foram expulsos do paraíso após desobedecerem a Deus. Ao que tudo indica, terremotos são efeitos secundários do dilúvio, que causou a fragmentação da crosta terrestre em grandes placas mais ou menos instáveis. O que muitos não estão se dando conta é da intensidade e ocorrência simultânea de todos os sinais numa mesma época. É como as dores do parto que vão se tornando mais intensas e sentidas a intervalos cada vez menores à medida que vai chegando o momento de dar à luz. Jesus breve voltará para dar fim à história de pecado e para enxugar dos olhos toda a lágrima (Ap 21:4).


...“Dez Grandes Sinais da Volta de Jesus”.



1. O sinal dos “escarnecedores” (2Pe 3:3, 4). Pedro anunciou que as condições prevalecentes nos “últimos dias” seriam de descrença a respeito dos sinais da vinda de Cristo. Sem dúvida, isso é verdade hoje. Cada escarnecedor moderno é um sinal que fala e se move. O cristão pode dizer ao escarnecedor: “Amigo, Pedro fez uma predição a seu respeito. Você é um dos últimos sinais que estou vendo!”



2. O sinal da “guerra” (Mt 24:6, 7). O século 20 testemunhou as duas maiores guerras da história (1914-1918; 1939-1945). No total, mais de 70 milhões de pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram). O século 20 foi o mais sangrento já registrado. [E as guerras continuam...]



3. O sinal da “fome” (Mt 24:7). Os últimos cem anos testemunharam quatro das maiores fomes de toda a história (Rússia 1921, 1933; China 1928-1930; Bangladesh 1943-1944. Estima-se que cerca de 20 milhões de pessoas morreram). [Leia mais aqui.]



4. O sinal da “pestilência” (Mt 24:7). O século passado testemunhou também uma das maiores pestilências de toda a sua história (“Gripe Espanhola” de 1918. Estima-se 21 milhões de vítimas). [Isso sem contar o iminente risco da superbactéria.]



5. O sinal dos “terremotos” (Mt 24:7). O último século ainda testemunhou dois dos maiores terremotos da história (China, 1920, 180 mil mortos; Japão, 1923. Total de feridos 1,5 milhão, dos quais 200 mil morreram). O terremoto no Japão foi descrito na ocasião como a “maior catástrofe desde o dilúvio”. [Faltou mencionar os terríveis terremotos do Haiti, no ano passado, e o quarto maior terremoto da história, ocorrido neste mês, no Japão, com intensidade máxima de 9 graus na escala Richter.]



6. O sinal dos “tempos difíceis” (2Tm 3:1-3). A despeito dos equipamentos mais engenhosos e caros para combater o crime, a violência, assassinato, roubo e estupro, estes estão aumentando em proporções alarmantes. Os governos podem restringir, mas não eliminar esses problemas.



7. O sinal do “temor” (Lc 21:25-26). Desde o advento da bomba nuclear, nosso sonho de paz e segurança se transformou em terrível pesadelo, quando o grande conhecimento que os seres humanos adquiriram deveria lhes garantir segurança. [O terrorismo crescente também gera medo.]



8. Sinal dos “Dias de Noé” (Mt 24:37-39). Nos dias de Noé, o avanço e grande conhecimento da civilização foram ofuscados pela violência desenfreada e pela escandalosa imoralidade. O mesmo ocorre hoje. [Mundo torto.]



9. O sinal do “evangelho” (Mt 24:14). Durante os últimos anos, por meio da página impressa, da internet, rádio e televisão, a pregação do evangelho em escala mundial se tornou uma possibilidade real. Um único homem pode atingir uma audiência de dezenas e mesmo centenas de milhões de pessoas! A Bíblia está traduzida em mais de 1.300 línguas e é distribuída a uma média de 100 milhões de cópias por ano.



10. O sinal “estas coisas” (Lc 21:28-32). Quando confrontadas com a impressiva relação de sinais, algumas pessoas argumentam: “Mas crimes, guerras, terremotos e pestilências sempre ocorreram. Não há nada de anormal nisso; portanto, como tratá-las como sinais? Além do mais, pessoas sinceras no passado esperaram a volta do Senhor em seus dias e foram desapontadas. Elas interpretaram mal os sinais. Não poderíamos estar cometendo o mesmo equívoco?” Aqueles que levantam essa objeção deixam de considerar uma diferença muitíssimo significativa entre a nossa geração e as gerações passadas: hoje, pela primeira vez, desde que Jesus ascendeu ao Céu, todos os principais sinais preditos para o tempo do fim estão sincronizados! Um ou mais desses sinais podem ter ocorrido nas gerações passadas, mas nunca todos eles ocorreram simultaneamente, como vemos hoje!



Conclusão



1. Jesus nunca nos pediu que crêssemos na proximidade de Sua vinda com base apenas em um sinal. Um floco de neve não provoca uma avalanche. Mas quando todos os sinais rapidamente se multiplicam, dando assim seu testemunho acumulado, se transformam em uma avalanche de irresistível poder. Portanto, inequivocamente esses sinais da vinda de Cristo não deixam margem para que pessoas inteligentes deixem de reconhecê-los. São tão claros como se Deus estivesse falando por intermédio dos trovões ou se estivesse escrevendo em letras gigantescas no céu!



2. Por que você imagina que Deus nos deu a oportunidade de ouvir essas maravilhosas boas-novas? Para que pudéssemos “discernir os sinais dos tempos” e estar prontos para receber Jesus com avidez e alegria.



3. Lucas 21:28: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça; porque a vossa redenção está próxima.” 


(Criacionismo.blog)
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