sexta-feira, 29 de abril de 2011

La verdad del sábado en 2 minutos


Estados Unidos querem se aliar ao Vaticano

Os Estados Unidos têm interesse em ser um aliado do Vaticano, de acordo com documentos revelados pelo site WikiLeaks e antecipados nesta quinta-feira pela revista italiana L’Espresso. Segundo os documentos, a secretária de Estado americana Hillary Clinton teria orientado os embaixadores e diplomatas do país a criarem uma página na internet para acompanhar as novidades do governo pontifício. “O Vaticano pode ser uma potência aliada ou um inimigo ocasional. Devemos fazê-lo ver que a nossa política pode ajudá-lo a avançar em muitos princípios”, orientou o Departamento de Estado. Os relatórios, que serão publicados na sexta-feira pela revista, informam que os Estados Unidos consideram o Vaticano um modelo a ser estudado com atenção. “Trata-se de uma armada impressionante: 400 mil sacerdotes, 750 madres, cinco mil monges e frades, relações diplomáticas com 177 países, três milhões de escolas, cinco mil hospitais, braço operativo da Caritas com 165 mil voluntários e dependentes que prestam assistência a 24 milhões de pessoas”, afirmam os documentos.

O Departamento de Estado americano ainda apontou que a relação do país com o governo pontifício deve ser construída com cuidado. “Tudo depende da relação que possamos construir: devemos trabalhar juntos quando as nossas posições são complementares, assegurando que a nossa linha seja compreendida quando são divergentes”, dizem os textos.


Nota: Há um século (quando isso era inconcebível), Ellen White escreveu: “Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através da voragem para apanhar a mão do espiritismo [de onde vêm, por exemplo, as principais produções espíritas do mundo]; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 588). Será que falta muito para que essa tríplice união seja consolidada? Tarefa de casa: reler atentamente o capítulo 13 do Apocalipse.[MB]

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O cético


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Música do dia - Andrea Bocelli - The Lord's Prayer


iPhone registra os lugares que você frequentou


Pesquisadores descobriram que o iPhone rastreia todos os lugares que você visitou e mantém um registro detalhado destes dados em seu celular. As informações são memorizadas no dispositivo e sincronizadas quando você o conecta ao computador.
O arquivo contém as coordenadas do celular com latitude e longitude, e as informações de data e horário. Isso significa que qualquer pessoa que tenha acesso ao seu celular ou ao seu computador é capaz de descobrir sua rotina e seu trajeto.
Esta não é a primeira vez que um dispositivo tecnológico gera esse tipo de informação. Determinados programas já permitiam usuários de serem localizados por meio do celular — o próprio “Google Latitude” fornece esse tipo de serviço mediante assinatura.
Algumas redes de celulares já gravavam as localizações dos dispositivos, mas disponibilizava essas informações apenas para polícia e outras organizações desde que apresentassem ordem da corte judicial.
A diferença do iPhone é de que o celular gera essas informações sem o usuário saber. E, até onde os pesquisadores sabem, também é o único celular a fazê-lo. Os celulares mais antigos não gravam esses dados.
“A Apple tornou possível para quase qualquer pessoa — uma esposa ciumenta ou um detetive particular — que tenha acesso ao seu telefone ou computador ter informações detalhadas sobre onde você tem estado”, explica Pete Warden, um dos pesquisadores.

Igreja Cristã Contemporânea permite casamento gay

                                    
Deu na revista Trip: “Enquanto uma poderosa bancada evangélica tenta bloquear direitos LGBT no congresso, uma modesta igreja carioca mostra que é capaz de amar ao próximo. Fundada por um casal gay evangélico, permite que qualquer orientação sexual ande de mãos dadas com a orientação religiosa. Bem vindos à Igreja Cristã Contemporânea. [O] movimento [foi] fundado por Marcos Gladstone, pastor, gay, dissidente da Igreja Evangélica Congregacional que desde 2006 arrebanhou mais de mil fiéis à sua instituição – onde prega os mesmos ensinamentos das pentecostais-padrão, com uma única exceção: não faz restrições a opções sexuais de seus seguidores. [...]


“‘Para ser pastor é preciso estar casado, é importante ver um casal no altar. Queremos ser referência de família’, explica Roberto Soares, pastor da filial de Belo Horizonte, casado há nove anos com Anderson Pereira. ‘Passamos aos fiéis nossos valores, orientamos sobre sexo, falamos de promiscuidade e traição’, conta Roberto. Ele é o cara da oratória. ‘É muito comum no meio gay o sexo sem compromisso e outros comportamentos que nos afastam do poder de Deus. Aceitamos o sexo antes do casamento, desde que feito com amor’, emenda Anderson, que também responde pelo louvor dos cultos na capital mineira. [...]

“Fábio [...] nasceu e cresceu na Igreja Universal. Perdeu a fé aos 24 anos, ‘acreditava que Deus não me amava, passei a usar drogas, tomava ecstasy em boates’, e a reencontrou em 2006, quando conheceu Marcos. Juntos, fundaram a primeira sede, no terceiro andar de um sobrado no bairro da Lapa, no Rio, tradicional território de travestis e prostitutas da cidade. ‘A igreja nasceu e cresceu em torno do nosso amor’, diz Marcos, formado e pós-graduado em teologia pela Universidade Metodista Bennett do Rio de Janeiro. Como tantos outros líderes religiosos Brasil afora, também recebeu uma revelação divina. Em seu caso, na cidade de San Francisco, nos Estados Unidos, berço da militância gay. Lá, diz sua biografia, ‘o Senhor Jesus revelou que sua orientação sexual era algo que jamais poderia mudar ou fugir daquilo que foi constituído por Deus para ser’. Em 2002, de volta ao Brasil, onde havia deixado uma noiva a um pé do altar, se assume gay, rompe com sua igreja e conhece Fábio. [...]”


terça-feira, 26 de abril de 2011

Una biblia para los ateos

Cuatro siglos después de la publicación de la Biblia del rey Jaime, el filósofo británico AC Grayling escribió un libro que les ofrece a los ateos su propia "biblia".


En "The Good Book, a secular bible" (El Buen Libro, una biblia secular -foto-) el profesor Graylingintenta mezclar en un solo tomo la sabiduría de los filósofos de la Grecia clásica, del confucionismo, de los poetas medievales y los descubrimientos de la ciencia moderna. 



Sin ninguna referencia a dioses, almas o al más allá, Grayling apunta a proporcionarles a los ateos un libro de inspiración y guía que los ayude a desenvolverse en el mundo.



En lugar de los bien conocidos Diez Mandamientos, sus principios ateosson: "Ama bien, busca lo bueno de todas las cosas, no dañes a otros, piensa por ti mismo, asume tu responsabilidad, respeta la naturaleza, da lo mejor de ti, infórmate, sé bondadoso, sé valiente".






A Crucificação | Uma Perspectiva Médica


domingo, 24 de abril de 2011

Estados Unidos y China discutirán la próxima semana sobre derechos humanos


Estados Unidos y China se van a reunir en Pekín entre los días 27 y 28 de abril para discutir en torno a los derechos humanos. El Departamento de Estado de EE UU asegura que las conversaciones tocarán temas espinosos como las detenciones, los arrestos y la libertad de culto.

"Los encuentros se van a centrar en los derechos humanos", explicó una declaración del Departamento de Estado, "incluyendo las recientes tendencias negativas en desapariciones forzadas, detenciones ilegales y arrestos, así como la legislación del orden publico, la libertad de culto, de expresión, los derechos laborales, los de las minorías y otros asuntos preocupantes". Por el lado estadounidense, las conversaciones las dirigirá el Secretario Asistente de Democracia, Derechos Humanos y Trabajo, Michel Posner.

A EUCARISTIA É A UNIÃO VISÍVEL ENTRE TODOS, DIZ PAPA


Pontífice reflete sobre a unidade dos cristãos na Missa da Ceia do Senhor


ROMA, quinta-feira, 21 de abril de 2011 (ZENIT.org) - O Papa advogou nesta Quinta-feira Santa por uma unidade dos cristãos “tão visível que constitua para o mundo a prova do envio de Jesus pelo Pai”.
Bento XVI celebrou a Missa da Ceia do Senhor no fim de tarde de hoje em Roma, na Basílica de São João de Latrão.
Em um momento de sua homilia, o Papa enfocou uma súplica da última ceia, “que, segundo João, Jesus repetiu quatro vezes na sua Oração Sacerdotal. Como O deve ter angustiado no seu íntimo! Tal súplica continua sem cessar sendo a sua oração ao Pai por nós: trata-se da oração pela unidade”, disse Bento XVI.
Jesus “pede que todos se tornem um só, ‘como Tu, ó Pai, estás em Mim, e Eu em Ti, que eles também estejam em nós, para que o mundo acredite’ (Jo 17, 21)”.
“Só pode haver a unidade dos cristãos se estes estiverem intimamente unidos com Ele, com Jesus. Fé e amor por Jesus: fé no seu ser um só com o Pai e abertura à unidade com Ele são essenciais.”
Portanto – afirmou Bento XVI –, “esta unidade não é algo somente interior, místico. Deve tornar-se visível; tão visível que constitua para o mundo a prova do envio de Jesus pelo Pai”.
“Por isso, tal súplica tem escondido um sentido eucarístico que Paulo pôs claramente em evidência na Primeira Carta aos Coríntios: ‘Não é o pão que nós partimos uma comunhão com o Corpo de Cristo? Uma vez que existe um só pão, nós, que somos muitos, formamos um só corpo, visto participarmos todos desse único pão’ (1 Cor 10, 16-17).”
Com a Eucaristia – disse o pontífice –, nasce a Igreja. “Todos nós comemos o mesmo pão, recebemos o mesmo corpo do Senhor, e isto significa: Ele abre cada um de nós para além de si mesmo. Torna-nos todos um só”.
“A Eucaristia é o mistério da proximidade e comunhão íntima de cada indivíduo com o Senhor. E, ao mesmo tempo, é a união visível entre todos. A Eucaristia é sacramento da unidade. Ela chega até ao mistério trinitário, e assim cria, ao mesmo tempo, a unidade visível.”
“Digamo-lo uma vez mais: a Eucaristia é o encontro pessoalíssimo com o Senhor, e no entanto não é jamais apenas um ato de devoção individual; celebramo-la necessariamente juntos. Em cada comunidade, o Senhor está presente de modo total; mas Ele é um só em todas as comunidades.”
“Por isso, fazem necessariamente parte da Oração Eucarística da Igreja as palavras: ‘una cum Papa nostro et cum Episcopo nostro’. Isto não é um mero acréscimo exterior àquilo que acontece interiormente, mas expressão necessária da própria realidade eucarística”, afirmou o Papa.
“E mencionamos o Papa e o Bispo pelo nome: a unidade é totalmente concreta, tem nome. Assim, a unidade torna-se visível, torna-se sinal para o mundo, e estabelece para nós mesmos um critério concreto.”
Segundo Bento XVI, “todos nós devemos aprender sempre de novo a aceitar Deus e Jesus Cristo como Ele é, e não como queríamos que fosse. A nós também nos custa aceitar que Ele esteja à mercê dos limites da sua Igreja e dos seus ministros”.
“Também não queremos aceitar que Ele esteja sem poder neste mundo. Também nos escondemos por detrás de pretextos, quando a pertença a Ele se nos torna demasiado custosa e perigosa.”
“Todos nós temos necessidade da conversão que acolhe Jesus no seu ser Deus e ser Homem. Temos necessidade da humildade do discípulo que segue a vontade do Mestre.”
“Nesta hora, queremos pedir-Lhe que nos fixe como fixou Pedro, no momento oportuno, com os seus olhos benévolos, e nos converta”, disse o Papa.

sábado, 23 de abril de 2011

Kit Gay do MEC


Origem da Páscoa


Páscoa
DEFINIÇÃO: Festa religiosa, em que os judeus comemoram sua saída do Egito, sob o comando de Moisés. Festa religiosa, em que os cristãos comemoram a ressurreição de Cristo, seu fundador. Ambas definições estão juntas no “Dicionário Cultural da Língua Portuguesa” da Editora Brasiliense S/A sob a coordenação geral de Faissal El-khatib. A palavra Páscoa vem da palavra hebráica “pesach” e do grego “pascha” que significam “passagem”. Podem ter diversos significados tais como: passagem da morte para a vida – passagem de Deus para nos salvar – passagem da escravidão para a liberdade, enfim, a passagem pela qual o homem que se encontra neste mundo, passa para um novo céu e uma nova terra.

HISTÓRIA E INSTITU
IÇÃO DA PÁSCOA
Israel ainda era apenas um povo escravizado no Egito, quando Moisés foi enviado por Deus, para libertar Seu povo. O Faraó, obviamente não quis perder o braço escravo e não permitiu a saída dos israelitas. Ocorreu então o derramamento das pragas, mas, contudo Faraó não deixou que os israelitas se fossem. O juízo de que o Egito fora em primeiro lugar advertido, deveria ser o último a ser mandado. Deus é longânimo e cheio de misericórdia.
Tem terno cuidado pelos seres formados à Sua imagem. Se a perda das suas colheitas, rebanhos e gado, houvesse levado o Egito ao arrependimento, os filhos não teriam sido atingidos; mas a nação obstinadamente resistiu à ordem divina, e agora o golpe final estava prestes a ser desferido. A Moisés tinha sido proibido, sob pena de morte, aparecer outra vez à presença de Faraó; mas uma última mensagem da parte de Deus deveria ser proferida ao rebelde rei, e novamente Moisés veio perante ele, com o terrível anúncio: “Assim o Senhor tem dito: À meia-noite Eu sairei pelo meio do Egito; e todo o primogênito na terra do Egito morrerá, desde o primogênito de Faraó, que se assenta com ele sobre o seu trono, até o primogênito da serva que está detrás da mó, e todo o primogênito dos animais”. Êx. 11:4 e 5.
Antes da execução desta sentença, o Senhor por meio de Moisés deu instruções aos filhos de Israel relativas à partida do Egito, e especialmente para a sua preservação no juízo por vir. Cada família, sozinha ou ligada com outras, deveria matar um cordeiro ou cabrito “sem mácula”, e com um molho de hissopo espargir seu sangue “em ambas as ombreiras, e na verga da porta” da casa, para que o anjo destruidor, vindo à meia-noite, não entrasse naquela habitação. Deviam comer a carne, assada, com pão asmo e ervas amargosas, à noite, conforme disse Moisés, com “os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do Senhor”. Êx. 12:1-28.
O Senhor declarou: “Passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e sobre todos os deuses do Egito farei juízos. … E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo Eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando Eu ferir a terra do Egito.” Em comemoração a este grande livramento, uma festa devia ser observada anualmente pelo povo de Israel, em todas as gerações futuras. “Este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo”.
Ao observarem esta festa nos anos futuros, deviam repetir aos filhos a história deste grande livramento, conforme lhes ordenou Moisés: “Direis: Este é o sacrifício da Páscoa do Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas.” A PÁSCOA CRISTàA páscoa devia ser tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando Seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro sacrifical representa o “Cordeiro de Deus”, em quem se acha nossa única esperança de salvação. Diz o apóstolo: “Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.” I Cor. 5:7. Não bastava que o cordeiro pascal fosse morto, seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras; assim os méritos do sangue de Cristo devem ser aplicados à alma. Devemos crer que Ele morreu não somente pelo mundo, mas que morreu por nós individualmente.
Devemos tomar para o nosso proveito a virtude do sacrifício expiatório.
O hissopo empregado na aspersão do sangue era símbolo da purificação, assim sendo usado na purificação da lepra e dos que se achavam contaminados pelo contato com cadáveres. Na oração do salmista vê-se também a sua significação: “Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve”. Sal. 51:7.
O cordeiro devia ser preparado em seu todo, não lhe sendo quebrado nenhum osso; assim, osso algum seria quebrado do Cordeiro de Deus, que por nós devia morrer. Êxo. 12:46; João 19:36. Assim também representava-se a inteireza do sacrifício de Cristo.
A carne devia ser comida. Não basta mesmo que creiamos em Cristo para o perdão dos pecados; devemos pela fé estar recebendo constantemente força e nutrição espiritual dEle, mediante Sua Palavra. Disse Cristo: “Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue, tem a vida eterna”. E para explicar o que queria dizer, ajuntou: “As palavras que Eu vos disse são espírito e vida”. João 6:53, 54 e 63.
O cordeiro devia ser comido com ervas amargosas, indicando isto a amargura do cativeiro egípcio. Assim, quando nos alimentamos de Cristo, deve ser com contrição de coração, por causa de nossos pecados. O uso dos pães asmos (sem fermento) era também significativo. Era expressamente estipulado na lei da Páscoa, e de maneira igualmente estrita observado pelos judeus, em seu costume, que fermento algum se encontrasse em suas casas durante a festa. De modo semelhante, o fermento do pecado devia ser afastado de todos os que recebessem vida e nutrição de Cristo. Assim Paulo escreve à igreja dos coríntios: “Alimpai-vos, pois do fermento velho, para que sejais uma nova massa. … Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade.” I Cor. 5:7 e 8.
Antes de obterem liberdade, os escravos deviam mostrar fé no grande livramento prestes a realizar-se. O sinal de sangue devia ser posto em suas casas, e deviam, com as famílias, separar-se dos egípcios e reunir-se dentro de suas próprias habitações. Houvessem os israelitas desrespeitado em qualquer particular as instruções a eles dadas, houvessem negligenciado separar seus filhos dos egípcios, houvessem morto o cordeiro mas deixado de aspergir o sangue nas ombreiras, ou tivesse alguém saído de casa, e não teriam estado livres de perigo. Poderiam honestamente ter crido haver feito tudo quanto era necessário, mas não os teria salvo a sua sinceridade. Todos os que deixassem de atender às instruções do Senhor, perderiam o primogênito pela mão do destruidor.
Pela obediência, o povo devia dar prova de fé. Assim, todos os que esperam ser salvos pelos méritos do sangue de Cristo, devem compenetrar-se de que eles próprios têm algo a fazer para conseguir a salvação. 
Conquanto seja apenas Cristo que nos pode remir da pena da transgressão, devemos desviar-nos do pecado para a obediência. O homem deve ser salvo pela fé, e não pelas obras; contudo, a fé deve mostrar-se pelas obras. Deus deu Seu Filho para morrer como propiciação pelo pecado, Ele manifestou a luz da verdade, o caminho da vida, Ele concedeu oportunidades, ordenanças e privilégios; e agora o homem deve cooperar com esses instrumentos de salvação; deve apreciar e usar os auxílios que Deus proveu – crer e obedecer a todas as reivindicações divinas. Com vemos Jesus foi identificado com o cordeiro da “páscoa judaica”, que a exemplo daquele, foi morto para que os que cressem nÊle, não morressem. Na verdade, Jesus é a nossa Páscoa.
A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA CRISTÃ
Em Mateus 26:17 em diante, é narrada a celebração da última páscoa em que Jesus participou com Seus discípulos e a partir do verso 26 está a instituição da páscoa pelo Senhor Jesus, oferecendo sua vida, simbolicamente representada pelo pão, sua carne, e pelo vinho, seu sangue, que Ele derramaria no calvário, por muitos, para remissão dos pecados. A páscoa cristã, em verdade, é celebrada no coração de cada cristão, que oferece a Deus sua própria vida, salva pelo Cordeiro Divino, que tem em si mesmo, vida eterna, podendo assim, ser o cordeiro de toda família humana que o aceite como tal.
AS “OUTRAS” PÁSCOAS.
Até agora, embora aparentemente eu tenha me referido a duas páscoas, a páscoa cristã e judaica são a mesma, instituída pelo mesmo Deus, com a mesma finalidade. A diferença é que a judaica prefigura a cristã, onde o cordeiro é substituído pelo próprio “Cordeiro de Deus”, Seu Filho, Jesus. Entretanto, o mundo tem criado suas próprias “páscoas”. Assim, temos a “páscoa” dos coelhos, a “páscoa” dos ovos de chocolates, que nada lembram a salvação da qual Deus nos tem feito dignos. Desviam nossas crianças do verdadeiro sentido da páscoa, não os deixando ver que estão perdidos, necessitados de alguém que os substitua na morte. Há apenas a alegre festa dos chocolates, onde tudo parece estar muito bem, ninguém com pecados a resgatar, ninguém necessitado de um Salvador, mas apenas aguardando uma festa totalmente distanciada do verdadeiro cristianismo.
Na Páscoa Judaica, eles devem estar vestidos como quem está pronto para viajar, conscientes de que não estão em sua terra, mas partem em busca de uma nova pátria, a terra prometida. Na Páscoa Cristã, quando temos recebido Jesus, como nosso cordeiro pascal, temos que estar conscientes de que também somos peregrinos, apenas de passagem por esta terra, e aguardamos novos céus e nova terra (Apocalipse 21:1) e (II Pedro 3:13).

Noam Chomsky: Talvez a Solução Para o (Não-Existente) Aquecimento Global Seja Uma Ditadura


Um socialista a propôr fascismo? Onde é que já vimos algo parecido? Hmmm...Talvez no início dos anos 30 na Alemanha.
Suponhamos que era descoberto amanhã que o efeito de estufa havia sido subestimado, e que os efeitos catastróficos iriam ocorrer dentro de 10 anos e não daqui a 100 anos.
Bem, dado o estado dos movimentos populares actuais, provavelmente teríamos uma usurpação do poder por parte dos fascistas, e provavelmente toda a gente iria concordar com isso uma vez que esse seria o único meio para a sobrevivência de todos nós.
Eu haveria de concordar com isso uma vez que, por agora, não há alternativas.
Ficamos a saber, portanto, que o alarmismo em torno do não-existente aquecimento global antropogénico (AGA) é bastante útil para pessoas com planos totalitários. Isto talvez explique o porquê das Nações Unidas pedirem ajuda a Hollywood para propagar a mensagem do aquecimento global.
É preciso não esquecer uma coisa importante àcerca do marxismo cultural: eles não se importam com os homossexuais, com as mulheres ou com o meio ambiente. A única coisa que os preocupa é o poder.
Eles querem ter uma forma de controlar os recursos mundiais sem que a humanidade sinta que está a ser controlada por ditadores. Como tal, e como é normal entre os totalitários, eles inventam um falso inimigo e colocam-se a jeito para serem "os escolhidos" para lutar contra o "inimigo" que eles criaram.
As palavras de esquerdistas Noam Chomsky são um lembrete muito forte do que está realmente por trás do movimento ambientalista.


Evangelho segundo o Twitter


quinta-feira, 21 de abril de 2011

O segredo do feijão com arroz



Tanto os médicos, como nutricionistas ou outros porfissionais de saúde, assim como muitas pessoas leigas, sabem que em uma dieta equilibrada, toda pessoa deve ingerir os aminoácidos essenciais para que não se encontre desnutrido.

Os aminoácidos formam as proteínas, que necessitamos para varias funções em nosso organismo. O corpo humano é capaz de produzir bem, 10 desses aminoácidos, 2 produz parcialmente e 8 diretamente não produz. Para que o organismo possa fabricar todas as proteínas do nosso organismo ele necessita desses 8 aminoácidos também, que devem ser ingeridos através da alimentação, esses são: valina, leucina, isoleucina, fenilananina, triptofano, metionina, treonina e a lisina.


Pois bem! Um dos pratos preferidos e utilizados no dia-a-dia da culinária brasileria, o famoso feijão com arroz, contém um segredo especial para os vegetarianos. 

Segundo o livro biologia de Curtis y Barnes no cap. 3, pag 87, 6ª edição em espanhol.

O feijão é uma excelente fonte de isoleucina e lisina. O arroz tem  uma quantidade adequada dos outros 6 aminoácidos (valina, leucina, felinalanina, triptofano, metionina e treonina). 

A combinção de arroz com feijão, constitui um menu de proteinas quase tão perfeito como os ovos ou uma porção de carne. 

Assim que vegetarianos, principalmente brasileiros, não deixem de aproveitar o bom feijão com arroz!


Jessé Oliveira


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Principio vital

En la medicina alternativa, muchos afirman la existencia de un "principio vital" en los seres humanos. 
Para que se pueda conocer mejor sobre este tema, transcribo abajo parte de la pagina  12 y 13 del libro de biología de Helena de Curtis y N. Sue Barnes 6ª Edición.

A lo largo de la historia siempre se ha discutido qué significa "estar vivo". Hasta hace bastante poco tiempo, unos 200 años, muchos biólogos prominentes creían que los sistemas vivos son esencialmente diferentes de los sistemas no vivos, y que los primeros contienen dentro de sí un "espíritu vital" que los capacita para desempeñar actividades que no pueden ser llevadas a cabo fuera de un organismo vivo. Este concepto se conoce como vitalismo, y a quienes lo proponían, como vitalistas.

En el siglo XVII, los vitalistas tuvieron oposición de un grupo conocido como mecanicistas. Este grupo consideraba a la vida como algo muy especial, pero no fundamentalmente distinto de los sistemas del mundo inanimado. El filósofo René Descartes (1596-1650) fue un destacado defensor de este punto de vista. Los mecanicistas comenzaron mostrando que el cuerpo trabaja esencialmente de la misma manera que una máquina; los brazos u las piernas se mueven como palancas, el corazón como una bomba, los pulmones como fuelles y el estómago como un mortero con su mano. Estos modelos mecánicos simples eran de gran utilidad para la comprensión del funcionamiento animal.

En el siglo XIX, el debate acerca de las características distintivas de los sistemas vivos había progresado más allá. Entonces el argumento se centró en si la química de los organismos vivos está gobernada o no por los mismo principios de la química realizada en laboratorio. Los vitalistas sostenían que las operaciones químicas llevadas a cabo por los tejidos vivos no podían desarrollarse experimentalmente en el laboratorio, y clasificaban a las reacciones en dos categorías: "químicas" y "vitales". Sus opositores, conocidos también como reduccionistas (dado que creían que las operaciones complejas de los sistemas vivos podían reducirse a otras más simples y más fácilmente comprensibles), lograron una victoria parcial cuando el químico alemán Friedrich Wöhler (1800-1882) convirtió una sustancia "inorgánica", el cianato de amonio, en una sustancia conocida presente en los seres vivos, la urea. Por otra parte, los alegatos de los vitalistas estaban apoyados por el hecho que, a medida que el conocimiento químico mejoraba, en los tejidos vivos se encontraban muchos compuestos nuevos que nunca habían sido vistos en el mundo vivo o inorgánico. 

A fines del siglo XIX, el principal vitalista era Louis Pasteur, quien sostenía que los cambios que tenían lugar cuando el jugo de fruta se transformaba en vivo eran "vitales" y podían ser llevados a cabo sólo por células vivas, las células de levadura. A pesar de los muchos avances que se produjeron en la química, esta etapa de la controversia duró hasta casi terminar el siglo. En 1898, los químicos alemanes Edward y Hans Buchner mostraron que una sustancia extraída de las levaduras podía producir fermentación fuera de la célula viva. a esta sustancia se le dio el nombre de enzima, de zyme, palabra griega que significa "levadura" o "fermento". Así de demostró que una reacción "vital" era una reacción química, y el asunto fue finalmente dejado de lado.

En la actualidad se acepta generalmente que los sistemas vivos "obedecen" a las leyes de química y de la física, y los biólogos modernos ya no creen en un "principio vital".

Jessé Oliveira

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