quarta-feira, 20 de abril de 2011

Geneticamente e Espiritualmente Programados Para a Monogamia


Embora inúmeros filmes e programas de televisão mostrem o acto sexual casual como “nada de demais” ou mesmo normal, de acordo com os dados científicos, essa crença está errada. Aparentemente, a química cerebral associada ao acto sexual é exclusivamente conduciva para o casamento.
Os doutores Joe McIlhaney e Freda McKissic Bush disponibilizaram o alcance do conhecimento médico actual (no que toca ao sexo casual) no seu livro “Hooked: New Science on How Casual Sex Is Affecting Our Children(1).
O aumento da dopamina (químico presente no cérebro que proporciona a sensação de satisfação)acompanha as experiências excitantes e satisfatórias, que por sua vez estimulam uma vontade de repetir a actividade que produz essa sensação. Contudo, os autores ressalvam que a dopamina é moralmente neutra, uma vez que a mesma sensação de satisfação associada a dopamina pode ser o resultado de actividades boas e saudáveis, ou de actividades más e prejudiciais.
De acordo com McIlhaney e Bush, quando a mulher é tocada de uma forma amorosa, o seu cérebro produz oxitocina, o que por sua vez activa sentimentos de proximidade e confiança. O aleitamento tem o mesmo efeito: encoraja os laços entre a mãe e o seu bébé. O aumento do contacto físico íntimo produz mais oxitocina o que conduz a um maior desejo por essa sensação de proximidade.
Tal como a dopamina, a produção de oxitocina não é controlada pela consciência, mas é, sim, um efeito fisiológico do contacto. Quando isto é experimentado fora do vínculo do casamento, os autores notaram que as mulheres podem-se enganar a elas mesmas pensando que um mau relacionamento é bom devido aos efeitos da oxitocina que é produzida pelo contacto físico. Isto leva a que quando tais relacionamentos terminam, a quebra do laço que os unia (e os sentimentos de traição que daí nascem) possam conduzi-las a traumas emocionais.
Nos homens, um dos efeitos da vasopressina (químico que inunda o cérebro masculino durante o acto sexual) é o de gerar uma sensação de união com a parceira. Pesquisas mostram que, se ele tem relações sexuais com múltiplas parceiras, a sensação de união é dissipada, e consequentemente, a sua abilidade de formar relacionamentos duradouros é posta em perigo.
A teoria da evolução está apenas “interessada” em que a humanidade tenha um mecanismo anatómico eficiente como forma de propagar os genes. O imperativo de acasalar e propagar os genes não haveria necessariamente de estar conectado a relações de duração longa. Pelo contrário, de acordo com a evolução, quanto mais parceiros um indivíduo tiver, mais oportunidades ele tem de ter uma descendência diversificada.
O cérebro humano, no entanto, aparenta ter sido especialmente arquitetado de modo a encorajar a monogamia, a confiança e casamentos baseados no compromisso – chegando ao ponto do cérebro possuir um sistema coordenado de produção de químicos (conectados ao nosso sentido táctil) como forma de produzir sentimentos de intimidade.
Esta especificidade do cérebro humano está de acordo com o plano de Deus para o casamento. A existência destes sistemas fisiológicos que encorajam o relacionamento é precisamente o que seria de esperar de Um Criador que planeou o casamento de modo que o homem e a mulher se tornassem numa carne (Génesis 2:24)
O texto de “Hooked” e a Sagrada Escritura mostram que aqueles que seguem o plano monogâmico de Deus para a sexualidade (quer seja por intencionalmente seguirem as instruções da Bíblia ou não) possuem relacionamentos mais saudáveis e felizes com os respectivos cônjuges.
Conclusão:
Mais uma vez se vê que quando a ciência é propriamente interpretada, ela está de pleno acordo com a Bíblia.

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