terça-feira, 31 de maio de 2011

Bolsonaro e o fuzilamento da direita



No Brasil de hoje, como se sabe, ninguém é de direita. Ou melhor: a direita existe, mas é uma espécie de sujeito oculto, que só aparece para justificar os heroicos discursos da esquerda – eterna vítima dela. Lula governou oito anos, promoveu seus companheiros aos mais altos cargos e salários estatais, fez sua sucessora, e a esquerda continua oprimida pela elite burguesa. É de dar pena. Nessa doce ditadura dos coitados, é preciso cuidado com o que se fala. Os coitados são muito suscetíveis. Foi assim que o deputado federal Jair Bolsonaro foi parar no paredão.

Capitão do Exército, Bolsonaro é filiado ao Partido Progressista, mas é uma espécie de reacionário assumido. Defende abertamente as bandeiras da direita – que, como dito acima, não existem mais. Portanto, Bolsonaro não existe. Mas fala – e esse é seu grande crime. Depois da polêmica entrevista do deputado ao CQC, da TV Bandeirantes, o líder do programa, Marcelo Tas, recebeu e-mails de telespectadores revoltados. Parte deles protestava contra o próprio Tas, por ter dado voz a Jair Bolsonaro. Na Constituição dos politicamente corretos – assim como nas militares –, liberdade de expressão tem limite.

A grande barbaridade dita por Bolsonaro no CQC, em resposta à cantora Preta Gil, foi que um filho seu não se casaria com uma negra, por não ser promíscuo. Uma declaração tão absurda que o próprio Marcelo Tas cogitou, em seguida, que o deputado não tivesse entendido a pergunta. Foi exatamente o que Bolsonaro afirmou no dia seguinte. Estava falando sobre homossexualismo, e não percebeu que a questão era sobre racismo: “A resposta não bate com a pergunta”, disse o deputado.

Se Jair Bolsonaro é ou não é racista, não é essa polêmica que vai esclarecer. No CQC, pelo menos, ele não disparou deliberadamente contra os negros. Estava falando de promiscuidade, porque seu alvo era o homossexualismo. O conceito do deputado sobre os gays é, como a maioria de seus conceitos, reacionário. A pergunta é: por que ele não tem o direito de expressá-lo?

Bolsonaro nem sequer pregou a intolerância aos gays. Disse inclusive que eles são respeitados nas Forças 
Armadas. O que fez foi relacionar o homossexualismo aos “maus costumes”, dizendo que filhos com “boa educação” não se tornam gays. É um ponto de vista preconceituoso, além de tacanho, mas é o que ele pensa. Seria saudável que os gays, com seu humor crítico e habitualmente ferino, fossem proibidos de fustigar a truculência dos militares?

A entrevista também passou pelo tema das cotas raciais. Jair Bolsonaro declarou o seguinte: “Eu não entraria num avião pilotado por um cotista. Nem aceitaria ser operado por um médico cotista”.
O conceito do deputado sobre os gays é reacionário. Mas por que ele não tem o direito de expressá-lo?
É a resposta de um reacionário, um dinossauro da direita, proscrito pelas modernas ideologias progressistas e abominado por sua lealdade ao regime militar. Mas é uma boa resposta. E agora?

Agora o Brasil bonzinho vai fazer o de sempre: passar ao largo do debate e choramingar contra a direita. Eis um caminho de risco zero. Processar Bolsonaro, o vilão de plantão, é vida fácil para os burocratas do humanismo. No reinado do filho do Brasil, até o nosso Delúbio, com a boca na botija do mensalão, gritou que aquilo era uma conspiração da direita contra o governo popular. O filão é inesgotável.

Cutucar o conservadorismo destrambelhado de Bolsonaro é atração garantida. Mas censurá-lo em seguida não fica bem. Parece até coisa dos antepassados políticos dele. A metralhadora giratória do capitão dispara absurdos, mas não está calibrada para fazer média com as minorias – e isso é raro hoje em dia.

De mais a mais, se manifestantes negros podem tentar barrar um bloco carnavalesco que homenageia Monteiro Lobato, por que um deputado de direita não pode ser contra o orgulho gay e as cotas raciais? Vai ver o preconceito também virou monopólio da esquerda.

Pesquisa comprova que fé em Deus é inerente ao ser humano


2e1t4qb Pesquisa comprova que fé em Deus é inerente ao ser humano
Uma pesquisa conduzida por dois acadêmicos da Universidade de Oxford, Inglaterra, intitulada “Projeto de Cognição, Religião e Teologia” teve o custo recorde de 1,9 milhão de libras esterlinas. Sua conclusão final é que o pensamento humano está “enraizado” em conceitos religiosos.
O projeto envolveu ao todo 57 eruditos, oriundos de 20 países, que lecionam disciplinas como Antropologia, Psicologia e Filosofia. A investigação se propunha a descobrir se a crença em divindades e na vida depois da morte são conceitos aprendidos ao longo da vida ou são inerentes ao ser humano.
Segundo o professor Roger Trigg, um dos diretores do projeto, nossa tendência natural é “ver um propósito neste mundo… nós procuramos um sentido. Pensamos que existe algo mais, mesmo que não consigamos vê-lo… Tudo isso tende a gerar em nós uma forma religiosa de pensar”. Para ele, a pesquisa mostrou que religião “não é apenas algo que algumas poucas pessoas fazem no domingo em vez de ir jogar golfe… Reunimos várias evidências que sugerem que a religião é um aspecto comum da natureza humana, presente em diferentes sociedades. Isto sugere que as tentativas de suprimir a religião tendem a ter vida curta, uma vez que o pensamento humano parece estar enraizado em conceitos religiosos, como a existência de deuses ou agentes sobrenaturais, a possibilidade de vida após a morte, e de algo anterior a essa”.
O doutor Trigg destaca ainda que, curiosamente, as pessoas que vivem nas cidades de países mais desenvolvidos, são menos propensas a serem religiosas do que as que vivem no campo ou em áreas economicamente menos desenvolvidas.
Realizado em Oxford, um dos estudos conduzidos pela equipe concluiu que crianças com menos de cinco anos de idade são mais propensas a crer em situações “sobrenaturais”, do que a entender as limitações dos seres humanos. Nesse experimento, perguntava-se às crianças se as mães delas sabiam que objeto estava guardado em uma caixa fechada. Crianças de três anos de idade acreditavam que suas mães e Deus sempre sabiam qual era o conteúdo, mas a partir dos quatro as crianças começavam a entender que suas mães não eram oniscientes.
Outro estudo feito na China mostrou que pessoas de diferentes culturas creem instintivamente que alguma parte de sua mente, alma ou espírito sobrevive de alguma forma após a morte.
O diretor do projeto, Dr. Justin Barret, do Centro de Antropologia e Mente da Universidade de Oxford, afirma que a fé é um fenômeno que subsiste nas diversas culturas do mundo porque as pessoas que compartilham os laços da religião “são mais propensas a cooperar com a sociedade”.
Ele faz questão de enfatizar que “o projeto não se dispôs a provar que Deus ou deuses existem”. O doutor Trigg entende ainda que “tanto ateus quanto as pessoas religiosas podem utilizar o estudo para defender seu ponto de vista”. “Richard Dawkins aceitaria nossas conclusões e diria que temos de evoluir para sair disso. Mas as pessoas de fé podem argumentar que a universalidade do sentimento religioso serve ao propósito de Deus. Se existe um Deus, então ele teria nos dado inclinações para procurá-lo”, conclui.
Os eruditos de Oxford acreditam fortemente que a religião não vai se enfraquecer,  como muitos especulam.
(networkedblogs)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Vaticano lança documento sobre família e trabalho

Nesta terça-feira, 23, foi lançado o documento “A Família: o trabalho e a festa”, catequeses preparadas para o 7º Encontro Mundial das Famílias que acontecerá em Milão, Itália, entre os dias 30 de maio e 3 de junho de 2012.
Durante a coletiva de imprensa no Vaticano, foi apresentado também o novo site do Pontifício Conselho para a Famíliaonde é possível obter informações sobre as atividades do dicastério e seus principais projetos.

No site há também um espaço dedicado ao próximo Encontro Mundial das Famílias onde será possível a visualização do documento “A Família: o trabalho e a festa”.  

Na coletiva de imprensa, o presidente do Pontifício Conselho para a Família, Cardeal Ennio Antonelli, recordou que neste ano comemora-se o 30º aniversário da criação deste dicastério do qual ele é presidente e também do Pontifício Instituto João Paulo II para estudos sobre matrimônio e família. Assim, o encontro em Milão será um congresso teológico-pastoral que nos três primeiros dias contará com a presença do Papa Bento XVI.


"Um subsídio precioso para a preparação deste evento é o livro das catequeses com o tema do encontro “A Família: o trabalho e a festa”, feitos sob os cuidados do Pontifício Conselho para a Família e da Arquidiocese de Milão, que compreende 10 catequeses bíblicas e textos do magistério”, disse Dom Antonelli.



O Arcebispo de Milão, Cardeal Dionigi Tettamanzi, salientou que as catequese podem ajudar no caminho de tantas dioceses em todo mundo e se tornar referência útil não somente para as iniciativas das pastorais familiares e de trabalho. 



Para o bispo-auxiliar de Milão, Dom Franco Giulio Brambilla, coordenador do grupo de trabalho no evento e vice-presidente do Comitê científico preparatório do Congresso teológico-pastoral, as catequeses formam um trinômio que parte da família para abri-la ao mundo.


“O trabalho e a festa são modos no qual a família habita no espaço social e vive no tempo humano. O primeiro grupo de catequeses se baseia no modo de viver em casa”, esclareceu Dom Brambilla.


Segundo o coordenador, é necessário que as casas se tornem espaços de acolhimento, lugares onde é construída uma profunda unidade entre o casal e seus filhos. 



O segundo grupo de catequeses aborda a vida cotidiana a partir do trabalho. “O trabalho não pode ser somente meio de sustento econômico, mas deve se tornar um lugar de identidade pessoal e de relação social”, destaca o bipo-auxiliar de Milão.



Já a terceira parte das catequeses se concentra sob o estilo no qual as famílias festejam, lembrando que no contexto atual muitos deixaram de ver o domingo como tempo de festa. 



Por isso, Dom Brambilla destaca que as famílias precisam colocar no seu estilo de vida o sentido da festa, vendo no domingo também um momento para o encontro da comunidade.

Prefeitura e Estado apoiam evento idolátrico


Na quarta-feira, o leitor Bruno Carvalho, de Votorantim, SP, se deparou com o outdoor acima e o fotografou. É evidente que vivemos num país que (ainda) preza pela liberdade religiosa e que devemos respeitar todo tipo de expressão de fé (desde que não intente contra a vida e a liberdade das pessoas, é claro), até mesmo as mais idolátricas (leia Êxodo 20:4, 5). Mas o que salta à vista é o fato de que, se todas as religiões são consideradas iguais pelas autoridades civis, algumas, infelizmente, são “mais iguais” do que as outras. A objetável união entre (uma) igreja e Estado ainda existe veladamente. E vai se estreitar com o tempo.

domingo, 29 de maio de 2011

Fé ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares



Durante 30 anos médicos americanos analisaram milhares de pacientes e constataram que a religiosidade pode ajudar a diminuir fatores de risco.


A pesquisa feita nos Estados Unidos concluiu que a fé pode ajudar a reduzir sintomas como ansiedade, depressão e estresse, além de mudar hábitos como parar de beber e fumar. A discussão já chegou ao meio acadêmico. Durante 31 anos, médicos americanos acompanharam 6.500 pacientes e constataram que a fé os ajudou na prevenção de doenças do coração. “Pode variar de 25% a 35% a redução nessas taxas de mortalidade cardiovascular, mas desde que o seguimento seja longo, o seguimento de ideias seja de 15, 20, 30 anos”, explica Álvaro Avezum Júnior, cardiologista. Segundo os cardiologistas dos sete últimos estudos internacionais envolvendo crença x saúde, seis mostram que quando a pessoa exercita a espiritualidade, a chance de morrer por causa de problemas cardiovasculares diminui.

Um dos estudos avaliou quase quatro mil idosos. Os que frequentavam alguma reunião religiosa tiveram 40% na redução da taxa de pressão alta.

Os médicos dizem que a religiosidade ajuda a reduzir a produção de adrenalina e cortizol, um hormônio que está presente nos momentos de estresse e depressão, fatores de risco de doenças como infarto e derrame.

“O enfrentamento de situações estressoras, com quaisquer fatores, e um deles é a religiosidade, atenuaria e a pessoa conseguiria gerenciar melhor o problema que está na frente dela”, informa o cardiologista. [...]

A oração, a fé podem ajudar mesmo, mas os cardiologistas reforçam que o paciente que tem algum problema de saúde precisa tomar remédio direitinho e fazer exames regularmente, seguindo sempre as orientações médicas.

EUA enfrentam tornado mais mortal em 50 anos



O tornado mais mortal dos últimos 50 anos nos Estados Unidos impressiona pelos números, pelas imagens e pelo impacto que causa na mídia, mesmo aquela já habituada com “temporadas de furacões”. Já foram contabilizados 122 mortos, 750 pessoas estão feridas e em torno de 1,5 mil desaparecidas. Os prejuízos estão na casa dos bilhões de dólares, e a cidade de Joplin será uma ferida aberta por muito tempo. Segundo o Serviço Meteorológico Nacional dos EUA, 73 tornados assolaram nove estados no último fim de semana. Nos jornais do Missouri, onde fica o município, as capas dos jornais dão uma dimensão ínfima do que deve ter sido a tormenta.


Nota: O tornado devastador rasgou um caminho de um quilômetro de largura e seis quilômetros de comprimento em linha reta, através de Joplin, no Missouri. Mais informações e fotos aqui.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Líderes religiosos da Terra Santa em defesa do meio ambiente


Jerusalém, 19 mai (RV) - Judeus, cristãos e muçulmanos juntos na salvaguarda do meio ambiente. O Conselho das Instituições Religiosas da Terra Santa (CRIHL) aprovou recentemente uma declaração sobre as mudanças climáticas.

Segundo o Patriarcado Latino de Jerusalém, o texto redigido expressa um convite religioso a combater as mudanças climáticas. O objetivo da declaração, que se baseia nos resultados científicos de um grupo de especialistas das Nações Unidas, é multiplicar as ações contra as mudanças climáticas, invocando a autoridade moral dos líderes religiosos.

Em segundo lugar, o documento promove a cooperação inter-religiosa sobre esse tema que é de interesse comum. Lê-se na declaração que as mudanças climáticas são um desafio global, por isso, é urgente intervir.

"Reconhecemos as raízes espirituais dessa crise e a importância de uma resposta religiosa. Convidamos todos os nossos fiéis a considerarem o Planeta e seus recursos como um dom de Deus e a reduzirem as emissões de gases que provocam o efeito estufa" - frisa na nota o Conselho das Instituições Religiosas da Terra Santa – que convida os líderes políticos a aplicarem medidas severas a fim de evitar maiores danos ao clima. 


Nota DDP: União de segmentos religiosos ignorando suas diferenças e traçando objetivos comuns, invocação de princípios morais que, obviamente, se escoram em leis religiosas e, a chamada do braço político para tomada de medidas severas com base em leis civis no tema em foco.

Pareceria apenas um bela iniciativa, não se conformasse de forma tão latente com os contornos da profecia que antecipa como terminará esta história.

O cético


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terça-feira, 17 de maio de 2011

12 hábitos ajudam a manter a família unida


Saiba como é possível fortalecer o vínculo afetivo com pequenas atitudes
por Letícia Gonçalves
Crescem os estudos que comprovam como os familiares interferem na nossa saúde física e mental, independente da idade. Uma pesquisa publicada no Jornal da Associação Americana do Coração, por exemplo, comprovou que pacientes da terceira idade se recuperam muito mais rápido de derrame quando acompanhados dos parentes. Já um outro estudo recente da Universidade de Oregon, nos EUA, indicou que pais com dificuldades de relacionamento têm mais chances de ter bebês com distúrbios durante o sono.
Manter o vínculo afetivo é uma vantagem e tanto, mas nem sempre é fácil. "Há famílias que se veem muito, porém as pessoas não são tão próximas, porque tem o componente da afinidade. Construímos vínculos com as pessoas que nem sempre podem existir nas famílias", explica a psicóloga Eliana Alves, do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro. Confira a seguir alguns ingredientes diários que podem incrementar os laços afetivos e aumentar - de fato - a união familiar.
1. Respeite os limites de cada um
Esse é um dos hábitos mais difíceis, pois implica aceitar algumas diferenças. "Cada indivíduo da família tem seu ritmo, seu jeito de vivenciar as coisas da vida. Tanto os filhos como os pais desenvolvem essa percepção do 'jeito de cada um'", conta o psiquiatra Paulo Zampieri, Terapeuta de Casais e Famílias, de São Paulo. Procurar respeitar essas peculiaridades - desde que não sejam preocupantes - pode ajudar a resolver conflitos familiares de uma forma muito mais fácil.
                                       

 2. Priorize o bom humor
Procure encarar os conflitos familiares com mais disposição. Muitos deles surgem por motivos pequenos e são alimentados pelo cansaço e estresse do dia a dia. "Encarar conflitos já é melhor do que evitá-los e há de ser com bom humor, senão fica sempre parecendo cobrança ou bronca", aconselha o psiquiatra Paulo Zampieri.
                                   
3. Cozinhe em conjunto
A psicóloga Eliana Alves fala que é importante criar espaços que propiciem um vínculo afetivo. "Vivemos no imperativo da falta do tempo, mas é necessário se preocupar em criar momentos para conviver com nossos familiares", diz a especialista.
Para driblar essa falta de tempo, os programas conjuntos podem ser tarefas diárias como as atividades domésticas, que permitem uma troca de experiências. "Atividades lúdicas e domésticas ajudam todos os membros da família a se apropriarem dos pertences do lar, aprendendo juntos as tarefas que um dia os filhos também farão", afirma o psiquiatra Paulo Zampieri.
                                   
 4. Incentive o diálogo
Essa é uma das práticas mais fundamentais. De nada adianta viver unidos sob o mesmo teto se não há conversa, se as pessoas não compartilham seus sentimentos e experiências de vida. O diálogo permite saber o que o outro está pensando e sentindo e é a melhor forma de resolver desentendimentos.
"Os familiares são os maiores parceiros que filhos, pais e avós têm naturalmente na vida", lembra o psiquiatra Paulo Zampieri, que dá uma boa dica para fortalecer os vínculos por meio do diálogo. "Peça aos avós que contem como foi a vida deles, como se uniram, o que pensavam da vida. É um jeito interessante de co-construir a história da família por meio dos protagonistas mais velhos e permite conhecer como os costumes mudaram", completa.
                                   
 5. Crie momentos de lazer com todos
Os familiares servem de apoio nas horas difíceis, mas também podem ser ótimas companhias para momentos de distração e divertimento. O psiquiatra Paulo Zampieri conta que, quando os filhos são pequenos, fica mais fácil: "É só convidar que todos vão", comenta.
No entanto, quando os filhos crescem e se tornam mais independentes, essas ocasiões ficam cada vez mais incomuns. "Quando a família cultiva esses hábitos desde cedo, gera a possibilidade de conservar atividades de lazer em conjunto em etapas mais adultas", completa o especialista.
                                   
 6. Procure estar disponível
Não precisa ser super-herói: é impossível estar disponível o tempo todo e a família precisa entender isso, principalmente as crianças. Entretanto, mostrar disponibilidade para conversar e dar atenção, sempre que possível, é fundamental. De acordo com o psiquiatra Paulo Zampieri, os pais devem fazer isso de forma declarada. "Conte comigo", "sou seu parceiro" ou "se precisar, estou aqui" são frases que ajudam os filhos a encontrarem um momento de poder falar.
                                  
 7. Evite que a rotina agitada e estressante interfira no contato familiar
É nada agradável encontrar uma pessoa em casa com a cara fechada, sem vontade de conversar. Experimente imaginar que, no momento em que você for passar pela porta de entrada, as preocupações do trabalho ficarão do lado de fora. A família poderá ser uma excelente forma de distração!
Em alguns momentos, procure também deixar o trabalho e demais compromissos em segundo plano. "Tal postura pode indicar valorização do contato, como se a pessoa estivesse dizendo à família: 'vocês são importantes para mim'", afirma a psicóloga clínica Michelle da Silveira, de São Paulo.
                                   
 8. Invista no afeto
Há várias formas de manifestá-lo, vale a sua criatividade de adaptá-las ao tempo e à rotina que você possui. Não se esqueça também do carinho físico. Um simples abraço proporciona conforto e uma ligação muito forte. "O afeto pode ser uma forma de aproximação das pessoas. A partir dele, outros sentimentos fundamentais para as relações serem estabelecidas são formados, como: respeito, compreensão, tolerância, entre outros", explica a psicóloga Michelle da Silveira.
                                   
 9. Não espere os finais de semana
Procure se lembrar de estreitar os vínculos sempre. Um telefonema, um email ou mesmo uma mensagem por celular podem ser demonstrações de afeto que fazem a diferença. "Com maior tempo de interação, as pessoas poderão se conhecer melhor, agregar pontos positivos da outra pessoa, descobrir afinidades e, a partir daí, estreitar os laços que podem levar à construção de vínculos mais estáveis", esclarece a psicóloga Michelle da Silveira.
                                   
 10. Reconheça os próprios erros
Ninguém na família é perfeito, inclusive os pais. Segundo a psicóloga Michelle da Silveira, assumir falhas pode implicar em mudança, uma vez que a pessoa refletiu sobre a sua ação e, em uma próxima situação parecida, tentará agir de forma diferente. "Esse comportamento de flexibilidade gera confiança na pessoa com a qual se relaciona, pois ela fica com a idéia de que o erro poderá não se repetir", completa.
                                   
 11. Crie momentos a sós com cada um
Estimular ocasiões exclusivas entre marido e mulher ou mãe e um dos filhos, entre outras possibilidades, facilita a comunicação. A psicóloga Michelle da Silveira explica que isso favorece o conhecimento entre as pessoas e facilita a criação de sentimentos, como intimidade e confiança.
                                    
12. Seja um exemplo
Suas pequenas atitudes no âmbito familiar podem gerar admiração pelos parentes. Quando há essa admiração, a possibilidade de existir vínculos é maior. A psicóloga Michelle da Silveira explica: "Existe nas relações a intenção comum entre as partes de agregar valores, e só é possível obter esses valores, em geral, de alguém sobre o qual se nutre admiração".
p.s. Vamos tentar?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

domingo, 15 de maio de 2011

Pelo menos 65 feridos em confrontos numa manifestação


Pelo menos 65 feridos em confrontos numa manifestação
Cerca de 100 pessoas atacaram no sábado um grupo de cristãos que se manifestava no Cairo, em frente à sede da televisão estatal, reivindicando medidas que resolvam a tensão religiosa.

Os manifestantes encontravam-se à porta da sede da televisão estatal no Cairo, onde têm permanecido na última semana depois dos confrontos entre cristãos e muçulmanos que deixaram uma igreja em cinzas e causaram 15 mortos.

Mais de 100 pessoas invadiram o local, atirando pedras e bombas incendiárias a partir de um carro, levando a polícia e os militares a dispararem para dispersarem a multidão, tendo sido detidas, pelo menos, 15 pessoas.

Fontes hospitalares citadas pela Associated Press indicaram que 65 pessoas ficaram feridas, duas delas encontrando-se em situação crítica.

Os confrontos religiosos e uma onda de violência crescente têm sido os maiores desafios que os militares egípcios têm enfrentado após as manifestações que conduziram à queda do ex-presidente, Hosni Mubarak.

Os militares garantiram uma resposta firme à violência e prometeram responder a algumas reivindicações da população católica, incluindo a reabertura de cerca de 50 igrejas.

sábado, 14 de maio de 2011

O problema está nas entrelinhas, Sra. Marta



A bancada evangélica conseguiu novamente em uma atitude heroica barrar o PL 122/2006. Sou católico antiecumênico, mas devo admitir que os protestantes prestaram um valoroso serviço. A senadora Marta Suplicy, inconformada com a derrota, tentou mais uma vez ludibriar a sociedade com suas declarações. Marta que segundo o jornalO Estado de São Paulo incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência declarou: “O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão. Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas. O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?”, questionou Marta. 

Observem o trecho que destaquei: “...mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas”. A própria frase da senadora denúncia o que ela tentou omitir. A emenda que a ela destaca foi apenas uma manobra para tentar enganar a sociedade. Ela permite a liberdade de expressão para os religiosos APENAS DENTRO de seus templos. Fora deles lhes resta apenas a mordaça.

O que também não é mencionado é que a censura estende-se [igualmente] aos sites religiosos. Ou seja, com a emenda da Marta Suplicy, os sites e blogs religiosos não poderão exercer sua ideologia religiosa livremente, e caso preguem o mesmo que é pregado dentro de seus templos, estarão enquadrados no crime de homofobia.

Fica cada vez mais claro que nossa liberdade de expressão e religião está em xeque. Os religiosos serão enclausurados em seus templos, enquanto os homossexuais poderão exercer seu ativismo em qualquer lugar, incluindo escolas. Os pregadores serão calados, e os ativistas gays anunciarão nas praças.

Parabéns à bancada evangélica e a todos os deputados que lutam contra essa mordaça. Destaque para o nobre deputado Jair Bolsonaro chamando a senadora Marinor Brito de heterofóbica.

Fica a brilhante frase do grande jurista Ives Gandra ao comentar sobre o Kit Gay do MEC (Ministério de Educação), em entrevista ao Estado de São Paulo: “Tudo o que se tenta privilegiar, à luz do argumento de que isso tenha sido discriminado, acaba culminando numa discriminação às avessas.”

(Jefferson Nóbrega, Jornal do Brasil)

Nota: Em seu blog, Enézio E. de Almeida Filho citou uma frase do humorista Millôr Fernandes: “Antigamente o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como coisa normal... Eu vou-me embora, antes que se torne obrigatório.” E acrescentou o seguinte comentário: “Quero ver como o STF-LGBTS vai julgar essa frase antológica do Millôr Fernandes antes da PL-122... Como vai ser julgada? Homofobia? Millôr, eu vou ficar e resistir, pois resistir é existir! Traduzindo em graúdos: vou desobedecer civilmente a PL-122 e sofrer as consequências disso. Duela a quien duela! Será que em Pindorama tem cadeia suficiente para uns 40 milhões de pessoas que vão desobedecer a César?”

Em tempo: O leitor Linézio Marques comenta que "no mesmo dia, 12/05, enquanto o PL-122 teve sua votação adiada, o que não significa que será aprovado ou reprovado num futuro próximo, ao contrário, lá no SBT, independentemente de terem que esbarrar em qualquer Lei (na Lei divina, então, nem se fala) ou em qualquer rejeição pública, levaram ao ar sem pudor algum uma cena que, pelo menos algumas décadas passadas, seria censurada e considerada uma afronta imposta aos telespectadores".

Confira também: Kit Gay do MEC

"Em verdade vos digo que menos rigor haverá para Sodoma e Gomorra, no Dia do Juízo, do que para aquela cidade" (Mateus 10:11). "Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza" (Romanos 1:26).


(Criacionismo.blog)

Aparicion de la Virgen Maria en Costa de Marfil


uploaded by canalvideoloco on Apr 28, 2011

(www.videoloco.info) El 20 de abril de 2011, en Costa de Marfil, un extraño suceso fue presenciado por miles de personas que aseguran haber visto a la Virgen María, ¿Estaremos ante la presencia de un milagro y la aparición de la Virgen Maria? Juzgue usted mismo.

A medida que nos acerquemos al fin del tiempo, habrá una demostración cada vez mayor de poder pagano; deidades paganas manifestarán su notable poder, y se exhibirán a sí mismas ante las ciudades del mundo; y esta situación ya ha comenzado a cumplirse. Mediante una diversidad de imágenes el Señor Jesús le presentó a Juan el carácter malvado y la influencia seductora de los que se han destacado en su persecución del pueblo de Dios. Todos necesitan sabiduría para investigar cuidadosamente el misterio de iniquidad que figura en forma tan destacada en las postrimerías de la historia de esta tierra. . . En el tiempo mismo en que vivimos, el Señor ha llamado a su pueblo y le ha dado un mensaje para presentar. Lo ha llamado a exponer la maldad del hombre de pecado, que ha hecho de la ley del domingo un poder distintivo, que ha pensado en cambiar los tiempos y la ley, y ha oprimido al pueblo de Dios que se mantiene firme para honrarlo y guardar el único verdadero día de reposo, el sábado de la creación...
.
Maranata, p.138.



(Ultimaadvertencia.blog)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Jair Bolsonaro (PROGRAMA DO RATINHO)


A minha posição sobre as redes sociais online



Muito tem sido debatido a propósito das redes sociais online. Normalmente, centra-se esta discussão mais nosperigos e desvantagens do que nos benefícios e vantagens; contudo, penso que por vezes se tem perdido alguma eficácia e propósitodesvirtuando um enorme potencial que está ao nosso alcance.


Se falamos em redes sociais, temos de ver que isso não é um conceito novo: ele surgiudesde que existem seres viventes. Deus relaciona-se socialmente com todas as suas criaturas; e o homem, tendo sido criado à Sua imagem e semelhança, só podia refletir isso no seu comportamento.

Sendo que a primeira rede social era de âmbito exclusivamente familiar (Adão e Eva, a quem se juntaram filhos e filhas), logo que a humanidade se multiplicou pela face da terra, este conceito começou a assumir novas formas: vizinhos, estrangeiros, colegas de trabalho, viajantes, mercadores, etc..


Claro que naqueles tempos o relacionamento entre eles era apenas praticado de formapresencial (oral e visual) e mais tarde escrito, usado em laços familiares, de amizade, negócios, etc.. Com as devidas atualizações decorrentes do normal curso da História(começaram a haver lojas, escolas, cidades, etc.), assim se mantiveram durante séculos os métodos de relacionamento social entre os habitantes da terra.

Há contudo um pormenor que me parece importante mencionar desde já para perceber o contexto atual das redes sociais: para fazer parte de uma ou mais daquelas redes (conforme oleque de escolhas o estilo de vida que cada um fazia), era preciso que todos os seus membros se deslocassem no mesmo momento a um determinado lugar para partilharem ideias, pensamentos, bens, etc.. Isso sucedia mesmo tratando-se de um simples relacionamento entre apenas duas pessoas.

Ora, os avanços tecnológicos das últimas décadas alteraram radicalmente toda a nossa vida; e, como não podia deixar de ser, a forma como nos relacionamos também foiseriamente afetada.

As redes sociais online providenciam assim uma forma rápida, diria mesmo instantânea, de nosintegrarmos num grupo de interesses comuns ou num forum de debate, e decomunicarmos quase gratuitamente com qualquer pessoa (familiar, amigo, desconhecido, parceiro de negócios, figura pública, etc.). E, para isso, não precisamos sair da nossa casa ou empresa: cada um está no seu sítio, e ao mesmo tempo está em todo e qualquer lado.

Tudo se torna também mais visível e fácil de aceder - uma vez online, quantas vezesencontramos e somos encontrados sem procurar? Antigamente, isso apenas sucedia quando nos cruzávamos com alguém na rua; agora, simplesmente, isso também acontece online, e com muito mais facilidade e rapidez.

Haverá cuidados especiais que devemos tomar? Claro que sim! Mas será que isso é novidade? Não, não é.

Quando passeamos as nossas crianças nas praças e jardins públicos, não as deixámos fora de vista nem por um instante, e muitas vezes insistimos em segurá-las pela mão! Se precisamos de as inscrever numa escola, procuramos saber que "fama" têm os habituais frequentadores da mesma, para saber em que tipo de companhia vamos colocar os nossos filhos!

E se vamos a passar de noite numa rua apertada e com pouca luz, e vemos um grupo de pessoas encostado a uma parede com olhares suspeitos, alteramos logo o caminho, se o pudermos fazer! Se na nossa empresa surge um cliente novo que faz uma avultada compra, tratamos de averiguar primeiro da fiabilidade da pessoa em causa e tentamos garantir que receberemos o pagamento!

Isto para dizer que em todas as relações sociais que desde sempre existem, há cuidados que devem ser tomadosperigos que devem ser evitados. Com certeza que assim também deverá ser nas redes online, provavelmente com mais atenção ainda!

Não posso deixar de evidenciar um elemento que me parece merecedor de especial referência: as redes online expõem sempre o utilizador (o grau dessa exposição pode - e deve! - ser controlado). Aquilo que escrevemos, dizemos, gostamos e mostramos, torna-se de um momento para o outro visível para um público que, muitas vezes, não sabemos quem é, nem podemos gerir. Cada pessoa torna-se, muito na medida em que o permite, umator num palco com todas as luzes apontadas, sendo que pode não conseguir vislumbrar seja quem for na plateia.

Isto não é necessariamente mau; se o utilizador escolher fazer uma boa gestão da informação que coloca, poder-se-á reduzir o grau de visibilidade que, por defeito, as redes online proporcionam.

Contudo, e por tudo o que uma presença online nos oferece, devemos aproveitar esta oportunidade para aquilo que é mais importante e que, desta forma, nos permite ser, como referi, mais rápidos, de um alcance e tão baixos custos que de outra maneira não conseguiríamos.

Dou um exemplo: quando entro no meu Twitter, 90% dos posts que vejo são referentes a informações relevantes (quer notícias ou pessoais), nas quais se inclui uma boa medida de reflexões e textos bíblicos, muitas vezes com ligações para mais conteúdos.

Através das redes sociais online Facebook e Twitter, este blogue atingiu uma dimensão muito superior à que tinha antes delas. Sei que sou acompanhado por pessoas das maisdiferentes confissões religiosas, para algumas das quais já enviei livros missionários por via postal (semelhantemente, pela mesma via tenho também recebido simpáticas ofertas de amigos que só conheço online!). Recebo comentários de irmãos e amigos das mais incríveis e longínquas localizações pelo mundo de expressão portuguesa.

Para comparação, sugiro o seguinte raciocínio: este blogue recebe algumas centenas de visitas diárias; na realidade portuguesa, seremos capazes de apontar quais as igrejas que recebam, digamos, 300 pessoas semanalmente?!! (E veja que me sirvo só deste espaço; imagine este raciocínio para outros ainda mais divulgados...)

Uma breve análise será o suficiente para perceber que pessoas, empresas, comunidades religiosas, etc., há muito se aperceberam deste enorme potencial. E, além de o usarem,incentivam o comum e anónimo utilizador a fazer o mesmo.

Disse a mensageira do Senhor algo sobre as relações sociais? Eis a resposta (sublinhados meus):
"É pelas relações sociais que a religião cristã entra em contato com o mundo. Cada homem ou mulher que recebeu a iluminação divina deve derramar luz na senda tenebrosa dos que não conhecem o melhor caminho. A influência social, santificada pelo Espírito de Cristo, deve desenvolver-se na condução de almas para o Salvador. Cristo não deve ser escondido no coração como um tesouro cobiçado, sagrado e doce, fruído exclusivamente pelo possuidor. Devemos ter Cristo em nós como uma fonte de água, que corre para a vida eterna, refrescando a todos os que entram em contato conosco" (A Ciência do Bom Viver, ps. 495 e 496).
"Como discípulos de Cristo, não nos misturemos com o mundo por mero gosto do prazer, para unir-nos a eles na tolice. Tais associações só podem trazer prejuízo. Nunca devemos sancionar o pecado por nossas palavras, ou ações, nosso silêncio ou nossa presença. Aonde quer que formos, devemos levar conosco Jesus, e revelar a outros que precioso é nosso Salvador. Os que buscam esconder sua religião, porém, ocultando-a dentro de muros de pedra, perdem valiosas oportunidades de fazer bem. Por meio das relações sociais, o cristianismo se põe em contato com o mundo. Todo o que recebeu divina iluminação, deve lançar luz sobre o caminho dos que não conhecem a Luz da vida" (O Desejado de Todas as Nações, p. 152).
"Apoiando-se firmemente em Deus pela oração e a fé, a alma permanecerá firme na independência moral, todavia com bondade perfeita, perfeito amor. As tentações da sociedade são enfrentadas e resistidas, é mantida comunhão com Deus, e a comunhão entre vossa vida e Deus vos habilita a transmitir aos outros mediante vossas relações sociais as seletas bênçãos que o Céu tem a doar" (Carta 7, 1883)
"Em vossos negócios, nas amizades das horas de lazer, e no casamento, que todas as relações sociais que tiverdes sejam empreendidas com fervorosa e humilde oração. Mostrareis assim que honrais a Deus e Deus vos honrará a vós" (A Ciência do Bom Viver, p. 513).
E o que dizer da capacidade das redes online para promover esses relacionamentossociais? Eis uma afirmação que me parece feita à medida:
"A verdade será apresentada de tal modo que o que passar correndo poderá lê-la.Descobrir-se-ão meios que possam alcançar os corações. Alguns dos métodos usados nesta obra serão diferentes dos que foram postos em prática no passado; masninguém, por causa disto, feche o caminho pela crítica" (Review and Herald, 30 de setembro de 1902).
Dito isto, creio ser um pouco "velho do Restelo" (figura associada ao pessimismo, àqueles que acham sempre não ser possível, aos que não acreditam no sucesso e lutam contra a iniciativa) estar a assumir um postura contra as redes sociais online, manifestando a opinião que, de todo, não deveriam ser usadas.

Quero contudo dizer que, na minha opinião, nada disto dispensa o valor que há no contato pessoal. Estar na mesma sala, conversar face a faceouvir a voz e ser ouvido, poderapertar a mão, dar um abraço, é algo que não pode ser substituído pelo contato online.

Mas, também, não é para isso que as redes sociais online servem. Cada coisa no seu lugar.Bem usadas, as redes online só podem favorecer tudo o resto.

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