domingo, 31 de julho de 2011

O legado de Amy Winehouse



Desde há algum tempo que tinha vindo a acompanhar com algum interesse as notícias acerca dos devaneios da cantoraAmy Winehouse.


Não conheço nem tenho interesse algum nas suas músicas; contudo, como que percebendo um estilo de vida semelhante a muitos outros no passado que, já o vimos, rapidamente se arrastam para um fim que surge bem antes do que seria normal,fiquei atento a esta jovem estrela da música.

Assim foi com a jovem Amy: drogas e álcool minaram a sua saúde, física e mental, ao ponto da sua vida ter terminado antes dos 28 anos. Depois de em poucos anos ter granjeado uma vasta legião se admiradores, agora já nada mais sabe nem pode fazer...


Contudo, ao fazer uma análise rigorosa do impacto que a sua morte terá, não devemosescamotear a verdade em prol de uma homenagem hipócrita, muito habitual sempre que alguém desaparece.

Assim, não restam dúvidas que os seus trabalhos musicais continuarão a ser vendidos e apreciados por aqueles que até agora sempre a seguiram, e mesmo outros. Mas outra certeza eu tenho: não mais Amy será um mau exemplo de conduta social e moral para jovens e adultos.

Façamos honestamente a questão: que bem deixa Amy ao seu próximo e à humanidade?

Pois bem, o seu comportamento desregrado nada de bom recomenda; consumo (e em excesso) de drogas e álcooldetenção por condução estando embriagada e agressão, frequentes desavenças com o ex-marido, eis o legado que também deixa aos que quiseremrecordar tudo quanto Amy foi.

Sinceramente, não sou capaz de perceber (nem devo fazê-lo) se foi o copo da paciência de Deus que transbordou ou se foi quem a instrumentalizou durante este tempo que decidiu que não precisava mais usá-la ou que ela lhe seria mais útil depois de morta. Mas daquilo que não me restam dúvidas é: Amy não terá mais comportamentos errados que passem um mau modelo aos jovens.

E se acha que estou a ser insensível para com alguém que, tragicamente, perdeu a vida,relembro a sensibilidade que Deus exige a cada jovem, incluindo Amy:
"Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas te trará Deus a juízo" (Eclesiastes 11:9).
Tal e qual muitos outros, só falta um capítulo na vida desta jovem: o final acerto de contas com Deus. Oxalá no fim dos seus dias, no coração dela tenha restado algo que não conseguimos por agora saber...



Nota: O interessante é ver quantos "ídolos" deixaram esse mundo ainda jovens, como demonstra a charge, muitos também aos 27 anos, e o quais foram seus legados?

¿QUIÉN ES EL DUEÑO DE LA DEUDA DE EE. UU.?


El problema de la deuda soberana, especialmente agudo para EE. UU. en la actualidad, siempre se ha visto envuelto por mitos, concretamente en lo referente a los tenedores de sus bonos. ¿A quién pertenece realmente la primera economía del mundo?
Muchos expertos y políticos afirman que China y Japón poseen la mayor parte de la deuda pública de EE. UU., que alcanza unos 14,3 billones de dólares.
Pero no es cierto. Mientras que China, Japón u otros países tienen cantidades sustanciales, es realmente EE. UU. el que posee la mayor parte de su propia deuda.
La repartición de la deuda, según el Departamento del Tesoro de EE. UU., es así:
Rusia: 115.200 millones de dólares.
Hong Kong: 121.900 millones de dólares.
Entidades bancarias del Caribe: 148.300 millones de dólares.
Taiwán: 153.400 millones de dólares.
Brasil: 211.400 millones de dólares.
Países exportadores de petróleo: 229.800 millones de dólares.
Fondos de inversión: 300.500 millones de dólares.
Bancos comerciales: 301.800 millones de dólares.
Fondos de pensiones estatales, locales y federales: 320.900 millones de dólares.
Fondos de inversión del mercado financiero: 337.700 millones de dólares.
Reino Unido: 346.500 millones de dólares.
Fondos de pensiones privados: 504.700 millones de dólares.
Gobiernos estatales y locales: 506.100 millones de dólares.
Japón: 912.400 millones de dólares.
Hogares de EE. UU.: 959.400 millones de dólares.
China: 1,16 billones de dólares.
Departamento del Tesoro de EE. UU: 1.63 billones de dólares.
Fondo de Seguridad Social de Fondos Fiduciarios de EE. UU. (Social Security Trust Fund): 2,67 billones.
De este modo, Estados Unidos le debe a extranjeros cerca de 4,5 billones de dólares, mientras que a sí mismo o a sus diferentes entidades les adeuda un total de 9,8 billones.
Ahora la espada de Damocles pende sobre la primera economía mundial. El presidente estadounidense, Barack Obama, advirtió que el país se arriesga a entrar en una profunda crisis económica si los congresistas no logran un acuerdo para aumentar el techo de la deuda antes del 2 de agosto.
Nota: nos tienen dormidos con aquello de las reuniones maratónicas bipartidistas para salvar a la nación, al mundo, etc, etc. Con Obongo diciendo que si no se arregla esto no podrán pagar a los funcionarios públicos, más otros etcéteras, mientras que por allí corren los sicarios partidistas de que tienen que hacer recortes al presupuesto para aprobar subir el techo de endeudamiento. Pues bien, una miradita al siguiente esquema sabremos al final si los EEUU tendrán dinero o no, para pagar su deuda externa.
Figura 1. Cien dólares-10 000 dolares.

Figura 2, Un millón de dólares.

Figura 3, cien millones de dólares.

Figura 4, Un billón de dólares.

Figura 5, Un trillon de dólares.

Figura 6, comparando el trillon con un campo de futbol y un avión Boeing 747.

Figura 7, 15 trillones de dólares.

Figura 8. 114,5 trillones de dólares.

14.5 El billón de Dólares 114,500,000,000,000 dólares. - no pasivos consolidados estadounidenses. A la Derecha usted puede ver el pilar de cuentas de 100 dólares que empequeñece el WTC y el Estado de Imperio que Construye - ambos los edificios en cierta ocasión del mundo más altos. 
Si usted mira con cuidado usted puede ver la Estatua de Libertad. 

Nota: En el susodicho 114.5T imagen el tamaño de la base del montón de dinero es medio billón, no 1T como en 15T imagen. 
La altura es doble.
Este fue hecho para reflejar la base de Imperio
A gozarlo, que el pago de la deuda es imposible y esto es solamente el paso final antes de introducirnos a todos en el dinero plástico como parte del esfuerzo de finalizar con éxito la construcción del Nuevo Orden Mundial.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Laboratórios hibridizam secretamente humanos e animais







Cientistas criaram mais de 150 embriões híbridos de humanos e animais em laboratórios britânicos. Os híbridos foram produzidos secretamente nos últimos três anos por pesquisadores investigando possíveis curas para uma série de doenças. A revelação vem apenas um dia depois de um comitê de cientistas alertar sobre um pesadelo como o roteiro [do filme] “Planeta dos Macacos”, em que o trabalho com criações de humanos-animais vai longe demais. Na noite passada, um militante contra os excessos da pesquisa médica disse que estava enojado com o fato de que os cientistas estavam “se interessando pelo grotesco”.

Formas vistas pelo Daily Mail mostram que 155 embriões “misturados”, contendo tanto material genético humano quanto animal, foram criados desde a introdução da Lei de Embriologia e Fertilização Humana, em 2008, a qual legalizou a criação de uma variedade de híbridos, incluindo um óvulo animal fertilizado por um espermatozoide humano; “citoplasma híbrido”, em que um núcleo humano é implantado em uma célula animal; e “quimeras”, em que as células humanas são misturadas com embriões de animais.

(Daily Mail, via Minuto Profético)
Nota: O amigo e jornalista Ruben Dargã Holdorf partilhou esta história comigo: "Frequentava nossa igreja em Curitiba um estudante de Medicina argentino. Ele já estava beirando os 40 anos de idade, apesar de aparentar bem menos. Tenente do exército argentino, ex-combatente nas Malvinas, certa vez ele nos detalhou sua trajetória, desde as aventuras 'arqueológicas' no sopé da Cordilheira dos Andes, em La Rioja, até sua vida como membro das tropas especiais, os temidos 'leopardos', ou 'caras-pintadas', cujo currículo incluía ações em Angola e Congo. A.H.F. me confidenciou certa vez: as forças armadas argentinas, em parceria com setores militares dos Estados Unidos, naquela época, há cerca de 25 anos, já faziam tentativas de amalgamar gametas humanos e de gorilas (daí um dos motivos da aventura 'militar' dele no Congo), a fim de 'criarem' o soldado perfeito para as guerras. Foi a primeira vez, também, que ouvi falar em clonagem, antes mesmo do filme baseado no romance Jurassic Park, de Michael Crichton. Aliás, a primeira denúncia na mídia. Infelizmente mal-explorada por Spielberg, que distorceu o enunciado original do romance."

Há um século, Ellen White escreveu: "Mas se havia um pecado acima de qualquer outro o qual clamava pela destruição da raça pelo dilúvio, estava baseado no crime de amalgamação do homem e de animais, o qual desfigurava a imagem de Deus, e causava confusão em todo lugar" (Ellen G. White, The Spirit of Prophecy, v. 1, p. 69). "Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem" (Mt 24:37).


Alarde do lobby midiático anticristão

ALGUÉM AÍ FALA NORUEGUÊS? NÃO? NEM PRECISA!...

A mídia iluminada (leia-se "cinzenta", grifo nosso) está em festa: no meio de milhares de atentados mortíferos praticados por gente de esquerda, conseguiu descobrir o total de um (1, hum) terrorista ao qual pode dar, sem muita inexatidão aparente, o qualificativo de "extremista de direita". O entusiasmo com que alardeia a presumida identidade ideológica do norueguês Anders Behring Breivik contrasta da maneira mais flagrante com a discrição cuidadosa com que o qualificativo de "extremista de esquerda" é evitado em praticamente todos os demais casos.
Mais recentemente, até a palavra "terrorista" vinha sendo banida nos chamados "grandes jornais" do Ocidente, acusada do pecado de hate speech, até que o advento de Breivik lhe deu a chance de um reingresso oportuno e - previsivelmente - momentâneo.
Antes disso, tamanho era o desespero da esquerda mundial ante a escassez de terroristas no campo adversário, que não lhe restava senão inventar alguns, como o recém-libertado Alejandro Peña Esclusa, que nunca matou um mosquito, ou espremer até doses subatômicas o limão do "neonazismo" - ocultando, é claro, o detalhe de que os movimentos dessa natureza surgiram como puras operações de despistamento criadas pela KGB (prometo voltar a escrever sobre isso).
Breivik saciou uma sede de décadas, fornecendo aos controladores da informação universal o pretexto para dar um arremedo de credibilidade ao slogan matematicamente insustentável de que a truculência homicida é coisa da direita, não da esquerda. Aos que sejam demasiado tímidos para fazer coro com a difamação explícita, os atentados de Oslo fornecem a ocasião para que essas sublimes criaturas exibam mais uma vez sua neutralidade superior, alegando que "toda violência é igualmente condenável", que "todos os extremismos são igualmente ruins" e estabelecendo assim, para alívio e gáudio dos campeões absolutos de violência assassina e definitiva humilhação da aritmética elementar, a equivalência quantitativa entre um e mil, um e dez mil, um e cem mil. Isso já se tornou quase obrigatório entre as pessoas elegantes.
Se quando terroristas são de esquerda qualquer menção a seus motivos ideológicos é suprimida, camuflada sob diferentes denominações ou até invertida, mediante insinuações de direitismo - cujo desmascaramento posterior não obtém jamais a menor repercussão na mídia), no caso de Breivik os profissionais da farsa não se contentaram com a mera rotulação: forneceram, do dia para a noite, um perfil ideológico completo, detalhado, definindo o sujeito como uma espécie de Jerry Falwell ou Pat Robertson, e aproveitando a ocasião, é claro, para sugerir que as ideias do Tea Party, desde o outro lado do oceano, haviam movido a mão do assassino.
Que a imprensa norueguesa, em contraste, informasse ser Breivik um membro do Partido Nazista, não mudou em nada a firme decisão geral de pintar o criminoso como um cristão sionista. Afinal, quem lê norueguês? Meu amigo Don Hank, do site Laigles Fórum, lê, como lê também não sei quantas outras línguas - e me repassa notícias de primeira mão que o resto da humanidade desconhece. Não deixar-se enganar, nos dias que correm, exige cada vez mais recursos de erudição inacessíveis à massa dos leitores. A elite farsante não se incomoda de que dois ou três estudiosos conheçam a verdade e a proclamem com vozes inaudíveis: ela sabe que a própria massa ficará contra nós, curvando-se à autoridade universal do engodo e chamando-nos de "teóricos da conspiração".
Que Breivik fosse ostensivamente maluco é outro detalhe que não atenua em nada o desejo incontido de explicar o seu crime por um intuito político real e literal. Lembram-se de Lee Harvey Osvald? Leves sinais de neurose bastaram para que o establishment e a mídia em peso isentassem o assassino de John Kennedy de qualquer suspeita de intenção política, embora o indivíduo fosse um comunista militante e tivesse contatos nos serviços secretos da URSS e de Cuba, de onde acabara de voltar. Embora Breivik tenha uma conduta ostensivamente psicótica e não haja o menor sinal de contato entre ele e qualquer organização conservadora ou sionista dos EUA, o diagnóstico vem pronto e infalível: um sujeito ser cristão, sionista ou, pior ainda, ambas as coisas, é um perigo para a espécie humana, uma promessa de crimes hediondos em escala epidêmica.
A pressa obscena com que se associa o crime de Breivik ao seu alegado cristianismo também não é refreada pela lembrança de que a mesma associação se fez persistentemente, universalmente, no caso de Timothy McVeigh, autor dos atentados de Oklahoma em 1995, até que veio, tardiamente como sempre, a prova de que o criminoso era muçulmano e ligado a organizações terroristas islâmicas.
Veremos quanto tempo transcorrerá até que a pesquisa histórica erga um sussurro de protesto contra o vozerio unânime da mídia internacional. Fundados na certeza da ignorância popular que jamais poderá desmascará-los, alguns dos diagnosticadores de cristianismo assassino vão até mais longe, deleitando-se em análises profundíssimas segundo as quais a coisa mais danosa e mortífera do mundo, inspiradora dos atentados em Oslo, é a ideia reacionária de combater o "marxismo cultural" - rótulo infamante inventado pela direita para sugerir (oh!, quão difamatoriamente!) que os filósofos da Escola de Frankfurt tinham a intenção de destruir a civilização do Ocidente.
Na verdade essa intenção foi proclamada aos quatro ventos pelo próprio fundador da escola, o filósofo húngaro Georg Lukács, mas, como parece que não pegou bem, não custa atribuí-la aos seus inimigos. Pior ainda: escrevendo num site chamado Crooks and Liars (que só posso atribuir à modéstia de seus editores), o articulista David Newett, ecoando aliás mil comentários no mesmo sentido, publicados cinco minutos após a notícia do atentado, informa que o combate ao marxismo cultural é inspirado por abjetos preconceitos antissemitas, e dá como prova disso o fato de William S. Lind, que se destacou nesse combate, ter informado em uma conferência que todos os membros-fundadores da Escola de Frankfurt eram judeus de origem - coisa que eles eram mesmo, como aliás o próprio Karl Marx, e daí?
A implicação do raciocínio não escapará aos leitores mais atentos: Anders Breivik, além de ter matado dezenas de não-muçulmanos por ódio ao Islam, foi também movido por sentimentos pró-judaicos antissemitas.
Não entenderam nada? Não é mesmo para entender. Já expliquei mil vezes que a técnica da difamação exige atacar a vítima por vários lados, sob pretextos mutuamente contraditórios, para confundir e paralisar a defesa, obrigando-a a combater em dois ou mais fronts ao mesmo tempo e a usar de uma argumentação complexa, com aparência sofística, incapaz de fazer face à força maciça da acusação irracional. Se alguma dúvida resta na mente dos leitores quanto à realidade da hegemonia revolucionária no mundo, objeto de meus últimos artigos, a uniformidade do noticiário sobre Anders Behring Breivik lhes dá uma amostra de que, mais uma vez, não estou tão louco quanto pareço.


(FatosemFoco.blog)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Religiões monoteístas fazem campanha pelo meio ambiente na Terra Santa


Dirigentes cristãos, judeus e islâmicos lançaram em Jerusalém uma campanha para a proteção do meio ambiente, baseada em preceitos religiosos.

Reunidos para a criação do "Centro Inter-religioso para o Desenvolvimento Durável", esses líderes previram a organização, paralelamente à Assembleia Geral da ONU de 2012, uma conferência comum para apresentar seus representantes ligados aos problemas ambientais.

"Segundo os primeiros capítulos da Gênese, o dever original imposto ao primeiro homem e à primeira mulher é não apenas explorar a terra, mas protegê-la", declarou o rabino David Rosen, aprovado pelo vice-ministro para Assuntos Religiosos da Autoridade palestina, Haj Salah Zuheika.

"Devemos estudar o conjunto dos problemas ecológicos, porque partilhamos um destino comum. A poluição da terra ameaçará tanto os muçulmanos quanto os cristãos e os judeus", acrescentou o bispo católico William Shomalie.

"Um de nossos projetos é lançar uma campanha na América do Norte para sensibilizar os catequistas das religiões muçulmana, cristã e judaica, assim como os do budismo e do hinduísmo, aos problemas ecológicos, na perspectiva da fé", destacou por sua vez o rabino Yonatan Neril.

Em comunicado, fazem apelo aos fiéis de todas as religiões a lutar contra o efeito estufa epressionar os líderes políticos a trabalhar neste sentido "para evitar o perigo de uma crise climática maior".

Fonte - Yahoo

Nota DDP:
 Constam da presente notícia todos os elementos ligados à utilização do tema de forma a se consumar a imposição do domingo como dia de descanso universal.

Como supra destacado, "cristãos, judeus e islâmicos" (que juntos se demonstram como a grande maioria das confissões religiosas do planeta), pregam uma campanha pelo meio ambiente "baseada em preceitos religiosos", levando em consideração "os primeiros capítulos da Gênese", lançando a mesma a partir da "América do Norte" e, de forma a "pressionar os líderes políticos".

Esse quadro certamente se demonstra extremamente propício a suportar os últimos eventos esperados.

A mentira do JN: Breivik é darwinista fundamentalista


Acabei de assistir ao Jornal Nacional da TV Globo. A notícia sobre o massacre de mais de 90 pessoas na Noruega pelo assassino Anders Breivik está em flagrante descompasso com a verdade do seu Manifesto. O Jornal Nacional disse que Breivik é um cristão fundamentalista. Nada mais falso. Breivik pode até ser um “cristão cultural” (seja lá o que isso signifique), mas ele não é um cristão verdadeiro. Uma leitura detalhada do seu Manifesto revela que Breivik era sim umterrorista darwinista fundamentalista. Destaco o apoio que ele deu a ideias darwinistas em diversos parágrafos em seu Manifesto:

Embora argumentando contra a destruição feminista do casamento, ele afirmou: “Marriage is not a ‘conspiracy to oppress women’, it’s the reason why we’re here. And it’s not a religious thing, either. According to strict, atheist Darwinism, the purpose of life is to reproduce.”

Mesmo criticando o politicamente correto, ele afirmou aprovando o Darwinismo Social: “Social-darwinism was the norm before the [sic] 1950. Back then, it was allowed to say what we feel. Now, however, we have to disguise our preferences to avoid the horrible consequences of being labeled as a genetical preferentialist.”

Deu apoio à segregação que houve na África: “Nevertheless, people who are very short sighted will consider these policies quite cynical or darwinistic. However, long term, it is the most humanistic and responsible approach.”

E quando descreveu sua visão de uma Europa perfeita, ele afirmou: “‘Logic’ and rationalist thought (a certain degree of national Darwinism) should be the fundament [sic] of our societies.”

E então, Jornal Nacional, onde é que vocês viram em Breivik um “cristão fundamentalista”? O que seu Manifesto revela é um terrorista darwinista fundamentalista, mas quando a questão é Darwin, a Grande Mídia está de rabo preso com a Nomenklatura científica e sofre da síndrome ricuperiana: o que Darwin tem de bom, a gente mostra; o que Darwin tem de ruim, a gente esconde!

Ideias têm consequências, e Darwin preconizou a destruição de “raças humanas inferiores” pelas raças humanas superiores (leia-se os europeus) em um futuro não muito distante. Isso Darwin afirmou no seu livro menos lido e menos pesquisado: The Descent of Man!

Então, Jornal Nacional, como que Breivik era cristão? A manchete correta do jornal da TV Globo deveria ser: TERRORISTA DARWINISTA FUNDAMENTALISTA MATOU MAIS DE 90 PESSOAS NA NORUEGA!



(Desafiando a Nomenklatura Científica)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Duas crises que podem provocar um desastre global


Estamos vivendo uma época interessante – e digo interessante no pior sentido da palavra. Neste momento nós não nos deparamos com apenas uma, mas sim com duas crises que se aproximam, e qualquer uma das duas é capaz de provocar um desastre global. Nos Estados Unidos, fanáticos de direita no congresso poderão bloquear uma necessária elevação do teto da dívida, algo que teria o potencial para provocar o caos nos mercados financeiros mundiais. Ao mesmo tempo, se o plano que acaba de ser aprovado pelos chefes de Estado europeus não for capaz de acalmar os mercados, nós poderemos presenciar um verdadeiro efeito dominó em todo o sul da Europa – um fato que também semearia o caos nos mercados financeiros mundiais.

Só podemos torcer para que os políticos em Washington e em Bruxelas consigam repelir esses perigos. Mas o problema é que, mesmo se conseguirmos evitar uma catástrofe imediata, é quase certo que os acordos que estão sendo negociados em ambos os lados do Oceano Atlântico venham a agravar a crise financeira global.

Na verdade, os legisladores parecem estar determinados a perpetuar este fenômeno ao qual eu costumo me referir como a Depressão Menor, a era prolongada de alto desemprego que teve início com a Grande Recessão de 2007 a 2009 e que continua até hoje, mais de dois anos após a suposta data do fim da recessão.

Falemos por um momento a respeito do motivo pelo qual as nossas economias ainda se encontram deprimidas.

A grande bolha imobiliária da última década, que foi um fenômeno tanto norte-americano quanto europeu, foi acompanhada de um aumento enorme da dívida relativa a hipotecas. Quando a bolha estourou, a construção de imóveis despencou, e os gastos dos consumidores também caíram, já que as famílias, sobrecarregadas por dívidas, reduziram o seu consumo.

Mesmo assim, tudo poderia ter corrido bem se outros atores econômicos importantes tivessem aumentado os seus gastos, preenchendo a lacuna provocada pela queda no setor de construção e pela redução dos gastos do consumidor. Mas ninguém fez tal coisa. É especialmente importante observar que as corporações repletas de dinheiro não veem motivos para investir esse capital devido à fraca demanda dos consumidores.

E os governos também não fizeram muita coisa para ajudar. Alguns governos – aqueles dos países mais fracos da Europa, bem como governos estaduais e municipais nos Estados Unidos – foram na verdade obrigados a cortar os gastos devido à queda das arrecadações. E as medidas modestas tomadas por governos mais fortes – incluindo, sim, o plano de estímulo econômico de Obama – foram, na melhor das hipóteses, suficientes apenas para compensar essa austeridade forçada.

Portanto, o que temos agora são economias deprimidas. E o que os legisladores estão propondo fazer quanto a isso? Simplesmente nada. O desaparecimento da questão do desemprego do discurso político da elite e a sua substituição pelo pânico do déficit foi algo verdadeiramente notável. Isso não foi uma resposta à opinião pública. Em uma recente pesquisa de opinião CBS News/New York Times, 53% dos entrevistados afirmaram que a economia e o desemprego são os problemas mais importantes enfrentados por nós, enquanto que apenas 7% mencionaram o déficit. E não se trata também de uma resposta à pressão do mercado. As taxas de juros sobre a dívida dos Estados Unidos continuam próximas a recordes historicamente baixos.

Mas as conversações em Washington e em Bruxelas dizem respeito apenas a cortes de gastos (e talvez a aumentos de impostos, ou seja, revisões). Isso é sem dúvida verdade no que se refere a várias propostas que estão sendo apresentadas para resolver a crise do teto da dívida aqui nos Estados Unidos. Mas isso também está ocorrendo na Europa.

Na última quinta-feira (21/07), os "chefes de Estado ou governo da área do euro e as instituições da União Europeia" - esse palavreado extenso demonstra por si próprio como se tornou bagunçada a governança europeia – fez a sua grande declaração. Uma declaração que não foi nada tranquilizadora. Até mesmo porque é difícil acreditar que essa engenharia financeira complicada proposta na declaração possa de fato resolver a crise grega, e muito menos a crise europeia mais ampla.

Mas, mesmo se puder, o que ocorreria depois? A declaração pede que reduções drásticas de déficits "em todos os países, com a exceção daqueles que se encontrem sob um programa", sejam implementadas "até 2013, ao mais tardar". Como os países "sob um programa" estão sendo obrigados a promover uma drástica austeridade fiscal, isso equivale a um plano para fazer com que toda a Europa corte os gastos ao mesmo tempo. E não existe nada nos dados europeus que indique que o setor privado está pronto para compensar os resultados de tal medida em menos de dois anos.

Para aqueles que conhecem a história da década de trinta, o que está ocorrendo é bastante familiar. Se as atuais negociações sobre a dívida fracassarem, nós poderemos estar prestes a reviver 1931, o colapso bancário global que fez com que a Grande Depressão fosse de fato grande. Mas, se as negociações tiverem sucesso, nós estaremos prontos para repetir o maior erro de 1937: recorrer prematuramente à contração fiscal que sabotou a recuperação econômica e garantiu que a Depressão continuasse até que a Segunda Guerra Mundial finalmente proporcionasse o impulso do qual a economia necessitava.

E eu mencionei que o Banco Central Europeu – mas não, ainda bem, o Federal Reserve dos Estados Unidos – parece estar determinado a piorar a situação com o aumento das taxas de juros?

Existe um velho ditado, atribuído a várias pessoas, que sempre me vem à cabeça quando eu examino a política pública: "Você não sabe, meu filho, como o mundo é governado com tão pouca sabedoria". Agora esta falta de sabedoria está totalmente exposta, quando as elites políticas dos dois lados do Oceano Atlântico arruínam a resposta ao trauma econômico, ignorando as lições da história. E a Depressão Menor continua.

Fonte: The New York Times

Tradução: UOL

NOTA Minuto Profético: Outra possível semelhança entre o momento atual e a época pós-Depressão 1929, é que aquela catástrofe econômica preparou o terreno para a explosão de uma guerra mundial... Infelizmente a história poderá se repetir...



(Diariodaprofecia.blog)

sábado, 23 de julho de 2011

"ALIENS ANTIGOS", CONSPIRAÇÃO GOVERNAMENTAL, DEMÔNIOS, "CIÊNCIA NAZISTA" - ESTE ESTUDO TEM O OBJETIVO DE TENTAR SEPARAR FATO DE FICÇÃO (PARTE 1)


Pirâmide do poder, um dos principais símbolos maçonicos,
erigida há pouco tempo na fronteira entre Egito e Israel. O que raios um símbolo esotérico-ocultista como este está fazendo na fronteira de dois países como Israel e Egito. Vc verá, nesta série de estudos, que o islamismo, o cabalismo judaico e as religiões de mistério do Ocidente têm mais em comum do que imaginamos!

Decidi dividir este estudo pois penso que o mesmo ficará demasiado grande para um único post. Cada nome entre os que citei no título acima já daria um estudo por sí só, na nossa perspectiva contemporânea. Mas, meu intuito aqui é falar do movimento crescente de magia negra e esoterismo maçônico, bem como do outro movimento, espiritualista, que tem se apresentado como atalaia da humanidade e denunciado o primeiro como sendo uma "conspiração maçônica ´illuminati´", só que tem misturado as bolas com relação ao cristianismo.

Comecemos pelo primeiro. Não é de admirar que vejamos um novo despertarnew age em plenos dias "pós-modernos". Usei este nome propositalmente, pois o que hoje entendemos como "pós-modernidade" é a continuação (aplicação) do que o mundo viu na "modernidade" e, diferentemente do que nos diz ostablishment midiático atual, a modernidade é muito mais do que um período de revoluções político-sociais: foi um período de intensas transformações espirituais.

Na qualidade de estudante de teologia e filosofia, tenho que, necessariamente, estudar a história do pensamento humano. Uma coisa, porém, é estudarmos história a partir de um só ponto de vista, ou seja, com autores comprometidos com esta ou aquela ideologia. Confiar, por exemplo, nos livros didáticos de História que são indicados pelo MEC é um verdadeiro suicídio cultural. Sendo assim, precisamos expandir nossas fontes e, quando o fizemos, encontramos inevitavelmente toda uma nova perspectiva de nossa história que, infelizmente, é completamente omitida dos livros didáticos das bibliotecas universitárias deste país.

Se isto é verdade em relação à História, como um todo, é verdade - por analogia - às suas partes. Não é de admirar que vejamos professores de instituições de ensino superior dizendo as mais crassas bobagens (às vezes, meras repetições) sobre o período conhecido como "modernidade". Este, por sua vez, inicia-se com as revoluções culturais e científicas que já haviam invadido mentes européias desde os séculos XIV e XV. Este é o período do Renascimento, cujo esteio intelectual principal era o ataque ao dogma da autoridade da Igreja. Nada contra, mesmo porque muitos e muitos abusos foram cometidos "em nome de Deus" - e pior: continuariam ainda sendo!

Posicionamentos extremos causam atitudes extremas, e foi exatamente o que se viu na Europa do século XVI. Descartes escreve um livro de filosofia e apologética (é isso mesmo!), as Meditações, em cujo prefácio ele deixa claro que sua intenção, em consonância com os novos tempos que estavam surgindo, era a de "provar que Deus exisitia, bem como responder aos céticos sobre a possibilidade do conhecimento humano, a partir do Cogito" (o "Eu" cartesiano), o que não impressionou muito as autoridades eclesiásticas francesas, para as quais as Meditações foram imediatamente escritas (aliás, criaram-se inúmeras ressalvas à leitura de Descartes, na França, por este período). Diz-se que Descartes "inaugura a modernidade" pois, como bem nos fala o professor Anthony Kenny: "O Cogito é o marco sobre o qual a epistemologia de Descartes é construída" (Uma Nova História da Filosofia Ocidental, v. III, pg. 145). Por quê: porque Descartes parte do "Eu" com acesso "privilegiado à mente", para daí provar que Deus existe (racionalmente) e, posteriormente, o mundo. A guinada epistemológica cartesiana "funda" a modernidade e, some-se a isto, toda a turbulência teológica e social pela qual vinha passando a Europa neste mesmo século tumultuado.

stablishment educacional de um modo geral congela a modernidade exclusivamente em movimentos revolucionários (a revolução científica - Copérnicana e Galileana, a revolução social - francesa e americana etc.), como se o motor que movesse a humanidade fossem os tais. Isto é um engano deliberado, prezados, pois o motor que moveu, move e sempre moverá a humanidade, prestem bastante atenção nestas palavras que tentarei provar, é areligião! Isto mesmo. Procurarei, aqui, mostrar como a religião teve uma influência enorme e foi premeditadamente ocultada da história, por tal fato servir a interesses poderosos. Não é de admirar que, nos atuais debates acadêmicos sobre o período, nada, nadica de nada seja falado sobre o aspecto religioso que sempre esteve presente na cosmovisão européia, e não foi diferente no período moderno.

Os Illuminati da Baviera
Excerto do livro "Maçonaria: do outro lado da luz", por William Schnoebelen, ex-maçon e ex-bruxo, atualmente palestrante e denunciador do alto escalão da Franco-Maçonaria mundial:

"A origem dos videntes bávaros - ILLUMINATI - pode ser traçada até à seita muçulmana de iluminados do século 16, no Afeganistão, chamada Roshaniya. Vemos (...) a influência penetrante do islamismo nessas sociedades secretas. Weishaupt afiliou-se aos maçons, entrando para a Loja de Munique em 1777. Ele trabalhou incansavelmente para enxertar o Iluminismo na maçonaria. Weishaupt fez parecer que a sua sociedade trabalhava com finalidades nobres, como a fraternidade da humanidade. (...)

Muitos acharam que o objetivo de Weishaupt era criar um império de "reis filosófos" geniais, com ele mesmo como o rei número um. O grau mais elevado da sua ordem era o de "Homem-Rei". Claramente ele pretendia promover um caos controlado, necessário para a revolução. De vários modos, a Revolução francesa e o Reinado de Terror (vide livros e referências históricas sobre este período) eram típicos dos planos de Weishaupt.


Adam Weishaupt - Este é o fundador da organização tão falada e tão pouco conhecida hoje, intitulada "ILLUMINATI"


"Lei dos Cinco"

A imagem mais forte da feitiçaria iluminista é o sinal de Dagon (Nota: Observe que a maçonaria moderna surge no período conhecido como Iluminismo, movimento filosífico antropocêntrico, cujos valores humanistas foram levados a um radicalismo extremo, em detrimento da imagem e idéia de Deus). A mão estendida com a palma para a frente, os cinco dedos estendidos. Essa "Lei dos Cinco" pautou a história. Weishaupt ensinou que tudo ocorre em grupos de cinco.
O concílio confidencial original (dos Illuminati, ou "Iluminados") era composto de cinco homens (veja bem quem eram): Kölmer (amigo de Weishaupt), Francis Dashwood(do clube satânico "Fogo do Inferno"), Alphonse Donatién DeSade (de quem vem a palavra "sadismo"), Meyer Amschel Rothschild (fundador da grande casa bancária) e Weischaupt. A história humana vem num ciclo de cinco estágios (isto foi reafirmado pela Teosofia, movimento esotérico do século XIX, dirigido por Helena Petrovna Blavatsky, fortemente anti-cristão, e um dos precursores místicos do Nacional Socialismo, conhecido como Nazismo). Os cinco estágios (MUITO POUCOS CONHECEM ESTAS INFORMAÇÕES):

1. Caos (Verwirrung). O ponto de partida de todas as sociedades, e a condição da humanidade em seu estado "natural". Relaciona-se à adoração de deusas da antiguidade, como Lilit (na mitologia esotérica hebraica, a primeira mulher de Adão), Eris, Diana ou Cali.

2. Discórdia (Zwietracht). Aqui, de acordo com o ensino de Weishaupt, uma classe dominante emerge e apodera-se do controle. Isso causa problemas porque o "povo-comum", que não está no topo, ressente-se da imposição de autoridade sobre eles e tenta combatê-la. Weishaupt relacionou este período com a introdução (ou ´imposição´) da adoração de um Deus masculino, como o Deus da Bíblia (também Marduque ou Osíris).

3. Confusão (Unordnung). Weishaupt viu este período como um tempo em que as pessoas tentariam restaurar o equilíbrio entre as duas forças precedentes. (...) É uma tentativa de reprogramar a natureza humana e fazê-la encaixar-se no estágio 2. Ele relacionou este período com o deus-criança (Loqui, Horus, ou algum demônio).

4. Burocracia (Beamtenherrschft). (...) Neste estágio, todas as coisas precisam ser obcessivamente acompanhadas, pois o povo não consegue tomar conta de si mesmo. Weishaupt acreditou que havia um vazio espiritual neste estágio, e que absolutamente nenhuma divindade seria recorrida. O único deus passa a ser a burocracia dominante. O povo não pode suportar este vazio e parte a fantasia, drogas ou loucura. (...) É nesta fase que ocorre a destruição da classe média. Sem a classe média para gerar capital, a inteira desordem acaba no...

5. Resultado (Grummet). Este, ensina o líder dos Illuminati, é a implosão da sociedade - a volta ao caos. A burocracia sucumbe sob o peso dos seus próprios regulamentos e as coisas fogem ao controle. A magia e a natureza voltam a dominar, e o ciclo prepara-se para recomeçar. Daí vem o 32º do Rito Escocês: "Ordem do Caos".
(...) Não tivesse Deus interferido toda a Europa bem que poderia seguido o caminho da França e do "Terror" subsequente. A infiltração de Weishaupt na maçonaria poderia ter sido completa se um mensageiro da AIVB não tivesse sido derrubado do seu cavalo e morto por um raio em 1785. O mensageiro transportava papéis escritos com códigos do Iluminismo, que tratavam dos planos da AIVB para subverter os maçons e os governos da Europa. 

A ordem foi descoberta pela polícia e a ordem tornou-se clandestina. Mas ninguém realmente sabe o quanto a AIVB conseguiu penetrar nas lojas, de modo que hoje há muita polinização cruzada entre o Iluminismo (leia-se Illuminati) e a maçonaria. Tanto o Grande Oriente (há vários ligados ao Grande Oriente, formando uma federação no Brasil) quanto os ritos ocultos de Memfis-Mizraim (maçonaria egípcia) apresentam influências da mão de Weishaupt.


O Chanceler Alemão Helmut Schmidt palestrou para a elite do mundo em um local apropriado para palestras no lago (em 1991). Helmut Schmidt, na sua auto-biografia “Homens e Poderes”, a retrospectiva política, disse que é membro do Conselho das Relações Estrangeiras, da Comissão Trilateral e do Grupo Bilberberg. Ele também disse que tem sido um participante ativo em trazer um governo no mundo. O senhor Schmidt também disse no seu livro que os líderes dos corpos globalizados vem sempre para o Bosque todo verão. Ele falou sobre bosques secretos na Alemanha onde eles fazem rituais druídicos, mas indicou que o Bosque Bohemian é o seu lugar favorito para participar desses rituais.


Estranha cerimônia no Club Bohemia, do qual são sócios vários ex-presidentes americanos, e o atual. Observe que os participantes do culto estão fazendo invocações em frente a uma coruja gigante, símbolo de sabedoria em religiões de mistério. De acordo com o site Jesus is Savior, várias espécies de sacrifícios acontecem ali. Um reduto exposto de expoentes máximos das sociedades secretas cujos discursos, recentemente divulgados na imprensa, demonstram claramente que os intuitos de vários dos principais governos do mundo é a instituição de uma Nova Ordem, o que balisa as teorias conspiratórias. Se tudo é tão bom e correto, porque a necessidade de tanto segredo? Por que líderes assumidamente cristãos e várias personalidades influentes e extremamente poderosas estão se reunindo, vestindo roupas estranhas, ao redor de uma coruja gigante, evocando práticas pagâs? Que forças estão atuando nestes encontros? Quais seus objetivos?


George W. Bush numa foto com alguns membros da "Skull and Bones" - Note o símbolo estranho da caveira e os ossos ao meio. Esta foto "embaraçosa" do atual presidente estadunidense é pouquíssimo conhecida!! A sociedade é formada por jovens ricos, com famílias de renome, e seus adeptos têm de preencher postos-chave na geopolítica americana.
Parece que Weishaupt deu asas às ambições geo-políticas des maçons de uma forma não vista desde os templários. Apesar de que a maçonaria sempre teve seus envolvimentos com a política, o uso que Weishaupt fez da Lei dos Cinco, das drogas e das intrigas do ocultismo serviu de alavanca para as correntes malignas da Loja. Esta fusão final da política com a bruxaria criou a maçonaria que conhecemos hoje.

Obs: a influência de movimentos sectaristas islâmicos na Europa da alta Idade-Média tem sido redescoberta por mais e mais pesquisas recentes. Há quem afirme, por exemplo, que Adam Weishaupt não foi o criador dos Illuminati da Baviera, mas que ele compilou ensinos de Hassan I Sabbath, que viveu no século XI. Este foi o fundador dos hassassin de onde vem a palavra assassinos, cuja origem está ligada a práticas ascéticas com o uso excessivo do haxixe. A ordem de Hassan I Sabbath destronou reis, aliou-se politicamente com governantes, cujos inimigos foram dizimados e, até hoje, há uma áurea de mistério sobre esta elite criminosa, que tinha por líder um homem que usava de magia negra para alcançar a imortalidade espiritual. Contudo, tudo isto que falei nesta observação pode ser "a outra cabeça do dragão", ou seja, um engodo tão grande quanto as tramas dos funestos illuminati, uma vez que o pessoal que mais tem divulgado a mais fantástica de todas as teorias da conspiração, como mostrarei, são anticristãs e rejeitam, também, a autoridade espiritual da Bíblia. E tudo "herança" da modernidade.

Ou seja, são duas formas de controle



(FatosemFoco.blog)

“A mudança do clima não depende dos humanos”


Václav Klaus é uma das figuras políticas mais controversas da União Europeia. Presidente da República Tcheca, é um ferrenho defensor do liberalismo. Ele atribui a crise europeia ao excesso – e não à escassez – de regulação da economia. Klaus também acredita que o aquecimento global não é causado pelos humanos. E que o fenômeno não deve ser considerado nas políticas de governo. No livro Planeta azul em algemas verdes, lançado no Brasil em 2010, o economista afirma que seria mais conveniente priorizar o enriquecimento dos países antes de destinar fundos à questão climática. Segundo ele, no futuro, possivelmente teremos mais recursos tecnológicos para enfrentar o desafio. Diz também que há um boicote aos pesquisadores céticos [assim como se boicotam pesquisas e artigos criacionistas e dos céticos da macroevolução]. Ele acusa os ambientalistas de colocarem em risco a liberdade, a democracia e a economia dos países. Compara o boicote aos cientistas céticos às práticas do antigo regime comunista. Klaus concedeu a entrevista por e-mail.

Por que o senhor afirma que o debate sobre o aquecimento global dá importância a apenas um dos lados?

Entrei no debate do aquecimento global no meio da década passada, quando percebi que a voz dos economistas era quase nula. Bem antes disso, porém, a ideologia do ambientalismo já era um problema. Um exemplo foram os prognósticos do infame Clube de Roma (grupo de intelectuais que fez projeções sobre desenvolvimento sustentável nos anos 70). Minha primeira discussão na TV com Al Gore (ex-vice-presidente americano) sobre a incoerência do aquecimento global produzido pelo homem ocorreu em Nova York, em fevereiro de 1992, alguns meses antes da Eco 92, no Rio de Janeiro.

As maiores organizações científicas, como a Associação Mundial de Meteorologia, a Sociedade Real Britânica para a Ciência, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e o IPCC, painel da ONU para o clima, afirmam que o aquecimento global é causado pelo homem e coloca a civilização em perigo. Estão todas erradas?

A ciência é feita por cientistas, e não por centros de pesquisas, muitos deles politicamente engajados. O IPCC não é um centro de pesquisas, mas uma organização altamente politizada sob os auspícios da ONU. O Hadley Center (principal instituto de meteorologia e clima britânico) não é uma organização neutra, mas um grupo de ativistas pró-aquecimento global. No MIT há cientistas do lado do alarmismo do aquecimento global. Mas há também os que estão contra. O físico da atmosfera Richard Lindzen, professor de meteorologia no MIT, é um deles. (Lindzen diz que os cientistas fazem declarações ambíguas, a imprensa as tornam alarmistas e os políticos sustentam a mentira.) A Sociedade Real também não é um centro de pesquisas. É um agregador de diversas organizações científicas.

Se os maiores centros de pesquisas do mundo não são confiáveis em relação ao aquecimento global, devemos pressupor que estão errados em outros assuntos?

Não é preciso olhar desse modo. Nenhuma pessoa racional questionaria a ciência em si. Pessoas como eu não têm problemas com a ciência, mas com a ciência politizada. Como ex-cientista, acredito na ciência, mas estou em alerta quanto ao mau uso da ciência na política e pelos políticos.

Os cidadãos de seu país compartilham sua opinião sobre o aquecimento global?

Os tchecos são bem racionais. Nas pesquisas de opinião, a porcentagem dos que acreditam na doutrina do aquecimento global está abaixo dos 50%.

O senhor afirma que a natureza sempre conseguiu se adaptar às mudanças climáticas que ocorreram na história da Terra. Mas, agora, segundo as previsões, as mudanças no clima serão mais rápidas. Segundo alguns estudos, as florestas de 70% das regiões teriam de migrar 1.500 metros por ano para acompanhar as alterações nas zonas climáticas. Como elas conseguiriam isso?

Nunca vi evidência de que há uma aceleração das mudanças no clima. Isso é um argumento apenas dos ideólogos do ambientalismo. Os dados não provam isso. A média global da temperatura na Terra subiu 0,74 grau no último século. É totalmente irresponsável espalhar dados falsos e enganosos (o relatório do IPCC afirma que a temperatura pode subir até 4 graus ao fim deste século).

Nicholas Stern, ex-economista-chefe do Banco Mundial e ex-secretário do Tesouro britânico, fez o mais completo levantamento dos custos das mudanças climáticas. Segundo ele, se não fizermos nada, o impacto do clima nos faria perder, ao menos, 5% do PIB mundial todos os anos. Ele está errado?

O senhor Stern está, para minha tristeza, errado. Seu “relatório” não é um texto científico, mas sim um panfleto tendencioso sobre o aquecimento global. Ele argumenta que, se a humanidade não fizer nada, o PIB mundial em 2100 será 5% mais baixo do que seria sem nenhum aquecimento global. Nicholas Stern assume que o PIB mundial estará oito vezes mais alto que agora em países em desenvolvimento. E que a riqueza em países em desenvolvimento será aproximadamente cinco vezes maior do que a riqueza dos países desenvolvidos hoje.

O senhor diz que há uma campanha para silenciar as vozes que se elevam contra os ambientalistas. O senhor já foi censurado?

Como presidente de um país tenho privilégios a esse respeito. É mais fácil para quem censura complicar a vida de outras pessoas que estão a meu redor. É também uma ironia da história ser mais fácil para os cientistas publicarem críticas à doutrina do aquecimento global quando eles estão aposentados, porque assim eles não correm o risco de ter problemas com seu emprego, promoções, publicações, etc.

Se há cientistas que dão palestras e escrevem livros contra as políticas para combater as mudanças climáticas, como afirmar que há censura?

Não uso o termo “censura”. Estou me referindo à não publicação ou à publicação tardia de artigos sérios, trabalhos de cientistas promissores que são simplesmente dispensados. Isso me lembra os procedimentos usados no regime comunista de meu país.

O senhor não acredita que é necessário limitar as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento global, como o gás carbônico?

Certamente não. Promover essa ideia é um engano trágico em muitos aspectos. Primeiro, porque o gás carbônico não é um poluente. (O gás está presente naturalmente na atmosfera, mas o excesso, segundo cientistas, está relacionado às mudanças climáticas.) Em segundo lugar, eu não acredito – e não estou sozinho – que as emissões de gás carbônico geradas pelo homem sejam responsáveis pelo aquecimento global. As restrições não vão acabar com as flutuações climáticas.

Como o senhor vê acordos internacionais, como o Protocolo de Kyoto, que limitam a emissão dos países e permitem a troca de créditos entre eles?

A troca de emissões é um mero jogo com o mercado. É o Estado jogando com o mercado. A experiência da República Tcheca com o comunismo mostrou que não se deve brincar com o mercado. [...]



(Época) - via (Criacionismo.blog)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Líderes religiosos de 60 países na Alemanha


Munique, 18 jul (RV) - Dez anos depois dos atentados de 11 de setembro, líderes das maiores religiões, chefes de Estado e homens do mundo da cultura têm encontro marcado em Munique de 11 a 13 de setembro para o “Meeting inter-religioso para a paz” convocado pela Comunidade de Santo Egídio e pelo Cardeal Reinhard Marx, arcebispo de Munique.

“O espírito de Assis chegará a Munique” – explicou o arcebispo. Já deram sua adesão personalidades religiosas e políticas de mais de 60 países. O encontro será aberto pelo presidente Christian Wulff; a chanceler Angela Merkel tomará a palavra no dia seguinte, e seguirão pronunciamentos de vários expoentes.

Estes mesmos líderes vão se encontrar um mês depois, em 27 de outubro, com Bento XVI em Assis, no 25º aniversário do histórico encontro inter-religioso promovido por João Paulo II. 

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: E quando disserem "paz e segurança"... Interessante, mas cada vez mais previsível, que além de se multiplicarem as reuniões de tentativa de alinhamento entre os braços religiosos e políticos de planeta (além dos culturais que agregariam os "sem religião"), ainda todos eles se desloquem para encontrar com BXVI.



(DiariodaProfecia.blog)
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