quinta-feira, 7 de julho de 2011

Governo Holandês Renuncia Oficialmente o Multiculturalismo


Demasiado doente para voar, o canário meio-morto arrasta-se em direcção à saída da mina. O mesmo governo que recentemente absolveu Geert Wilders pelo "crime" de alertar os holandeses àquilo que o islão está a fazer ao seu país está a abandonar oficialmente a desastrosa doutrina do multiculturalismo.
Uma nova lei de integração (vêr aqui e aqui) apresentada ao parlamento pelo ministro do interior holandês Piet Hein Donner diz:
"O governo partilha da insatisfação social em torno do modelo multicultural da sociedade e planeia mudar em direcção aos lavores dos holandeses. No novo sistema de integração, os valores da sociedade holandesa desempenham um papel central. Com esta alteração, o governo afasta-se do modelo multicultural da sociedade."
A carta continua:
"Uma integração mais obrigatória justifica-se porque o governo também exige isso dos seus próprios cidadãos. É necessária porque, de outra forma, a sociedade gradualmente se desfragmenta e eventualmente ninguém mais se sente em casa na Holanda. O plano de integração não será modificado segundo os gostos dos grupos distintos."
Esta nova lei de integração vai exigir mais dos imigrantes. Por exemplo, vai ser requerido aos imigrantes que aprendam a língua holandesa e o governo vai adoptar uma abordagem mais rígida aos imigrantes que ignorem os valores holandeses ou desobedeçam a lei holandesa.
O governo vai também parar de oferecer subsídios especiais aos imigrantes maometanos porque, de acordo com Donner, "não é o papel do governo integrar os imigrantes".
O governo vai também introduzir legislação que ilegaliza os casamentos forçados e vai impôr medidas mais severas contra os muçulmanos rque eduzam as suas chances de arranjar um emprego devido à forma como se vestem.
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Estes passos podem ser pequenos mas os mesmos estão a ser tomados na direcção certa. Isto é ainda mais emblemático se levarmos em conta que há pouco tempo atrás Donner apoiou o conceito da lei sharia na Holanda.
Mas há um "pequeno" problema: o que fazer com os 1.2 milhões de colonos maometanos que as autoridades suicidamente permitiram para dentro do seu país? Uma minoria se assimilará, mas a maioria não. Aliás, de acordo com alguns, é virtualmente impossível a assimilação dos maometanos. Sabendo o que nós sabemos da ideologia política com o nome de islão, Theo van Gogh e Pym Fortuyn não serão as últimas vítimas do inevitável conflito.
Fonte

A primeira vez que li esta notícia, nem podia acreditar no que estava a ler. Para quem não sabe, a Holanda é dos países mais esquerdistas que há na já-de-si-esquerdista classe política da Europa.
Mas desenganam-se aqueles que pensam que os políticos holandeses "viram a luz" e tiveram uma "conversão" do dia para a noite. Estas medidas são ganharam força porque o povo está farto de conviver com pessoas que não fazem o mínimo esforço para adoptarem os superiores costumes ocidentais. É o povo quem manda (ou deveria mandar) nos políticos.
Se os holandeses podem forçar o seu governo a tomar medidas deste tipo, então todos as pessoas que se identificam com a Europa e queiram proteger os valores Judaico-Cristãos dos seus próprios países podem fazer o mesmo.
O problema é que muitos europeus nem se apercebem para onde caminham. Tem uma fé quase cega no Estado sem se aperceberem que o Estado é o maior inimigo das suas liberdades, identidade e fé.
Depois da Hungria, a Holanda toma medidas. Não são bem iguais, mas são um princípio. A ver se a moda pega.

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