quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Político italiano preso por dar estalada ao filho em público


Um político italiano foi preso na Suécia por dar uma estalada no filho em público.
Giovanni Colasante, vereador da cidade italiana de Canosa, Puglia, estava de férias com a família em Estocolmo quando o filho, de 12 anos, fez uma birra.

Sem meias medidas, o político deu-lhe uma bofetada para o calar, esquecendo-se que na Suécia, paraíso do esquerdismo, disciplinar os próprios filhos é considerado um "delito grave". O Estado, e não os próprios pais, é que sabe o que é melhor para a criança. 

O pobre coitado do Colasante foi imediatamente detido, algemado e levado para a esquadra (como se fosse algum tipo de criminoso perigoso), onde foi formalmente acusado de "maus-tratos" e detido preventivamente. ("Maus tratos"?!)

O julgamento está marcado para 6 de Setembro.

Alguém disse, e muito bem, que as civilizações não morrem por assassinato mas por suicídio. Este incidente na Suécia encerra em si quase tudo o que está a destruir a civilização ocidental actual:
  • 1. Usurpação da autoridade do pai em favor do Estado.
  • 2. Criminalização da disciplina.
  • 4. E, como consequência, aumento da delinquência juvenil.
É precisamente devido ao marxismo cultural subscrito pela Suécia que este país está em declínio. A classe política da maioria dos países ocidentais (com algumas honrosas excepções como a Hungria ou a Polónia) está determinada em promover ideologias auto-destrutivas mesmo que para isso tenha que criminalizar pais por disciplinarem os filhos 

Mas como já sabemos, é exactamente isso que os mentores do marxismo cultural pretendiam: destruir a civilização ocidental e recriá-la de modo que fique mais susceptível de "aceitar" a ditadura socialista que aí se aproxima.
Giovanni Colasante: usurpou para si o papel do Estado ao disciplinar o seu filho

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A ameaça do terrorismo de Estado americano


A humanidade enfrenta a mais grave crise de civilização da sua história. Ela difere de outras, anteriores, por ser global, afetando a totalidade do planeta. É uma crise política, social, militar, financeira, económica, energética, ambiental, cultural. O homem realizou nos últimos dois séculos conquistas prodigiosas. Se fossem colocadas a serviço da humanidade, permitiriam erradicar da Terra a fome, o analfabetismo, as guerras, abrindo portas a uma era de paz e prosperidade. Mas não é o que acontece. Uma minoria insignificante controla e consome os recursos naturais existentes e a esmagadora maioria vive na pobreza ou na miséria. O fim da bipolar idade, após a desagregação da URSS, permitiu aos Estados Unidos adquirir uma superioridade militar, política e econômica enorme que passou a usar como instrumento de um projeto de dominação universal. As principais potências da União Europeia, nomeadamente o Reino Unido, a Alemanha e a França tornaram-se cúmplices dessa perigosa política.

O sistema de poder que tem o seu polo em Washington, incapaz de encontrar solução para a crise do seu modelo, inseparável da desigualdade social, da sobre-exploração do trabalho e do esgotamento gradual dos mecanismos de acumulação, concebeu e aplica uma estratégia imperial de agressão a povos do chamado Terceiro Mundo.

Em guerras ditas de baixa intensidade, promovidas pelos EUA e seus aliados, morreram nos últimos 60 anos mais de 30 milhões de pessoas. Algumas particularmente brutais, definidas como “preventivas” visaram ao saque dos recursos naturais dos povos agredidos.

Reagan criou a expressão “o império do mal” para designar a URSS no fim da guerra-fria. George Bush pai vulgarizou o conceito de “estados canalhas” para satanizar países cujos governos não se submetiam às exigências imperiais. Entre eles incluiu o Irã, a Coreia Popular, a Líbia e Cuba.

Em setembro de 2001, após os atentados que destruíram o World Trade Center e demoliram uma ala do Pentágono, George W. Bush (o filho) utilizou o choque emocional provocado por esse trágico acontecimento para desenvolver uma estratégia que fez da “luta contra o terrorismo” a primeira prioridade da política estadunidense.

Uma gigantesca campanha mediática foi desencadeada, com o apoio do Congresso, para criar condições favoráveis à implantação da política defendida pela extrema-direita. Segundo Bush e os neocon, “a segurança dos EUA” exigia medidas excepcionais na esfera internacional e na interna.

Os grandes jornais, as cadeias de televisão, as rádios, explorando a indignação popular e o medo, apoiaram iniciativas como o Patriot Act que suspendeu direitos e garantias constitucionais, legalizando a prática de crimes e arbitrariedades. A irracionalidade contaminou o mundo intelectual e até em universidades tradicionais professores progressistas foram despedidos e houve proibição de livros de autores célebres.

A campanha adquiriu rapidamente um carácter de caça às bruxas, com perseguições maciças a muçulmanos. Uma onda de anti-islamismo varreu os EUA, com a cumplicidade dos grandes meios de comunicação. O Congresso legalizou a tortura.

No terreno internacional, o povo do Afeganistão foi a primeira vítima da “cruzada contra o terrorismo”. Os EUA, a pretexto de que o governo do mulá Omar não lhe entregava Bin Laden - declarado inimigo numero um de Washington - invadiu, bombardeou e ocupou aquele pais.

Seguiu-se o Iraque após uma campanha de desinformação de âmbito mundial. O Governo de Bagdad foi acusado de acumular armas de extermínio massivo e de ameaçar portanto a segurança dos EUA e da Humanidade. A acusação era falsa, como se provou mais tarde, e os EUA não conseguiram obter o apoio do Conselho de Segurança. Mas, ignorando a posição da ONU, invadiram, vandalizaram e ocuparam o país. Inicialmente contaram somente com o apoio do Reino Unido.

Crimes monstruosos foram cometidos no Afeganistão e no Iraque pelas forças de ocupação. A tortura de prisioneiros no presidio de Abu Ghraib assumiu proporções de escândalo mundial. Ficou provado que o alto comando do exército e o próprio secretário da Defesa, Donald Rumsfeld, tinham autorizado esses atos de barbárie. Mas a Justiça norte-americana limitou-se a punir com penas leves meia dúzia de torcionários.

Simultaneamente, milhares de civis, acusados de “terroristas” - muitos nunca tinham sequer pegado numa arma - foram levados para a base de Guantánamo, em Cuba, e para cárceres da CIA instalados em países da Europa do Leste.

As Nações Unidas não somente ignoraram essas atrocidades como acabaram dando o seu aval à instalação de governos títeres em Kabul e Bagdá e ao envio para ali de tropas de muitos países. No caso do Afeganistão, a NATO, violando o seu próprio estatuto, participa ativamente, com 40 mil soldados, da agressão às populações. Dezenas de milhares de mercenários estão envolvidas nessas guerras.

Em ambos os casos, Washington sustenta que essas guerras preventivas representam uma contribuição dos EUA para a defesa da liberdade, da democracia, dos direitos humanos e da paz e foram inspiradas por princípios e valores éticos universais. O presidente Barack Obama, ao receber o Premio Nobel da Paz em Oslo, defendeu ambas, num discurso farisaico, como serviço prestado à humanidade. Isso no momento em que decidira enviar mais 30 mil soldados para a fogueira afegã.

Os fatos são esses. Apresentando-se como líder da luta mundial contra o terrorismo, o sistema de poder dos EUA faz hoje do terrorismo de Estado um pilar da sua estratégia de dominação. A criação de um exército permanente na África - o Africom – os bombardeamentos da Somália e do Iêmen e a participação na agressão ao povo da Líbia inserem-se nessa política criminosa de desrespeito à Carta da ONU. [...]

A maioria dos estadunidenses desconhece a gravidade e complexidade da crise interna. A recente elevação do teto da divida publica de mais de 14 trilhões de dólares para 16 trilhões - total superior ao PIB do país – é, porem, reveladora da fragilidade do gigante que impõe ao mundo uma politica de terrorismo de Estado. Entretanto, o discurso oficial, invocando os “pais da Pátria”, insiste em apresentar os EUA como o grande defensor da democracia e das liberdades, vocacionado para salvar a humanidade.

Sem o controle pelo grande capital da esmagadora maioria dos meios de comunicação social e dos audiovisuais pelo sistema de poder imperial, a manipulação da informação e a falsificação da História não seriam possíveis. Um instrumento importante nessa politica é a exportação da contracultura dos EUA, país - registre-se - onde coexiste com a cultura autêntica.
A televisão, o cinema, a imprensa escrita e, hoje, sobretudo a internet cumprem um papel fundamental como difusores dessa contracultura que nos países industrializados do Ocidente alterou profundamente nos últimos anos a vida cotidiana dos povos e a sua atitude perante a existência.

A construção do homem formatado principia na infância e exige uma ruptura com a utilização tradicional dos tempos livres. O convívio familiar e com os amigos é substituído por ocupações lúdicas frente à TV e ao computador, com prioridade para jogos violentos e filmes que difundem a contracultura com prioridade para os que fazem a apologia das Forças Armadas dos EUA.


A contracultura atua intensamente no terreno da música, da canção, das artes plásticas, da sexualidade. A contramúsica que empolga hoje multidões juvenis é a de estranhas personagens que gritam e gesticulam, exibindo roupas exóticas, berrantes em gigantescos palcos luminosos, numa atmosfera ensurdecedora, em rebeldia abstrata contra o vácuo.

O jornalismo degradou-se. Transmite a imagem de uma falsa objetividade para ocultar que a mídia ao serviço da engrenagem do poder insiste, com poucas exceções, em justificar as guerras americanas como “cruzada antiterrorista” em defesa da humanidade porque os EUA, nação predestinada, batalhariam por um mundo de justiça e paz.

É de justiça assinalar que um número crescente de cidadãos americanos denuncia essa estratégia de poder, exige o fim das guerras na Ásia e luta em condições muito difíceis contra a estratégia criminosa do sistema de poder. [...]

(Miguel Urbano Rodrigues, O Diário.info)

Nota: Conforme destacou o professor Renato Stencel (Unasp) em e-mail a mim enviado, esse texto do português Miguel Rodrigues revela os rumos e destinos da humanidade sob o domínio da besta que emerge da Terra, os EUA de Apocalipse 13:14 (“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar”). “A cada dia podemos perceber que estamos nos aproximando do grande momento em que esse poder cumprirá tal profecia por meio do exercício de suas forças bélicas, políticas e culturais, contribuindo, assim, para o desfecho do Grande Conflito.”



(Criacionismo.blog)

domingo, 28 de agosto de 2011

Alemania propone crear los 'Estados Unidos de Europa' para superar la crisis


La ministra alemana de Trabajo, la cristianodemócrata Úrsula von der Leyen, considera que la crisis de la zona euro solo puede superarse desarrollando la unión política del continente con la creación de unos Estados Unidos de Europa.


"Mi meta son los Estados Unidos de Europa siguiendo el ejemplo de otros estados federales como Suiza, Alemania o EEUU", afirma la ministra en declaraciones adelantadas hoy por el semanario Der Spiegel.


Von der Leyen defendió además esta semana la exigencia de Finlandia de que los países que acudan al fondo del rescate del euro avalen los créditos con sus reservas de oro y figura entre los políticos destacados que disienten del curso de la canciller federal, Angela Merkel.


Una unión política permitiría unificar cuestiones importantes en materia de política financiera, impositiva y económica "aprovechando las ventajas de la grandeza de Europa", ya que para hacer frente a la competencia global no es suficiente una moneda común.


Asimismo advierte contra un desmembramiento del viejo continente, ya que ello haría que "se formen distintas alianzas en Europa con los consiguientes peligros para el mercado interior común y la cooperación política".


Von der Leyen insiste además en su exigencia de que los países que acudan al fondo de rescate avalen los créditos con sus reservas de oro o industrias estatales.


"No queremos volver a vivir que cada un par de años nuevos gobiernos piensen que la fiesta puede volver a empezar", afirma la titular alemana de Trabajo, a la que la prensa germana sitúa como una de las más firmes candidatas para suceder a Merkel.


Conocida como la "supermamá", por sus siete hijos, tres carreras universitarias y febril actividad política, Von der Leyen reconoce, sin embargo, que su postura no cuenta con el respaldo de la mayoría de sus compañeros en el gabinete de Merkel, a cuyos dictados se somete "por disciplina".


Aunque la propia canciller ha rechazado públicamente sus propuestas, la titular de Trabajo asegura que su "iniciativa es seria, aunque complicada de aplicar", y asegura coincidir con Merkel en que la concesión de créditos a los países en crisis de la zona euro debe ir ligada a severas condiciones.
(eleconomista.es)


Nota (del blog diario de alas): “Hermoso”, como la estructura secular de la imagen de la bestia se va insertando en la armazón política de la Unión Europea todo gracias a la misma crisis que inicio y mantienen los Estados Unidos de Norteamérica para lograr su propósito de hundir la soberanía de las naciones para fundirlas en una sola identidad.


Alemania está logrando que el imperio romano II pase de ser una función solo teórica en el papel a que se concrete con esfuerzos firmes basados en hechos, y una vez que todos estén asimilados en su núcleo político y financiero, la religión será pan comido. Para aquellos que dudan solo tienen que recordar de, que Alemania es la única nación de la Unión que dispone de una “Ley Dominical” en vigor y férrea traída a la vida el mismo día que entro en vigor el tratado de Lisboa donde viejas leyes dominicales de la época de Weimar fueron resucitadas. (europa entra en una nueva era), todo como parte de la “renovación espiritual y política” de los tiempos que vivimos.


Ahora, si usted no entiende acerca del porqué de tantos viajes de Ángela Merkel a España coincidiendo con Benedicto 16, porque según el club bilderberg, España es el trampolín para impulsar todo esto para provocar un efecto de estampida hacia la trampa final que dará como resultado que el papado recupere nuevamente su autoridad y su poder perdido (incentivando la crisis de la deuda usando el miedo de la expulsión del euro para lograr la unidad), necesita echarle un vistazo a esta noticia para que compruebe por usted mismo como los puntos de la agenda se están cumpliendo con una exactitud y precisión que enorgullecería al perfeccionista más exasperante.


Cita:


Merkel avanza en Madrid su plan para crear los 'Estados Unidos de Europa'


La canciller alemana llega a Bruselas con el entusiasta apoyo de Zapatero al súper-estado europeo que ha diseñado con Sarkozy.


(libertaddigital.com)


Como siempre ustedes tienen la última palabra, yo lo único que podría añadir es que queda poco tiempo, porque no se confíen cuando dicen de que esto demoraría muchos años para concretarse porque si algo bueno tienen las crisis es que lo aceleran todo y las masas siempre claman por medidas que les devuelvan la paz-la seguridad- y la prosperidad, la crisis iniciado por los EEUU ha servido para eso, primero fueron los grandes bancos mundiales los que iniciaron el problema, después la crisis descendió a los bancos comerciales, hoy están al nivel de las naciones, la próxima crisis, en la cual estamos en curso, tocara a los ciudadanos afectando su forma de vida y su independencia siendo este el objetivo final de todas estas sociedades secretas que han complotado para llevarnos a este punto. Siendo este la fase final en que las libertades estarán subordinadas al sistema financiero, léase entre líneas apocalipsis 13:14-18.


(diario-de-alas97.blog)

A ressurreição de Jesus Cristo








sábado, 27 de agosto de 2011

O significado Bíblico da História, 2011

El Fin de La Democracia Programada



El Poder Ya Cambió de Manos
Los verdaderos amos del mundo ya no son los gobiernos, sino los dirigentes de grupos multinacionales financieros o industriales, e instituciones internacionales opacas (FMIBanco Mundial, OCDE, OMC, bancos centrales). Además, estos dirigentes no son elegidos, a pesar del impacto de sus decisiones sobre la vida de los pueblos.

El poder de estas organizaciones se ejerce sobre una dimensión planetaria, siendo que el poder de los Estados está limitado a una dimensión nacional.

Por otro lado, el peso e influencia de las empresas transnacionales en el flujo financiero ha sobrepasado al de los estados hace mucho tiempo.

Las empresas transnacionales, más ricas que los estados, son también las principales fuentes de financiación de partidos políticos de todas las tendencias y, en la mayoría de los países, estas organizaciones están de hecho por encima de las leyes y del propio poder político. Por encima de la democracia.

He aquí una lista de las cifras de ingresos de algunas multinacionales, comparadas con el Producto Interno Bruto de diferentes Estados. Esta lista es lo suficientemente ilustrativa sobre el poder planetario que estas empresas están adquiriendo.

Un poder siempre más desmesurado por el fenómeno de aceleración de las fusiones entre transnacionales.

Cifras de ingresos o PIB
en Miles de Millones de Dólares Americanos


General Motors
178,2
Singapur
96,3
Dinamarca
161,1
Toyota
95,2
Tailandia
157,3
Israel
92
Ford
153,5
General Electric
90,8
Noruega
153,4
Filipinas
83,1
Mitsui & Co
142,8
IBM
78,5
Polonia
135,7
NTT
77
Africa del Sur
129,1
Axa - UAP
76,9
Mitsubishi
129
Egipto
75,2
Royal Dutch Shell
128,1
Chile
74,3
Itoshu
126,7
Irlanda
72
Arabia Saudita
125,3
Daimler-Benz
71,5
Exxon (Esso)
122,4
British Petroleum
71,2
Wall Mart
119,3
Venezuela
67,3
Ford
100,1
Groupe Volkswagen
65,3
Grecia
119,1
Nueva Zelanda
65
Finlandia
116,2
Unilever
43,7
Marubeni
11,2
Pakistan
41,9
Sumimoto
109,3
Nestle
38,4
Malasia
97,5
Sony
34,4
Portugal
97,4
Nigeria
29,6
Conjunto de las 5 mayores empresas
526,1
Oriente Próximo y África del Norte
454,5
Asia del Sur
297,4
África Sub-Sahariana
269,9
Cifras 1999, excepto cifras en itálico que son de 1992
Fuentes: Banco Mundial (World Development Report 1998-1999), Forbes, The Nation, Institut de recherche des Nations Unies pour le développement social (States of Disarry, Ginebra, 1995), Courrier International, Le Monde Diplomatique


El espejismo democrático 
La democracia ha dejado de ser una realidad.

Los responsables de las organizaciones que ejercen el verdadero poder no son elegidos, y el público no está informado de sus decisiones.

El margen de acción de los estados es cada vez más reducido por los acuerdos económicos internacionales sobre los cuales los ciudadanos no han sido consultados, ni informados.

Todos estos tratados, elaborados estos últimos cinco años, (GATT, OMC, AMI, NTM, NAFTA) tienen como objetivo final: la transferencia del poder de los estados hacia organizaciones no-elegidas, bajo el proceso llamado de "globalización".

Una suspensión proclamada de la democracia habría provocado una revolución. Es por eso que se ha decidido mantener una democracia de fachada o ilusoria, y desplazar el poder real hacia nuevos centros.

Los ciudadanos continúan votando, pero su voto ha sido desprovisto de todo contenido real. Votamos a políticos que no tienen poder real.

Es a causa de que no hay nada que decidir que los programas políticos de "derechas" y de "izquierdas" han llegado a parecerse o asemejarse en todos los países occidentales.

Para resumir, no tenemos la elección del plato, pero tenemos elección de la salsa.
El plato se llama "nueva esclavitud", con salsa de derecha pimentada, o salsa de izquierda agridulce. 

La desaparición de la información 
Desde principios de los años 90, la información ha desaparecido progresivamente de los medios de comunicación destinados al público en general.

Al igual que las elecciones, los noticiarios televisivos continúan existiendo, pero han sido vaciados de todo contenido.

Un noticiario de televisión contiene un máximo de 2 a 3 minutos de verdadera información. El resto esta constituido por temas "tipo magazine", reportajes anecdóticos, hechos diversos, micro-sondeos y reality-showsde la vida cotidiana.

El análisis periodístico y especializado, así como las emisiones de información, han sido prácticamente suprimidos. La información ha quedado reducida desde ahora a la prensa escrita, leída por una minoría de personas.

La desaparición de la información es síntoma palpable de que nuestro régimen político ha cambiado de naturaleza.

Estrategias y objetivos para controlar el mundo

Los responsables del poder económico provienen casi todos del mismo mundo, de los mismos ambientes sociales. Se conocen, se encuentran y comparten los mismos puntos de vista y los mismos intereses.

Comparten de forma totalmente natural la misma visión del mundo ideal del futuro.

Es por ello "natural" que se pongan de acuerdo sobre una estrategia, sincronizando sus respectivas acciones hacia objetivos comunes, induciendo, a la vez, situaciones económicas favorables a la realización de sus objetivos, a saber:
  • Debilitamiento de los gobiernos. Desregulación. Privatización de los servicios públicos. 
  • Desvinculación total del estado con la economía, incluidos los sectores de la educación, la investigación, y a largo plazo desvinculación con la policía y las fuerzas armadas, destinadas a convertirse en sectores lucrativos para las empresas privadas. 
  • Precarización de los empleos y mantenimiento del nivel de desempleo elevado, gracias a las relocalizaciones y a la globalización del mercado de trabajo. Esto acrecienta la presión económica sobre los asalariados-trabajadores, que así se hallan dispuestos a aceptar cualquier salario o condiciones de trabajo. 
  • Reducción de las ayudas sociales, para incrementar la motivación de los desempleados para aceptar cualquier trabajo y a cualquier nivel salarial. Ayudas sociales demasiado elevadas impiden al desempleado ejercer una presión eficaz sobre el mercado de trabajo. 
  • Impedir el aumento de reivindicaciones salariales en los países del Tercer Mundo, manteniendo regímenes totalitarios o corruptos. Si los trabajadores del Tercer Mundo fueran mejor remunerados, ello quebrantaría el principio mismo de las relocalizaciones y de la fuerza que ejercen sobre el mercado de trabajo y sobre la sociedad en los países desarrollados. Esto es, entonces, un aspecto o clave estratégica esencial que debe ser preservada a cualquier precio. La famosa "crisis asiática" de 1998 fue provocada con el objetivo de preservar y proteger esta clave.

Los atributos del poder 
Las organizaciones transnacionales privadas se dotan progresivamente de todos los atributos y poder de los estados:
Redes de comunicación, satélites (1), servicios de información, base de datos personales (2), instituciones judiciales (establecidas por la OMC y el AMI, acuerdo gracias al cual una transnacional podrá demandar a un estado ante una corte de justicia internacional especial).
(1) En el transcurso de los cinco próximos años, Microsoft lanzara 288 satélites de comunicación que constituirán la red TELEDESIC. Otras empresas transnacionales se alistan para crear redes de satélites de comunicación similares. Satélites de observación privados ya se hallan en orbita. Dos sociedades comercializan imágenes de alta resolución de cualquier lugar del planeta susceptible de interesar a los compradores.

(2) Numerosas empresas creadas estos últimos años (principalmente en Estados Unidos) están especializadas en la compilación de informaciones sobre las personas, oficialmente para fines comerciales. Pero estas bases de datos privados empiezan a reunir millones de perfiles individuales muy precisos de consumidores distribuidos en el conjunto de países occidentales. La información contenido en estas bases de datos personales es vendida a cualquiera que desea comprarla.
La etapa siguiente y última - para estas organizaciones - será obtener un poder militar y policial que corresponda a su nuevo poderío, creando sus propias fuerzas armadas, puesto que las fuerzas armadas y policiales nacionales no están adaptadas a la defensa de sus intereses en el mundo.

A largo plazo, las fuerzas armadas están llamadas a ser o a convertirse en empresas privadas, prestatarias de servicios trabajando mediante contratos con los estados, al igual que cualquier cliente capaz de pagar sus servicios. Pero la última etapa de este plan, son las fuerzas armadas privadas que servirán a los intereses de grandes empresas transnacionales, y atacarán a los estados que no quieran someterse a las reglas del nuevo orden económico.

Mientras tanto, este papel es asumido por las fuerzas armadas de Estados Unidos, el país mejor controlado por las empresas transnacionales.

La verdadera realidad del dinero 
El dinero es hoy en día esencialmente virtual. Tiene por realidad una secuencia de 0 y de 1 en las computadoras de los bancos.
La mayoría del comercio mundial se desarrolla sin moneda-papel, y solo 10% de las transacciones financieras cotidianas corresponden a intercambios económicos en el "mundo real".

Los mercados financieros constituyen por sí mismos un sistema de creación de dinero virtual, de lucro no basado en la generación de riqueza real.
Gracias al juego de los mercados financieros (que permiten transformar en utilidades las oscilaciones de las tasas de cambio), los inversores ágiles pueden ser declarados más ricos, por una simple circulación de electrones en las computadoras.
Esta creación de dinero, sin creación de riquezas económicas, corresponde a la definición misma de la creación artificial del dinero. Lo que la ley prohíbe a los falsificadores de dinero, la ortodoxia económica liberal prohíbe a los estados, es posible, permitido y legal para un número restringido de beneficiarios.
Si queremos comprender lo que es realmente el dinero y a lo que sirve, es suficiente invertir el viejo adagio de: "el tiempo es dinero".
  • El dinero es tiempo. 
  • El dinero es lo que permite comprar el tiempo de otros, el tiempo que ha sido necesario para producir los productos o servicios que uno consume. 
  • El dinero, el tiempo y los esclavos
Técnicamente, el dinero es una unidad de calculo intermediario para intercambiar tiempo por tiempo, sin que el tiempo de unos y de otros pueda ser comparado directamente.
Porque cada conversión entre dinero y tiempo se hace sobre la base de una estimación subjetiva, que varía según la relación de fuerza económica y de información entre comprador y vendedor.

En la práctica, esta relación de fuerza es siempre desfavorable al consumidor-asalariado.

Cuando un individuo medio compra un producto, paga el tiempo que fue necesario para fabricar este producto a un precio mucho mas elevado que el salario cobrado, que corresponde a una fracción equivalente a su propio tiempo.

Por ejemplo, si un coche es producido en 2 horas por 20 asalariados (incluido el tiempo de los asalariados que lo comercializan y el trabajo de los equipamientos utilizados), el salario de cada asalariado por esas 2 horas debería ser igual a 1/20 del precio del coche, es decir 500 $US (o Euros) si el coche vale 10.000 $US (o Euros). Lo que hace un salario horario teórico de 250 $US (o Euros). Para la mayoría de los asalariados, estamos lejos de esta situación.

Cuando un asalariado occidental da 10 horas de su tiempo, recibe solamente el equivalente de una hora. Para un asalariado del Tercer Mundo, la relación cae a 1.000 horas contra una.

Este sistema es la versión moderna de la esclavitud.

Los beneficiarios del tiempo robado a los asalariados son las empresas, pero también los estados desde el momento en que deducen impuestos y tasas que no son utilizados en el interés general.

El punto irreversible y de inflexión ecológica está a punto de ser franqueado 
Es evidente que empezamos a enfrentarnos a los límites ecológicos de la actividad económica.

Un sistema económico liberal, cuyo objetivo es la búsqueda del lucro a corto plazo por intereses particulares, no toma en cuenta los costos a largo plazo de la degradación del medioambiente.

Los modelos económicos actuales son igualmente inaptos para estimar en su justo valor la "producción" de la naturaleza, indispensable para nuestra supervivencia:
producción de oxígeno, fijación del gas carbónico por los bosques y océanos, regulación de la temperatura, protección contra los rayos solares, reciclaje químico, repartición de las lluvias, producción de agua potable, producción de alimentos, etc.
Si nuestros modelos económicos integrasen el costo real de la destrucción de la naturaleza, de la contaminación, de modificaciones climáticas, cambiaría radicalmente nuestra estimación de lo que es "rentable" y de lo que no lo es..

La producción de la naturaleza fue avaluada en 55.000 Mil Millones de dólares por año por un grupo de científicos del Institute for Ecological Economics de la Universidad de Maryland en 1997.

La destrucción de la naturaleza es intencional

La desaparición de la naturaleza es inevitable, porque es deseada por el nuevo poder económico. ¿Por qué?

Por tres razones:
  1. La desaparición de la naturaleza y el aumento de la contaminación van ha convertir a los individuos en aun más dependientes del sistema económico para su supervivencia, y van a permitir la generación de nuevas formas de lucro (particularmente con el consumo creciente de medicamentos y prestaciones médicas... ). 
  2. Además, la naturaleza constituye una referencia de otro orden, el del universo.
    La contemplación de la belleza y de la perfección de este orden es considerada subversiva: ella encamina al individuo a rechazar la fealdad de las zonas urbanizadas, y a dudar del orden social que debe permanecer como su única referencia.

    La urbanización del medioambiente permite ubicar las poblaciones en un espacio totalmente controlado, donde el individuo esta totalmente inmerso en una proyección del orden social. 
  3. En fin, la contemplación de la naturaleza incita al sueño e intensifica la vida interior de los individuos, desarrollando su sensibilidad propia, así como su libre arbitrio.
Ellos dejan entonces de estar fascinados por las mercancías, y se desvían de los programas televisados destinados a idiotizar y a controlar su mente-espíritu.
Liberados de sus cadenas, los individuos empiezan a imaginar otra sociedad alternativafundada sobre otros valores que no sean el lucro y el dinero. 
Todo lo que puede llevar a los individuos a pensar y a sobrevivir por sí mismos es potencialmente subversivo. El peligro más grande para el orden social es la espiritualidad, porque ello encamina al individuo a conmover su sistema de valores y entonces su comportamiento, en detrimento de sus valores y comportamientos precedentemente implantados por el condicionamiento social.

Para la estabilidad del "nuevo orden social", todo lo que puede estimular su despertar espiritual debe ser eliminado.

Las alternativas de última hora

Para no ser excluido definitivamente del juego, los contra-poderes al poder económico (sindicatos, asociaciones de consumidores, movimientos ecológicos) deben responder ubicándose sobre el mismo nivel de organización, a nivel mundial y no en el nivel nacional, unificando y sincronizando sus acciones, a escala de grupos de estados influyentes que tienen peso suficiente en los flujos económicos mundiales.

Les queda poco tiempo para reaccionar, porque todos los elementos, o instrumentos de control necesarios para una futura dictadura mundial, han sido implementados, estando totalmente operativos. 

2000 años de historia 
En el transcurso de estos dos últimos milenios, la civilización habrá pasado por cuatro eras sucesivas, marcando cuatro formas de poder político:
  1. La era de las tribus Poder ejercido según la fuerza (y menos sobre la base de la sabiduría o el conocimiento). Como en los grupos de animales, el poder es ejercido por el "macho dominante".

  2. La era de los imperios y de los reinos Poder hereditario. Nacimiento de la noción de estado.

  3. La era de los estados-naciones Era abierta por la monarquía parlamentaria en Gran Bretaña en 1689, por la revolución francesa en 1789, y por la fundación de los Estados Unidos.

    En un estado-nación, el poder ha dejado de ser hereditario y es ejercido por dirigentes que supuestamente representan el pueblo, designados mediante elecciones (estado-nación democrático), o por el sistema de cooptación en el seno de un partido único (estado-nación totalitario).
  4. La era de los conglomerados económicos Era iniciada a partir de 1954, puesta en práctica en el transcurso de los años 70 y 80, y plenamente operacional desde los años 90.

    El poder ya no es de tipo representativo o electivo, y no está localizado geográficamente (contrariamente a las tribus, a los reinos y a los estados-naciones).

    Es ejercido directamente por aquellos que controlan el sistema financiero y la producción de las mercancías. Los instrumentos de este poder son el control de la tecnología, la energía, la moneda, y la información.

    Como todo nuevo poder, éste se erige reemplazando el poder precedente, condenado a desaparecer.
En fin, este nuevo poder es global, mundial o planetario. No tiene alternativa ni escapatoria. Constituye un nuevo nivel de organización de la civilización, una suerte de súper-organismo.

Los grandes problemas ecológicos, económicos y sociales se han convertido en planetarios, y su resolución pasa efectivamente por el surgimiento de una forma de poder global. Asimismo, la unificación del mundo por la economía y el declive de los estados-naciones ha sido decidido en parte por una noble causa: volver imposible una nueva guerra mundial la cual, en la era atómica, significaría el fin de la civilización.

Pero la pregunta es saber al servicio de qué objetivos e intereses este poder global debe ser, o por quien debe ser ejercido, y por cuales contra-poderes debe ser controlado y equilibrado.

La mundialización (o "globalización") no es negativa en sí misma.

Potencialmente, puede permitir el establecimiento de una paz mundial duradera y una mejor gestión de los recursos. Pero si sigue siendo organizada en beneficio de una elite, y si conserva su orientación neo-liberal actual, no tardará en engendrar un nuevo tipo de autoritarismo, la conversión de los seres vivos en mercancías, la destrucción total de la naturaleza, y la creación de nuevas formas inéditas de esclavitud.

Leer las "armas silenciosas", el cual se expone en detalle las estrategias de control de la economía y de la sociedad. 

REFLEXIONES SOBRE LA NOCIÓN DEL PODER

3 citas para meditar...
"En política, nada ocurre por casualidad. Cada vez que un acontecimiento surge, se puede estar seguro que fue previsto para llevarse a cabo de esa manera." Franklin D. Roosevelt
Presidente de los Estados Unidosde 1932 a 1945 

"El mundo se divide en tres categorías de gentes: un muy pequeño número que produce acontecimientos, un grupo un poco más grande que asegura la ejecución y mira como acontecen, y por fin una amplia mayoría que no sabe nunca lo que ha ocurrido en realidad." Nicholas Murray Butler
Présidente de la Pilgrim Society, miembro de la Carnegie, miembro del CFR (Consejo para las Relaciones Externas / Council on Foreign Relations) 

"Tendremos un gobierno mundial, guste o no. La única cuestión es saber si éste será constituido por conquista o por consentimiento." Paul Warburg
Financier, miembro del CFR (Council on Foreign Relations)

Cifras para meditar...
Según un Informe del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD):
  • Las 3 personas más ricas del mundo son tan ricas como los 48 países más pobres. 
  • La riqueza de las 84 personas más ricas del mundo supera el producto interno bruto de la China con sus 1,2 Mil Millones de habitantes. 
  • Las 225 personas más ricas disponen de una fortuna equivalente al ingreso anual acumulado del 47% del total de individuos más pobres del planeta, es decir más de 3 Mil Millones de personas. 
  • Según el mismo organismo de Naciones Unidas, sería suficiente menos del 4% de la riqueza acumulada de estas 225 más grandes fortunas mundiales (evaluado en más de 1.000 Billones de dólares) para dar a toda la población del planeta acceso a las necesidades básicas y acceso a los servicios elementales: salud, educación, alimentación. Informe ONU - PNUD 1998 - disponible en Economica, 49, rue Héricart, 75015 Paris
Otras cifras:
  • 122 empresas originan el 80% de todas las emisiones de dióxido de carbono 
  • Para su fabricación, un yate de lujo requiere 200.000 horas de trabajo, es decir 96 años de trabajo de una persona (8 horas al día, 5 días sobre 7). Así pues, con lo que gana en unos cuantos días un multimillonario puede apropiarse de la vida entera de otro ser humano. 
  • En Estados Unidos, los 100 más importantes Jefes de empresa (Gerentes Generales) ganan cada uno de promedio 1000 veces más que sus empleados "ordinarios" 
  • La fortuna personal de Bill Gates (50 Mil Millones de dólares) es igual a la fortuna acumulada de 106 millones de americanos más pobres... 
  • El presupuesto militar americano anual es de 370 Mil Millones de dólares, lo que representa un gasto de 18.000 dólares por hora desde el nacimiento de Cristo.En 2002, George W. Bush decidió un aumento de los gastos militares de 40 Mil Millones de dólares. Este solo aumento del presupuesto militar americano representa exactamente la cantidad de dinero necesario para resolver definitivamente el problema del hambre en el mundo. (según estimaciones de la ONU)
Fuente

(ultimaadvertencia.blog)

ACADÊMICOS FAZEM UMA CONFERÊNCIA PRÓ-PEDOFILIA (ISTO MESMO!) NOS EUA E CAUSAM HORROR NOS PARTICIPANTES!


Mais sintomas de uma sociedade doente

Líderes pró-família que estiveram numa polêmica conferência pró-pedofilia na cidade de Baltimore na semana passada dizem que 

ficaram profundamente abalados com o que viram e ouviram.

“Como ex-agente policial lidei com situações envolvendo suicídio, homicídio e outros tipos de violência. Mesmo assim, nunca senti o nível de malignidade e opressão espiritual que senti naquela sala”, Matt Barber, vice-presidente doLiberty Counsel Action, disse para LifeSiteNews“Esses ‘profissionais’ de saúde mental, e ativistas que se descrevem como pedófilos e ‘gays’ tiveram, não sei como, condições de discutir arrogantemente, de um modo quase indiferente, a ideia de estupro contra uma criança”, disse Barber. “Eles usaram termos psicológicos baratos, de modo elegante e eufemístico, para dar acobertamento quase científico para uma discussão acerca do pior tipo de perversão”.
A organização B4U-ACT patrocinou o evento em Baltimore na semana passada, no qual estiveram presentes profissionais de saúde mental e ativistas pró-pedofilia. A conferência examinou as maneiras em que “indivíduos que sentem atração por menores” podem se envolver numa revisão da classificação que a Associação Americana de Psicologia (AAP) faz da pedofilia.
Os líderes da conferência incluíam Fred Berlin da Faculdade de Medicina da Universidade Johns HopkinsRenee Sorentino da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, John Sadler do Centro Médico Sudoeste da Universidade do Texas, e John Breslow da Escola Londrina de Economia e Ciência Política. Os palestrantes falaram para os 50 participantes presentes sobre temas que variavam desde a noção de que pedófilos são “injustamente estigmatizados e demonizados” pela sociedade até a ideia de que “as crianças não são inerentemente incapazes de dar consentimento” para fazer sexo com um adulto. Na discussão também houve argumentos de que o desejo de um adulto de ter sexo com crianças é “normativo” e que o Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM) ignora o fato de que os pedófilos “têm sentimentos de amor e romance por crianças” do mesmo jeito que adultos heterossexuais e homossexuais têm sentimentos românticos uns pelos outros.
Numa entrevista para Notícias Pró-Família/ LifeSiteNews (LSN), Judith Reisman, professora convidada da Universidade Liberty, disse, depois de estar na conferência, que “após a decisão ‘histórica’ Lawrence versus Texas [do Supremo Tribunal] em 2003, parafraseando o juizAntonin Scalia, vale tudo”.
“Trato desse assunto em detalhe no meu último livro, ‘Sexual Sabotage’ (´Sabotagem Sexual´)”, disse ela. “Depois de Alfred Kinsey, os sexólogos começaram a ocupar nossas escolas, de modo que profissionais formados têm em grande parte sido treinados para ser uma forma de anarquistas sexuais”. “Embora a estupidez de promover uma inofensiva sexualidade sem moral nos deixe diariamente chocados, nossas arrogantes populações ‘cultas’ dizem que a moralidade não tem lugar em nossas vidas sexuais”, disse Reisman. “Exatamente como a AIDS é uma consequência natural da educação sexual e meios de comunicação sem valores morais, assim também são os abusos sexuais contra crianças. Estamos criando um novo caráter humano e o abuso sexual contra crianças é cada vez mais parte desse caráter”.
“Eu, por minha parte, já estou farto”, Barber disse para LifeSiteNews. “Esses anarquistas sexuais, qualquer que seja a classe de sua perversão, precisam parar de incomodar nossos filhos e deixarem as crianças serem crianças”. “Eles sabem que para possuir o futuro, eles precisam possuir a mente das crianças”, disse ele. “Daí, grupos como B4U-ACT, a Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero, a Federação de Planejamento Familiar e organizações semelhantes, utilizam as instituições acadêmicas, desde as pré-escolas até as faculdades de pós-graduação, para fazer lavagem cerebral e doutrinar”.
Conforme foi noticiado antes por LSNB4U-ACT classifica a pedofilia como simplesmente outra orientação sexual e condena o “estigma ligado à pedofilia”Howard Kline, diretor de ciência de B4U-ACT, criticou a definição de pedofilia usada pela Associação Americana de Psicologia, descrevendo seu tratamento de “pessoas que sentem atração por menores de idade” como “impreciso” e “equivocado”. Semelhantes pressões políticas, então por ativistas homossexuais, levaram à desclassificação da homossexualidade como uma desordem mental em 1973 no MDEDM. Como consequência da desclassificação do MDEDM, o debate sobre a homossexualidade e os muitos danos documentados associados com o estilo de vida homossexual tem sido totalmente censurado nos círculos psicológicos acadêmicos.
Fonte: Julio Severo

NOTA: Leram bem? Pois é... o próximo passo inexoravelmente será a pedofilia.



(FatosEmFoco.blog)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Teólogo protestante quer papa como líder dos cristãos


O teólogo protestante Reinhard Frieling defende que o papa Bento XVI seja nomeado líder honorário de todos os cristãos. A proposta surge poucas semanas antes da visita do líder católico à Alemanha. “O sonho da comunhão de todos os cristãos pode se tornar realidade se os protestantes oferecerem ao papa o papel de chefe honorário da cristandade”, disse o ex-líder do Institute Kundlichen, de Bensheim. Para o professor emérito da Universidade de Marburg, o papa poderia “falar em nome da cristandade em situações extraordinárias”. Ele argumentou que uma liderança comum daria crédito ao cristianismo como mensagem. Se a proposta se viabilizar, o aniversário da Reforma em 2017, com seus 500 anos, poderá ser a ocasião certa para concretizar a visão, baseada em sua opinião do papa já ser “porta-voz para todos os cristãos”.

O teólogo protestante sugere que as igrejas da Reforma abandonem sua “autossuficiência” e assumam as “corajosas consequências ecumênicas”. Essa proposta lembra a que foi feita pelo bispo Johannes Friedrich, da Igreja Luterana da Baviera, há dez anos. Friedrich argumentava que o papa poderia ser aceito como porta-voz do cristianismo mundial como serviço ecumênico de unidade.

A visita do papa à Alemanha está prevista para os dias 22 a 25 de setembro, e inclui as cidades de Freiburg e Berlim, com um discurso diante do Bundestag (Parlamento) alemão, e uma reunião com representantes da Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) no mosteiro agostiniano em Erfurt. [No ano que vem, o papa vem ao Brasil, onde a fé católica continua em declínio.]

(Gospel Mais)

Nota: Há mais de um século, quando uma proposta como essa jamais passaria pela cabeça de um líder protestante, Ellen White escreveu: “Quando o protestantismo estender os braços através do abismo [que havia então], a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado [principalmente a ideia da imortalidade da alma tão difundida por Hollywood e a pretensa santidade do domingo], podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo” (Eventos Finais, p. 131). Amém![MB]



(Criacionismo.blog)

Irão apreende Bíblias


'De acordo com a agência de notícias cristã, “Mohabat News”, o doutor Abhari Majid, assessor da Comissão de Assuntos Sociaisdo parlamento do Irão, anunciou a apreensão de 6.500 cópias da Bíblia Sagrada no caminho entre a cidade de Zanjan e Abhar, no noroeste do Irão.

Ele também disse que “esses missionários têm dependência enorme de dinheiro e estão tentando desviar a nossa juventude.” Em uma entrevista para uma agência de notícias (Mehr), acrescentou: “Com relação às atividades desses missionários cristãos que estão tentando enganar os jovens especialmente, eles começaram uma campanha enorme, gastando muito dinheiro em falsas propagandas para atrair o público.”


Ele não apresentou mais detalhes sobre a apreensão dos 6.500 evangelhos, mas disse: “Estes livros foram feitos com o melhor papel do mundo e em formato de bolso”. O ponto importante nessa questão deve ser considerado pelos serviços secretos, pelo departamento jurídico e pelas agências religiosas.

Antes deste evento, em novembro de 2010, agentes policiais apreenderam 300 bíblias em um ônibus ao fazer sua inspeção, queimando todos os livros sagrados. Insultar a bíblia é a continuação de uma campanha organizada por agências religiosas.

Sempre houve grandes preocupações entre os funcionários da república islâmica, com relação à conversão de pessoas ao cristianismo. Isto é: depois de três décadas de propaganda islâmica e uma geração que cresceu com os ensinamentos islâmicos, eles preveem uma mudança de pensamento.

O Irão considera-se responsável também pelos pensamentos das pessoas. Então seu medo é de que a importação e a distribuição de bíblias tragam um efeito negativo dentro do país.'

Fonte: Mohabat News, traduzido por Portas Abertas (negritos meus para destaque)

Nota: podem fazer o que quiserem; mais tarde ou mais cedo, de uma forma ou de outra, asBíblias entrarão e em força!

A descoberta de Tutancâmon


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

ONU: Se necesita un gobierno económico mundial

Es interesante comprobar como la ONU aprovecha el movimiento internacional de los indignados para hacer su propuesta de gobierno mundial:


04 de julio, 2011 - El presidente de la Asamblea General de la ONU, Joseph Deiss, ha asegurado que el movimiento de los indignados pone de relieve la necesidad de crear un gobierno económico mundial.

En una intervención ante el Consejo Económico y Social, reunido en Ginebra, Deiss señaló que es necesario preguntarse ¿cómo asegurar que la educación se traduce en integración en el mercado laboral?

La respuesta a esa pregunta es la creación de un sistema de gobierno económico mundial.

“En los comienzos del siglo XXI nos encontramos ante la necesidad de lidiar con desafíos globales y hallar el equilibrio entre el mundo más sostenible y el crecimiento económico”, expresó Deiss.

Ese sistema de gobierno económico mundial, según el presidente de la Asamblea General debe ser representativo, eficaz y coherente.

Por eso el Consejo Económico y Social tiene que representar un papel esencial en ese sistema de gobierno mundial.



(tocadtrompeta.blog)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...