quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O Desafio da Arqueologia Minimalista


Número de guerras no mundo triplicou em 2011

Número de conflitos bélicos tende a aumentar no mundo todo 

O Instituto Pesquisa Internacional de Conflitos de Heidelberg, da Alemanha, apresentou seu relatório anual do “Barômetro de conflitos”. Os especialistas alemães em pesquisa de conflitos revelaram um balanço com dados alarmantes. No último ano, o número de guerras no mundo mais do que triplicou.

Para Natalie Hoffmann, pesquisadora do Instituto de Heidelberg, é impossível esperar que a tendência futura seja de um mundo mais pacífico. Os números de 2011 foram os mais altos desde 1945, quando ocorreu a Segunda Guerra Mundial.

Os pesquisadores contabilizaram 20 guerras oficiais além de 166 “conflitos realizados de forma violenta”. A projeção do instituto alemão é que nos próximos meses esse número continue crescendo. Para efeitos de comparação, em 2010, foram registradas seis guerras e 161 “conflitos violentos”.

O “barômetro mundial de conflitos” é divulgado desde 1991, fazendo um monitoramento constante de crises, conflitos e guerras em curso no mundo. Além de guerras entre países e guerras civis, que disputam o poder dentro de uma mesma nação, o instituto também considera como guerra, por exemplo, a luta do governo do México contra os cartéis das drogas.

A grande maioria dos conflitos internos ocorrem no Oriente Médio e na África, observou Christoph Trinn, presidente do Instituto. Ele afirma que sua equipe aponta para três novas guerras em potencial: no Iêmen, na Síria e na Líbia. Para os pesquisadores alemães, a violência na Europa está concentrada no Cáucaso. Naquela região existem atualmente 19 conflitos e uma “guerra delimitada”.

Muitos especialistas em profecias vêm alertando que o que Jesus disse em Mateus 24, 6-10 está se cumprindo com maior velocidade no início deste século. Não apenas os conflitos de “nação contra nação”, mas as mudanças climáticas e aumento de desastres naturais como terremotos, tsunamis e, ao mesmo tempo, a perseguição aos cristãos ter atingido uma alta histórica.

Fonte - GospelPrime

por (diariodaprofecia.blog)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Açúcar faz tão mal quanto álcool e cigarro


O consumo de açúcar pode ser tão prejudicial quanto o abuso de álcool e cigarro, segundo artigo publicado por médicos na revista científicaNature nesta quarta-feira (1º). Isso porque a ingestão excessiva de sacarose e frutose, que triplicou no mundo nos últimos 50 anos, está ligada ao surgimento de doenças crônicas não contagiosas, como diabetes, câncer e problemas cardíacos. Em setembro do ano passado, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que, pela primeira vez na história, as doenças crônicas não transmissíveis representam um ônus maior para a saúde pública mundial que as doenças infecciosas. Esses males já são responsáveis pela morte de 35 milhões de pessoas por ano, segundo as Nações Unidas – 80% em países pobres ou em desenvolvimento, onde refrigerantes são muitas vezes mais baratos que água potável ou leite.

Em geral, o álcool e o cigarro são regulados pelos governos como forma de proteger a saúde da população, mas não há controle sobre a alimentação. Segundo os autores do artigo, Robert Lustig, Laura Schmidt e Claire Brindis, a regulação das autoridades deveria incluir o aumento de impostos sobre produtos industrializados acrescidos de açúcar (como refrigerantes, sucos, achocolatados e cereais), a limitação de vendas no horário escolar e em ambientes de trabalho e a imposição de limites de idade para a compra. Mas essas regras são mais complicadas, de acordo com os pesquisadores, pois os alimentos são considerados bens essenciais, ao contrário do álcool e do tabaco.

Atualmente, há no planeta 30% mais indivíduos obesos que desnutridos, de acordo com os médicos. E a dieta ocidental, com muitos alimentos processados, tem contribuído para essas crescentes taxas. Apenas 20% dos obesos têm um metabolismo e uma vida normais – os demais sofrem com problemas como hipertensão, diabetes, apneia do sono, gordura no fígado e disfunções ortopédicas ou articulares.

As autoridades de saúde costumam considerar o açúcar como “calorias vazias”, mas evidências científicas mostram que sacarose e frutose demais podem desengatilhar processos tóxicos no fígado ou reações capazes de causar uma série de doenças crônicas.

Segundo os autores do artigo na Nature, EUA e Europa ainda veem a gordura e o sal como os grandes vilões da alimentação, mas a atenção deve começar a se voltar para os produtos com adição de açúcar (moléculas de frutose acrescidas em comidas processadas).

Em outubro do ano passado, a Dinamarca optou por taxar alimentos ricos em gordura saturada, apesar de a maioria dos médicos não acreditar mais que essa substância seja a principal culpada pela obesidade. Agora, o país considera tributar os doces.

Outras nações europeias e o Canadá tentam impor pequenos impostos sobre alimentos adoçados. E os EUA já consideram taxar o refrigerante – um cidadão americano consome em média 216 litros por ano, dos quais 58% contêm açúcar.

A cidade de São Francisco, na Califórnia, proibiu recentemente a inclusão de brinquedos oferecidos em refeições fast-food. Outro limite possível para proteger as crianças seria proibir comerciais sobre produtos com adição de açúcar, destacaram os autores.

(G1 Bem-Estar)



Através de:(Saúdeefamília.blog)

domingo, 5 de fevereiro de 2012

CINEMA - Sobre deuses, astros e ídolos.


Por que não é aconselhável a um cristão (ou a qualquer outra pessoa) ir ao cinema?


Este artigo procura explicar a influência que o “local cinema” pode ter na vida do indivíduo, relacionado a questões de espiritualidade, mente, comportamento e a aspectos fisiológicos. Este estudo não tem como intenção mostrar que filmes são indicados ou não para serem assistidos, ou se os filmes devem somente ser assistidos em casa (existem parâmetros bem definidos para isso na Bíblia e alguns textos de referência estão no fim deste artigo). 



Aspectos psicológicos e sociológicos



1. Ritual religioso. Seja do ponto de vista evolucionista ou criacionista, sabe-se que o ser humano sempre teve a necessidade de adorar alguma coisa, algo, em algum lugar e vemos isso presente em todos os tempos, locais e culturas. Em termos de Semiótica e da Psicologia da Comunicação, é sabido que o ato de ir ao cinema se trata de um “ritual religioso”, por meio de uma representação dirigista, e que o cinema (o local) é comparado a um templo. Ou seja, pessoas desconhecidas, de diversos lugares convergem em um único ponto, em um lugar especial, específico (coisas especiais se fazem em lugares importantes) para “venerar” algo/alguém.



“Não é estranho que Hollywood fosse comparada com Meca e que os cinemas fossem comparados com os templos. Em todos esses contextos, os espectadores se abrem para a revelação que lhes é dada, acolhem em atitude de êxtase a força sagrada, veneram com devoção a seus deuses e deusas, recebem com fé mensagens que conferem um sentido a suas vidas e acolhem com reverência os modelos de vida que lhes impõem. É desta forte conexão com a emoção e com o inconsciente que as imagens incidem nas crenças e nos comportamentos, são reguladoras da conduta, veículos privilegiados para a implantação de modelos de vida” (Joan Ferrés,Televisão Subliminar – Socializando através de comunicações despercebidas, Artmed, 1998; Ferrés é professor na Universidade de Barcelona, pesquisador e pedagogo especialista na área de mídia).



Implicações – O indivíduo que vai ao cinema, intrinsecamente, estará preenchendo sua necessidade de adorar alguma coisa em algum lugar e, como consequência, por que ele sentiria, então, a necessidade de adorar a Deus na igreja? Ele poderá perder esse desejo ou diminuí-lo paulatinamente, substituindo-o por algo muito mais excitante aos seus sentidos.



2. Deuses, astros e ídolos. Outro aspecto “espiritual” do ato de ir ao cinema é a referência aos “astros”, “deuses” e “ídolos” do cinema. Muitas vezes, o indivíduo não vai ao cinema por causa do filme, mas, sim, por causa do ator/atriz que ele tanto admira. Prova disso são frases do tipo “você já viu o novo filme do fulano/fulana?”, servindo como referência ao ídolo do cinema e não ao filme, ou seja, o ator é a referência para que se vá assistir ao filme. Novamente, essa é uma analogia com aspectos religiosos, no ato de ir ao cinema.



Implicações – Novamente, a “concorrência” que tais ídolos, deuses e astros do cinema estariam fazendo ao preencher a busca de um referencial, algo inerente ao ser humano. O verdadeiro Deus ficaria, assim, suprimido e perderia espaço na adoração, na mente e no tempo do indivíduo que vai ao cinema.



3. Suspensão da realidade ou credibilidade. Ao adentrar um ambiente fantasioso, que gera toda uma expectativa, o indivíduo deixa fora sua realidade e se permite sonhar, esquecer seu cotidiano, esquecer o que rege sua vida, seus princípios, do que é louvável ou não, do padrão do certo ou errado. Ele fica envolvido. Quer esquecer a realidade e viver o filme. Joan Ferrés, em seu livro, diz: “O espectador esquece os cabos que sustentam o Superman e as transparências que animam seu voo, porque necessita sonhar com a superação das limitações que lhe atam a uma realidade medíocre e cinzenta.”



Implicações – Quando se vai a um ambiente em que a realidade fica “de fora”, a mente fica “aberta” a novas mensagens apresentadas de modo intenso, porque a noção do certo e errado acaba minimizada.



4. Interação social. O indivíduo vai ao cinema e está, também, interagindo com os demais “adoradores”; estão partilhando do mesmo ideal, pois não existe cinema sem pessoas. Seria totalmente desconfortável estar numa sala de cinema e ter meia dúzia de “gatos pingados”. Desde coisas simples, como onde sentar, quem sentará ao meu lado, o contágio do clima fílmico, toda a questão de “comunidade” está ali presente, pois todos estão ali com o mesmo objetivo. Não é nenhuma coincidência a semelhança com o contágio social, o senso de comunidade em uma igreja, de pessoas que estão ali para adorar a Deus.



Veja esta citação da matéria “Por que os cinemas não morreram”, publicada na revista Sociologia, edição nº 2 (Editora Escala): “Uma das poucas vantagens do cinema em relação às demais mídias é o forte apelo da indústria cultural divulgando as estreias dos filmes, pois a indústria cultural trabalha constantemente com o novo. Ainda assim, as salas de cinema ainda são capazes de atrair as pessoas para desvendar o mistério de assistir um filme em grande écran, acompanhadas de desconhecidos que compartilham sentimentos e expectativas por um breve período de exibição de uma película. Enfim, parece que as pessoas ainda precisam do clima místico do cinema e da partilha de sentimentos coletiva para se sentirem como parte do mundo, por mais que este hoje pareça tribalista.”



Implicação – Quem vai ao cinema está também preenchendo ali seu senso de coletividade, ao “congregar” e partilhar do mesmo objetivo com outros indivíduos.



O ambiente: aspectos neurofisiológicos



Partindo do princípio de que a sala de cinema é projetada especialmente para dar um grande impacto emotivo, uma hiperestimulação sensorial, ser realmente algo especial e marcante para o espectador, podemos tirar algumas conclusões:



1. O som. No ambiente da sala do cinema o som proporciona ao espectador algo mais do que o envolvimento emocional de uma trilha sonora. Geralmente, é um som alto, surround e com intensidade acima de 90 decibéis, quando este é então percebido também como vibrações. Essas vibrações penetram no corpo influenciando diretamente nossos órgãos. As ondas sonoras graves têm maior comprimento e podem penetrar em distâncias maiores. No labirinto (órgão do ouvido), existe um líquido que, quando se movimenta, empurra as células ciliadas para um lado ou outro. Quando viramos a cabeça para um lado, o líquido se movimenta e empurra os cílios das células receptoras para o outro lado, aumentando ou diminuindo o número de estímulos elétricos enviados pelo nervo ao sistema nervoso central. O sistema nervoso central é que decifra a quantidade de estímulos elétricos, compara com a posição do resto do corpo e dá a percepção de equilíbrio.



Se um som com 90 decibéis ou mais fizer com que o líquido do labirinto incline os cílios das células receptoras, o sistema nervoso vai decifrar isso como movimento e ajustará os músculos dos membros para equilibrar, podendo assim alterar o equilíbrio do corpo em meio à contemplação de um filme com tal volume de som, por exemplo. 



As imagens projetadas nos olhos também influenciam o equilíbrio, pois o Cerebelo é que integra as informações oriundas dos olhos e aquelas oriundas do labirinto. Muitas vezes, em um ambiente de cinema, as informações vindas do labirinto e dos olhos são conflitantes e isso também provoca desequilíbrio.



Como os nervos que levam informações do labirinto para o cérebro são muito próximos do nervo vago, que leva e traz informações do sistema gastrointestinal, uma estimulação forte do nervo que sai do labirinto pode estimular o nervo vago e produzir ânsia de vômito e até vômitos.



Enquanto houver estímulos sobre as células receptoras e o cérebro receber essas informações, esses fenômenos continuarão ocorrendo.



Implicação – A intensidade do som de uma sala de cinema é além de 90 decibéis e, aliada a um efeito surround, a noção de equilibro é em muito diminuída (o indivíduo fica “zonzo”, “tonto”), no transcorrer do filme. Isso compromete em muito seu estado de lucidez e seu senso crítico/discernimento, nesse tipo de ambiente.



2. Hiperestímulo sensorial. O indivíduo que assiste a um filme em uma sala de cinema está enormemente mais exposto a hiperestímulos sensoriais do que o que assiste a um filme em sua casa, pelos fatores anteriormente abordados e pelo que ainda será abordado mais adiante.



Quando escutamos e/ou vemos algo, essa informação sonora e auditiva, esses estímulos sensoriais são transformados em impulsos nervosos, sendo enviados ao córtex cerebral para serem interpretados e se tornarem ou não conscientes (segundo estudos, não mais que 20% do que vemos ou ouvimos vai para o consciente; o restante vai para o inconsciente humano e ali não se tem controle de como atuará em todo o corpo e mente). Antes de chegarem ao córtex cerebral os estímulos chegam a uma “estação retransmissora” chamada tálamo. No tálamo, existem sinapses com várias partes do sistema nervoso:



a) Sistema límbico, responsável pelas emoções.
b) Hipotálamo, que controla o sistema nervoso autonômico, responsável pelo controle dos batimentos cardíacos, sudorese, pupilas, respiração, secreção de adrenalina pela glândula suprarrenal, etc., e a glândula hipófise, responsável pelo controle dos hormônios e das várias outras glândulas do corpo.
c) Tronco cerebral, onde é controlado o ciclo sono/vigília e o movimento e equilíbrio do corpo.



Assim, os sons e imagens podem provocar variadas reações no organismo. Quando os estímulos chegam ao tálamo, ele decide para onde vai enviar sinais nervosos e quais estruturas nervosas e hormonais vai acionar. 



Por exemplo, filmes que contenham cenas de suspense, terror, guerra, mortes geram uma reação de estresse e o sistema nervoso autonômico é estimulado e prepara o organismo para lutar ou fugir (reação de fuga ou luta). O corpo então é preparado para esforço físico forte e rápido: aumentam os níveis de glicose no sangue, o sangue é deslocado de regiões como cérebro, estômago e intestino para aumentar o fluxo sanguíneo nos músculos; ainda aumentam a frequência respiratória e cardíaca, a velocidade de coagulação sanguínea, ocorre sudorese, a pupila fica dilatada, diminui o fluxo sanguíneo em outros órgãos como rins e sistema gastrointestinal, aumenta a liberação de adrenalina, noradrenalina e cortisol na glândula suprarrenal.



Essa situação deve ocorrer por pouco tempo, pois se perdurar por mais do que 15 ou 20 minutos, os efeitos do cortisol fazem com que o sistema imunológico fique deprimido. Além disso, os efeitos da adrenalina e da noradrenalina provocarão aumento da pressão arterial e a função renal será prejudicada. Perceba que o indivíduo poderá ter todas essas reações estando estático, sentado em uma cadeira de uma sala de cinema.



Mas um filme que gera essas sensações tem duração de somente 15 ou 20 minutos? Vale lembrar que em qualquer tipo de filme existe suspense em relação a “qual será a próxima cena”, embalado por trilhas sonoras e tomadas de câmera envolventes. Deve-se ter o discernimento do que, como e onde assistir – fatores decisivos que interferem na influência das películas em nossa mente.



Além disso, quando o sistema límbico (responsável pelas emoções) é ativado, várias reações emocionais são acionadas, além de estimular a aquisição de dados na memória.
Uma vez que o hipotálamo seja estimulado, tanto o sistema límbico (emoções) e o sistema nervoso autonômico (batimentos cardíacos, respiração, secreção de adrenalina, etc.) quanto o sistema hormonal ficarão alterados. Quanto mais intensa for a entrada e quantidade de estímulos sensoriais, mais estruturas nervosas serão estimuladas.



O centro do prazer é formado por estruturas do sistema límbico (das emoções) e é estimulado por neurotransmissores e/ou hormônios como: dopamina, serotonina, endorfinas, noradrenalina e adrenalina. Quando esse centro do prazer é estimulado o individuo tende a repetir a experiência para produzir prazer novamente.



A superestimulação sensorial também produz aumento do nível desses receptores nas sinapses. Se esses neurotransmissores estimularem de maneira mais demorada (qual a duração de um filme?), o centro do prazer leva ao estado de dependência – desejo de repetir a experiência – e à tolerância – necessidade de uma dose maior para produzir o mesmo sentimento de prazer. A isso se chama vício. Embora tal mecanismo também ocorra em estímulos neurossensoriais recebidos de um filme em uma televisão, os efeitos em uma sala de cinema são consideravelmente mais intensos, devido aos fatores abordados e a serem ainda expostos.



Outra consequência de filmes assistidos em salas de cinema é a “anestesia e atrofia” do que popularmente chamamos de “consciência”. Um dos centros nervosos que recebem impulsos do hipotálamo e do ouvido é um núcleo denominado Lócus Cerúleos. Esse núcleo envia neurotransmissores para algumas partes do cérebro, entre elas está o córtex pré-frontal. Quando ocorre muita estimulação do Lócus Cerúleos (como assistir a um filme no cinema), ele faz com que estímulos nervosos liberem noradrenalina dos terminais dos nervos que chegam ao córtex pré-frontal. A atuação de níveis altos de noradrenalina no córtex pré-frontal atua como uma forma de anestesia das funções dessa região. 



Por isso, as funções de tomar decisões corretas ficam prejudicadas, pois o córtex pré-frontal não consegue buscar informações armazenadas na memória e em outras regiões (como se a “base de dados” do que é certo e errado estivesse sendo bloqueada). Assim, a razão, o domínio próprio, a consciência ficam afetados. Como a razão fica “anestesiada”, as emoções dominam as ações. Como os hormônios foram liberados em maior quantidade pela estimulação do hipotálamo, o desejo sexual e qualquer outra função ficam fora do controle da razão, por exemplo.



Implicação – Podemos enumerar as implicações:



1. Assim como não temos mais domínio sobre a ação de um copo d água dentro do corpo depois que a ingerimos, não temos mais domínio próprio em uma informação visual e auditiva que percebemos, pois ela se transforma em impulsos nervosos e torna-se algo fisiológico; não mais há o domínio próprio sobre o efeito que terá no corpo do indivíduo.



2. Funções metabólicas e sistema imunológico ficam prejudicados mediante a exposição a uma hiperestimulação do corpo em uma sessão de cinema (alteração de batimentos cardíacos, pressão arterial, sudorese, pupilas, respiração, secreção de neurotransmissores e hormônios, etc.).



3. A exposição a esses estímulos neurosensoriais intensos leva a um estado de: (1) dependência – desejo de repetir a experiência, e (2) tolerância – necessidade de uma dose maior para produzir o mesmo sentimento de prazer. Tais fatores são popularmente chamados de vício. Surge então o perigo de que o ato de frequentar o cinema não será mais um prazer suficiente para gratificar o mecanismo de recompensa do cérebro, pois este pedirá estímulos mais intensos.



4. Outra consequência é a que o espectador assíduo do cinema acaba por achar monótono tudo o que é abstrato ou estático (como a leitura de livros e revistas, que requerem mais concentração e um cérebro mais treinado na abstração que é requerida na leitura). O indivíduo acaba necessitando de sobrecarga sensorial para se sentir vivo e gratificado.



5. O córtex pré-frontal e suas funções (consciência, razão, discernimento, domínio próprio) ficam atrofiados e anestesiados pela atuação de níveis altos de noradrenalina liberados pela estimulação do Lócus Cerúleos. As funções de tomar as decisões corretas ficam prejudicadas e o indivíduo passa a tomar suas decisões baseados em aspectos emotivos e não racionais.



3. Dimensões da tela de cinema



Um dos grandes diferenciais entre assistir a um filme em uma televisão e em uma sala de cinema, com certeza, é a dimensão da tela. Somente por essa comparação, deduz-se que a quantidade de informação e influência visual é muito mais intensa. Quantas televisões “cabem” em uma tela de cinema? 



Ainda nessa comparação, a tela de cinema envolve a visão fóvica (central) e a visão periférica. Uma televisão comum certamente não engloba as visões fóvica e periférica ao mesmo tempo, por mais que as telas estejam maiores e quase sempre haja interferência e distrações no ambiente (alguém se levanta, vai ao banheiro, cozinha, existem comentários entre os espectadores, etc.).



Indo para o campo fisiológico, explicaremos como ocorre a estimulação da retina e como isso chega ao córtex visual (SNC – Sistema Nervoso Central).



Campo receptivo é a chamada área da retina em que um estímulo luminoso (imagem) altera os fotorreceptores (cones e/ou bastonetes), provocando atividade dos neurônios da via visual (nervo óptico). Na fóvea (visão fóvica, central), que fica no centro da retina onde a acuidade visual é maior, os campos receptivos são menores comparados àqueles da retina periférica (ou visão periférica). Tais campos receptivos dos neurônios que recebem informações dos fotorreceptores são circulares. Esse campo receptivo circular é dividido num círculo central e num círculo periférico. A área central desse círculo central (visão fóvica, central) é estimulada de forma antagônica à do círculo periférico (visão periférica), ou seja, se antagonizam mutuamente.



Quando estímulos visuais (imagens) atingem apenas a periferia de um campo receptivo, a estimulação dos neurônios é mínima. Porém, quando a imagem estimula a periferia e o centro de um campo receptivo, simultaneamente, então a estimulação das células nervosas é máxima e, como consequência, muitíssimo mais informações visuais adentrarão o cérebro.



Possivelmente, a exposição de um filme numa tela grande facilite a estimulação de uma área maior na retina, principalmente nas regiões laterais onde os campos receptivos dos neurônios são maiores. Lembramos que em uma sala de cinema o indivíduo permanece estático, sem muitos movimentos de corpo e cabeça, por no mínimo 90 minutos.



Apenas para completar, existem vias nervosas separadas para levar até o córtex visual os diversos estímulos: uma para cor, outra para forma e profundidade da imagem e outra para movimento. As informações visuais contidas numa imagem são primeiramente detectadas e analisadas por diferentes circuitos neurais, depois permitindo a síntese da informação para a percepção global no córtex visual.



Implicação – Não existe “escape visual” ao estar em uma sessão de cinema. Por no mínimo 90 minutos, o indivíduo estará exposto a uma estimulação máxima nas células receptoras da visão devido à dimensão da tela, por englobar visão fóvica e periférica, o que gera uma influência muito maior da mensagem filosófica do filme e seus efeitos fisiológicos na mente e corpo.



4. Resposta pupilográfica



Outro fator relacionado ao ato de assistir a um filme em uma sala de cinema é a dilatação da pupila, ou midríase (nomenclatura fisiológica) ou ainda resposta pupilográfica. A pupila é a porta de entrada dos estímulos luminosos (imagens), portanto, quanto mais dilatada estiver, com maior abertura, mais estímulos neurossensoriais adentrarão com maior intensidade no organismo do indivíduo.



É bem conhecido que em um ambiente escuro a pupila se dilata mais para que entre mais luz (estímulos luminosos, imagens) e, assim, se tenha melhor acuidade visual. Obviamente, em uma sala de cinema não existe luz ambiente (o ambiente é projetado para ser escuro) e a tela não emite luz como uma TV, uma vez que as imagens do filme são projetadas sobre a tela e ela refletirá pouca luz. Com isso, o ambiente tende a ficar mais escuro do que num ambiente em que o filme é assistido em uma TV e a abertura da pupila é maior – ou seja, mais estímulos neurossensoriais chegarão ao cérebro.



A pupila aumenta de tamanho; “abre-se” frente a estímulos agradáveis (alguém vai a uma sala de cinema para assistir a um filme que para si é “desagradável”?), e diminui de tamanho, “resiste”, se fecha frente a estímulos desagradáveis. Toda experiência nova faz com que adrenalina e noradrenalina sejam liberadas estimulando o centro do prazer. Como os jovens estão mais interessados em experiências novas, pois em sua memória ainda não estão registrados os resultados dessas experiências e suas consequências, eles desfrutam de prazer por praticar atividades que liberem esses neurotransmissores. Assim, situações novas ou desafiadoras fazem com que o sistema nervoso autonômico simpático libere noradrenalina e adrenalina, e uma das ações dessas substâncias é a midríase (dilatação das pupilas). Como mencionado anteriormente, essa dilatação proporciona maior entrada de luz nos olhos e uma visão mais acurada, e maior entrada de estímulos neurossensoriais.



Em situações de repouso, quem comanda nossas atividades autonômicas é o sistema nervoso autonômico parassimpático. Entre suas funções estão: diminuição dos batimentos cardíacos, aumento dos movimentos gastrointestinais, miose (contração das pupilas), dilatação dos vasos sanguíneos dos órgãos internos, etc.



Implicação – Podemos comparar, quem sabe, a pupila como um funil. Quanto maior for sua abertura, mais substâncias entrarão pelo orifício. A pupila é um “funil visual”: quanto maior a abertura, mais informação, mais influência, mais consequências comportamentais e fisiológicas. O olho não passa somente de um sensor e cerca de ¼ do cérebro é dedicado à visão.



5. Hipnose. Todas as questões anteriormente abordadas, somadas à “equação” ambiente escuro + corpo estático + olhar fixamente por mais de 90 minutos para um único ponto de luz, sugerem um estado de princípio de hipnose. Na hipnose, há a ausência de piscadas dos olhos e, quanto menos piscamos, mais intensamente estamos no estágio de pré-hipnose. A hipnose ocorre quando nossa mente está sob controle de um comando externo e perdemos o controle voluntário. Isso pode ocorrer voluntariamente ou involuntariamente.



Quando o indivíduo se dispõe a fazer todo o ritual de ir ao cinema, ficar exposto a toda sorte de estímulos psicológicos, sociológicos e fisiológicos, a “entrar no filme” e participar dele com todas as influências já abordadas, contemplando fixamente a produção que fabrica emoções, esse indivíduo está permitindo que as mensagens daquele filme dominem sua mente e suas emoções por um determinado espaço de tempo; ele se expõe a uma hipnose voluntária.



O simples fato de tais mensagens e filosofias dos filmes começarem a fazer parte da cultura e comportamento do indivíduo e predominarem em sua mente por meio da contemplação passiva desses já pode ser considerado uma hipnose voluntária.



Ademais, o período de tempo em que esses “valores hollywoodianos” permanecerão na mente e no comportamento do indivíduo dependerá do quanto sua consciência interferirá nesse processo (já abordamos anteriormente como o córtex pré-frontal é “anestesiado” sob tais influências).



A avaliação do “certo e errado” das mensagens conscientes do filme ficará então muito prejudicada com a consciência “bloqueada”, “anestesiada” e não conseguindo avaliá-las na comparação com os padrões éticos e morais memorizados. 



Além desses aspectos, as mensagens abaixo do limiar da consciência (subliminares) não estão disponíveis para avaliação e escolha do que seja certo ou errado.



Assim, quanto mais cada indivíduo ficar exposto a todas as influências comentadas neste artigo e a menos padrões éticos, mais os conceitos enviados pelos filmes dominarão sobre os padrões estabelecidos.



Implicação – Se comentasse com um amigo que você iria se dirigir a uma reunião com indivíduos com quem jamais se encontrou antes, em um salão, auditório fechado, escuro, com som alto que compromete seu equilíbrio corporal, contemplando fixamente um único ponto de luz que envolve toda sua visão, sem escape visual, por cerca de duas horas, com suas emoções em seu limiar, acolhendo mensagens, filosofias e roteiros cuidadosamente elaborados para gerar um estado de êxtase em você, o que esse amigo lhe diria a respeito disso?



Para reflexão: “Não porei coisa má diante dos meus olhos” (Salmo 101:2). “A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz” (Mateus 6:22). “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23). “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Filipenses 4:8). 



(Cristiano James Kleinert, designer/programador visual)



Contribuições técnicas:



Prof. Dr. Hélio Pothin (professor de Fisiologia Humana na Universidade Federal de Santa Maria)



Prof. Dr. Eduardo Guillermo Castro (professor do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria)


(Criacionismo.blog)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

GUERRA VATICANO vs BARACK HUSSEIN OBAMA.


Benedicto XVI, en clara oposición a un plan de Obama sobre el aborto
El Papa y la Iglesia de Estados Unidos terminaron de alinearse contra el presidente Barack Obama y en favor del candidato del partido Republicano, sea quien fuere, tras la visita al Vaticano de 15 obispos de ese país encabezados por el arzobispo de Nueva York, Timothy Nolan, el que en febrero será elevado a la púrpura cardenalicia en el Consistorio convocado por Benedicto XVI. La ofensiva se ubica ahora contra un plan del presidente demócrata sobre el aborto y los anticonceptivos.
Esta no es una novedad, aunque la dureza y energía de las críticas del Papa Joseph Ratzinger contra Obama en el discurso que pronunció a los obispos norteamericanos –en plena campaña electoral para las elecciones presidenciales de noviembre– representan un llamado abierto a la movilización en defensa "del derecho a la vida" y contra "la cooperación con prácticas intrinsecamente malas". Ya en otras elecciones la Iglesia norteamericana reclamó a los 70 millones de fieles católicos del país que votaran por los candidatos contrarios al aborto y al uso de anticonceptivos, siendo hostiles a los manejos biológicos como el uso de embriones en la maternidad asistida, las uniones libres y el matrimonio entre personas del mismo sexo.

El actual Papa ha acentuado la lucha sin cuartel con "tolerancia cero"en estas cuestiones, teniendo en cuenta, según Benedicto XVI, "la influencia del modo de vida" de Estados Unidos sobre el resto del mundo.

El detonante de la declaración de guerra del pontífice a Obama es la decisión del presidente de adoptar un plan que preve reembolsar el precio de una píldora abortiva que actúa luego de una relación sexual considerada de riesgo a fin de prevenir el embarazo. Es la llamada "píldora del día después".

La posición de la administración demócrata de Washington es neta. Desde el 1 de agosto próximo, todos los contratos de seguro social sobre la salud deberán responder a los requisitos nuevos.Quienes decidan no reembolsar los gastos por la píldora abortiva y aleguen objeciones de conciencia deberán adaptarse a las nuevas reglas.
El arzobispo de Nueva York, Timothy Dolan, es el adalid de la campaña contra Obama en este terreno desde hace meses y habló en la ceremonia del encuentro del Papa con los 15 obispos norteamericanos en el Vaticano. "No estamos de acuerdo con la opinión de un gobierno que considera la contracepción una enfermedad a curar", dijo monseñor Dolan. El Papa, a su vez, dijo aludiendo a los anticonceptivos: "La separación entre la Iglesia y Estado no significa que la Iglesia deba permanecer en silencio frente a determinadas cuestiones".
En las elecciones de 2008, el 54% de los católicos votaron a Obama, entonces senador demócrata por Illinois, para la presidencia, con una fuerte concentración de consenso de la comunidad latina. La incógnita ahora es saber cuántos votarán igualmente a Obama pese a la campaña en contra de la Iglesia, dentro de la cual se mueven muchas corrientes internas que en parte no están de acuerdo con el ataque cerrado a los demócratas de Obama.

Por parte del actual Papa, las simpatías hacia los republicanos –y en especial hacia la familia Bush, padre e hijo, ambos presidentes– han sido más que evidentes. El 15 de abril del 2008, con la campaña electoral iniciada, George Bush hijo fue a recibir a Joseph Ratzinger en visita a EE.UU. al aeropuerto de Washington, un gesto inédito para un primer mandatario norteamericano. Más tarde, le organizó una fiesta de cumpleaños en la Casa Blanca.

Poco después, el 13 de junio, Bush hijo vino a Roma para despedirse de Benedicto XVI, quien lo recibió en los jardines vaticanos, en la puerta del torreón de San Giovanni, con unos homenajes sin precedentes. "¡Cuánto honor, cuánto honor!", le agradeció un emocionado Bush, mientras paseaban por los jardines como grandes amigos.
Esas preferencias hacia Bush se reflejaron después en el apoyo a los republicanos, aunque Obama ganó igual. La Iglesia norteamericana considera "segura" la posición del Grand Old Party por sus posiciones conservadoras y tradicionalistas que le hacen sostener "el derecho a la vida".

El Vaticano de Ratzinger comparte esta posición y las posiciones guerreristas de Bush en la invasión a Irak en 2003, que costó una tragedia a la vasta comunidad católica caldea de ese país. En su discurso, el Papa denunció el "laicismo radical", la sociedad relativista y las "tendencias poderosas cada vez más hostiles al cristianismo". Criticó además "los esfuerzos concertados para negar a los católicos y las instituciones católicas su derecho a la objeción de conciencia".

De los dos candidatos republicanos favoritos que están por enfrentarse en las decisivas primarias de Florida del próximo martes, sólo el ex presidente de la Cámara de Representantes,Newt Gingrich, es un católico ultraconservador convertido del protestantismo a la fidelidad al Papa de Roma por influencia de su tercera esposa. El favorito, el ex gobernador de Massachussetts, Mitt Romey, pertenece a la iglesia mormona y es monógamo aunque su religión autoriza la poligamia. Hay otro candidato católico, el ex gobernador Jack Santorum, un fervoroso tradicionalista con quien al parecer el Papa simpatiza, pero que tiene pocas chances de ganar.

Nota: ¿Nos queda alguna duda de que el estado del Vaticano se encuentra en guerra declarada contra Barack Obama y la línea que representa?
Y que quede claro, que esto es una clara interferencia de un estado en la soberanía del otro para intentar cambiar el resultado de las elecciones a favor de la Santa Sede y del líder que la representa.
¿Estamos listos para ver emerger un estado teocrático en los EEUU como esta profetizado?
Estés listo o no, ya esto no hay quien lo detenga porque los acontecimientos que nos conducirán hacia los últimos eventos ya han comenzado...
¿No sé por qué esto me recuerda a la caída del muro de Berlín y del comunismo soviético? En aquel tiempo esto se dio gracias a la alianza EEUU-Santa Sede, hoy la caída del gobierno laicista secular en los EEUU y su transmutación a un estado teocrático que se convertirá en guardián de los principios católicos romanos procede de las mismas fuerzas que luchan entre ellos para sustituir el continuo (Evangelio, Libertad Religiosa) e implantar la abominación asoladora (Papado, Ley Dominical). Si usted quiere profundizar sobre esto, solo tiene que estudiar Daniel 11:29-31, porque el tiempo ha llegado.
Se vienen grandes cambios sociopolíticos en los Estados Unidos de Norteamérica que afectaran la libertad religiosa, y el vaticano esta plenamente inmerso en la lucha para que su victoria se asegure de forma exitosa y completa.

"Obama acaba de decir a los católicos de los EEUU, '¡A la mierda con vosotros!'"


La nueva normativa de Obama que obligará a los creyentes a pagar abortos ha abierto una fuerte polémica. Los obispos llaman a la rebelión.

Los católicos de Estados Unidos se han declarado en pie de guerra contra la administración Obama. Los choques con el Gobierno demócrata han sido constantes durante la legislatura aunque la Ley de Protección del Paciente y Cuidados de Salud Asequibles del Departamento de Salud del Ejecutivo de Estados Unidos ha sido la gota que ha colmado el vaso.

Obama ha preparado una normativa que forzará a los seguros privados católicos a que ofrezcan anticonceptivos y productos abortivos. Además, agregó que no se ampliará la exención para los grupos religiosos que se oponen al pago de planes de seguro médico para sus empleados y que, a partir de ahora, deberán incluir la esterilización y anticonceptivos. Por ello, la secretaria del Departamento de Salud, Kathleen Sebelius, ha afirmado en un comunicado que los empresarios religiosos que se oponen a proporcionar esta cobertura deberán cumplir la ley desde el 1 de agosto de 2013. Esto afectará a instituciones católicas como hospitales y otras entidades benéficas.

Esta política del Gobierno de Obama también ha encontrado la oposición de grupos evangélicos y judíos. Sin embargo, los obispos de Estados Unidos se han mostrado muy beligerantes con esta iniciativa y han pedido a los fieles una respuesta firme.
De hecho, el mismo Obama telefoneó al arzobispo de Nueva York, Timothy Dolan, para intentar explicarle esta iniciativa. Aunque el prelado neoyorquino encabeza unas protestas que han llegado a Roma. El mismo Papa ha hecho un duro alegato contra la política llevada a cabo por el actual presidente de Estados Unidos.
Ejemplo de esta fuerte movilización es la carta a sus fieles que ha dirigido el obispo de Pittsburg, David Zubik que se titula: "a la mierda con vosotros". "Es realmente difícil creer que haya sucedido. Ha sido como una bofetada. El gobierno del Presidente Obama acaba de decir a los católicos de los Estados Unidos, "¡A la mierda con vosotros!" No hay otra manera de explicarlo", así de contundente inicia su carta para explicar el trato que ha dado Barack Obama a los católicos con una ley que vulnera la conciencia y la libertad religiosa de los ciudadanos de Estados Unidos.
Asegura que en la normativa se incluyó una supuesta "exención por motivos religiosos" pero "se formuló de manera tan restrictiva que, como señalaban sus detractores, ni siquiera Jesucristo y sus Apóstoles podrían beneficiarse de la exención".
Y es que la exención sólo podría producirse si las instituciones católicas cumplen estas tres condiciones:
  • Tener únicamente a católicos como empleados.
  • Que el propósito principal de la institución o el servicio prestado sea la instrucción directa en la fe católica.
  • Que las únicas personas atendidas por la institución sean aquellas que comparten los principios religiosos católicos. Sin embargo, el obispo ve imposible esto puesto que las instituciones benéficas de la Iglesia no hacen discriminación según la Fe de cada persona.
En este sentido, el obispo ya pidió a sus fieles que presionasen a las autoridades para revocar esta ley. "El 20 de enero de 2012, el gobierno del presidente Obama nos respondió a vosotros y a mí. La respuesta fue muy simple: ‘A la mierda con vosotros’", asegura monseñor Zubik.
En su carta prosigue asegurando que "los católicos han construido centros de salud que son reconocidos en todo el mundo por su cuidado compasivo para todos, independientemente de su credo, sus circunstancias económicas y, sin duda, su género".
Pero la respuesta de la Administración Obama ante esta actividad benéfica ha sido, a su juicio, ésta: "a la mierda con vosotros, fieles católicos de los Estados Unidos". Y sigue añadiendo que "a la mierda con vuestras creencias religiosas, a la mierda con vuestra libertad religiosa, a la mierda con vuestra libertad de conciencia".
De este modo, el obispo de Pittsburgh añade que Obama quiere que "subvencionemos la imposición de una cultura de anticonceptivos y de aborto en todas las personas de Estados Unidos". "¡No podemos hacerlo! ¡Simplemente no podemos!", sentencia monseñor Zubik.
Sin embargo, no ha tardado en movilizarse y ha pedido a los católicos de su Diócesis que se movilicen, que escriban a Obama, a la secretaria del Departamento de Salud, a sus senadores y a sus congresistas.
"Hacedles saber que vosotros y yo no dejaremos que nos intimiden (peor aún) que nos ignoren a causa de nuestra fe católica", afirma, para añadir que "nadie, ni siquiera el presidente de los EEUU ni ninguna persona que le represente tiene derecho a deciros a vosotros y a mí, como ciudadanos estadounidenses, como católicos o como ambas cosas: ‘a la mierda con vosotros’".
La dura carta acaba así: "el presidente y nuestros representantes electos tienen que tener noticias nuestras y escucharnos YA".
Nota: "Si el mundo os aborrece, sabed que a mí me aborreció antes que a vosotros.
"Si fuerais del mundo, el mundo amaría lo suyo. Pero como no sois del mundo, antes yo os elegí del mundo, por eso el mundo os aborrece.
"Acordaos de lo que os dije: 'El siervo no es mayor que su señor'. Si a mí me han perseguido, también os perseguirán a vosotros. Si guardaron mi Palabra, también guardarán la vuestra.
"Pero todo esto os harán por causa de mi Nombre, porque no conocen al que me envió.
"Si yo no hubiera venido, ni les hubiera hablado, no tendrían pecado. Pero ahora no tienen excusa por su pecado.
"El que me aborrece a mí, también aborrece a mi Padre.
"Si no hubiese hecho entre ellos obras que ninguno ha hecho, no tendrían pecado. Pero ahora las han visto, y me han aborrecido a mí y a mi Padre.
"Así se cumple la palabra escrita en su Ley: 'Sin causa me aborrecieron'.Juan 15:18-25.
Solo quiero decir algo corto, el Estado no puede distinguir entre un cigarro hecho con picadura de tabaco y un cigarro rellenado con marihuana. Los dos matan, crean adicción, hacen padecer de horribles enfermedades a los adictos y al mismo tiempo contribuyen a depositar una pesada carga onerosa sobre el sistema de salud. Pero el Estado no prohíbe los dos tipos de cigarros, a uno lo mantiene libre de trabas y al otro lo castiga con penas severísimas por considerarlo droga.
¿Cuál es mi punto? Si el Estado no puede hacer ni tan siquiera una sabía elección para tomar una decisión que beneficie al individuo, imagínense ustedes si el aparato gubernamental tiene que tomar decisiones que atañen a la consciencia del individuo, sería un total desastre como ocurrió en el pasado.
El punto es, que el gobierno de los EEUU solo está demostrando el nivel moral que ha alcanzado esta última generación, y ese nivel moral es acorde con la degradación que se muestra en lugares donde el espíritu de satanás a reemplazado al Espíritu Santo, por lo tanto lo que impera es la codicia, la avaricia cimentada en la degradación del carácter de la humanidad porque Obama solo responde a los intereses de las grandes corporaciones que hacen lobys, y que están detrás de todo esto para obtener las ganancias que se desprenden de este gran pastel. Ejemplo de esta situación degrada es que es parte de su agenda de gobierno, como también del NWO.
¿Ahora, esto nos asombra? Claro que no, porque lo que se mueve por detrás de todo esto de forma velada es una gigantesca operación mundial para destruir y barrer para siempre cualquier huella que quede del cristianismo original, por algo los EEUU en apocalipsis 13 es una bestia que aparenta tener alguna semejanza con un cordero (evangelio, Cristo) pero que en realidad no lo es, porque habla como dragón. ¿Y cuáles son las leyes del dragón? Solo tienen que leer Levítico 18 para tener una idea de lo que practicaban los caananitas bajo el reinado de satanás, algo para tener en cuenta cuando lean el versículo 25 donde se dice que la tierra fue “contaminada” por causa de esas “abominaciones”. Tomen nota de eso para cuando lo comparen con Isaías 24 tratando de encontrarle una respuesta a los desastres que hundirán nuestra civilización.
Con respecto a los católicos, pues bien, ahí les deje las palabras inspiradas del Señor Jesucristo registradas en el evangelio según san Juan, alégrense que les digan “váyanse a la mierda” porque a Cristo lo aborrecieron primero y si el mundo les espeta esto en su propia cara es porque reconoce que tienen un carácter que los asemeja al divino Maestro.
Pero bueno, estoy malgastando mis palabras la gran mayoría de nosotros sabemos que es lo que se está tramando detrás de todo este escenario, y el punto fundamental es que muchas denominaciones, se encuentran en abierto ecumenismo en un frente común interdenominacional con el catolicismo romano para, según ellos, “proteger” la libertad religiosa que se encuentra amenazada en los EEUU.
Mis hermanos y amigos, hay una enorme batalla en el territorio de los Estados Unidos de Norteamérica donde dos grandes bandos están enfrentados, por un lado el militante secularismo ateo que encabeza Obama en uno de los frentes con una agenda anticristiana pro Sodoma, y en el otro bando, los candidatos republicanos con las Iglesias Protestantes, musulmanes, judíos, y católicos, es una lucha sin cuartel con el único objetivo de que los principios de Roma sean protegidos y salvaguardados por el Estado como dentro de poco ocurrirá.
El Estado pondrá bajo su cuidado y protección los principios católicos romanos. A esta apostasía nacional le seguirá rápidamente la ruina nacional.”-RH Junio 15, 1897. EUD, 137.
Libertad Religiosa, eso fue lo que trajo el movimiento protestante que se inició con las 95 tesis que clavo Martin Lutero en la puerta del castillo de Wittenberg y que culminó con la paz de Westfalia en 1648, y que trajo como resultado la libertad civil de no tener que someterse al emperador junto con la libertad religiosa de no tener que ser obligado a someterse a los principios de Roma como única y exclusiva iglesia oficial ampliamente reconocida por el estado imperial, y protegida.
¿Dónde Obama va a sentir el peso de la guerra lanzada por los católicos? Pues donde más le duele, en las elecciones de noviembre del 2012, por algo el vaticano llamo la atención sobre estas elecciones donde el tema central no era la economía, “sino la religión”.
Mis hermanos y amigos tenemos un pase directo al gran espectáculo que iniciara con las elecciones presidenciales en los EEUU que nos llevara rápidamente entre actos a presenciar el levantamiento de una teocracia norteamericana que detentara toda la autoridad de la bestia en presencia de ella. Las condiciones necesarias para lanzar el contragolpe ya están dadas.
Izquierda-Derecha, Ateísmo secularista militante-Radicalismo fundamentalista cristiano, tesis-antítesis, todo para terminar resumido en la Síntesis que es Roma.

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