quarta-feira, 28 de março de 2012

Professor se espanta com crentes instruídos


Enquanto que em alguns países, que encabeçam o ranking de melhor qualidade de vida (IDH), medido pela ONU (Holanda, Austrália, Irlanda, Suíça, Reino Unido, Suécia, Finlândia, Canadá e Noruega), o número de pessoas que se declaram religiosas está diminuindo, noutras regiões do mundo esse número cresce aceleradamente. Quem está desde muitos anos no meio religioso, ou acompanha sua história, se lembra dos anos 1960-80, quando muitos jovens desistiam do cristianismo de seus pais para se juntarem aos novos grupos de misticismo oriental, pois muitos destes jovens tomavam essa decisão porque acreditavam que o cristianismo era uma religião decadente, destinada a desaparecer em breve.  Então, é curioso observar como nos países do topo do ranking do IDH a onda de misticismo oriental diminuiu para dar lugar a um crescente secularismo, enquanto que nos outros países, nas posições seguintes do ranking, o misticismo oriental diminuiu para dar espaço ao ressurgimento do cristianismo, com exceção dos seguintes países: China, Cuba e Coreia do Norte.

Agora, um fato intrigante: nos países onde a religiosidade está crescendo não é só a velocidade desse crescimento, mas, surpreendentemente, também o aumento do número de religiosos com alta escolaridade.  O Brasil é um deles. Enquanto muitos pensam que religião é assunto para os desinformados, espanta testemunhar atualmente pessoas de alta formação acadêmica, ou mesmo profissionais de sucesso, envolvidos com as religiões tradicionais que, para os jovens das gerações de algumas décadas anteriores, eram instituições moribundas. O resultado é uma polaridade que coloca de um lado os elevados conhecimentos científicos e tecnológicos que fazem as pessoas exercerem suas profissões com brilhantismo, e, do outro lado, uma visão de mundo com base em uma mentalidade obsoleta [sic], que as leva a assumir um modo de vida religioso correspondente. O interessante é que, quando conversamos com essas pessoas, é curioso notar o contraste entre o alto nível das suas ideias seculares e das suas conquistas profissionais, com o baixo nível das suas concepções pessoais e da sua visão de mundo, sobretudo quando falam de valores e de religião. Até parece que são pessoas que vivem em duas épocas distintas, ou seja, que profissionalmente vivem no século 21, mas religiosamente vivem na Antiguidade ou na Idade Média. Elas falam de assuntos seculares com racionalidade e com cientificidade, no entanto, acreditam, ao mesmo tempo, em crenças tão infantis e ingênuas que até parece que não são as mesmas pessoas que estão falando. [Mais abaixo comentarei sobre a estupefação do autor deste texto.]

Um dos exemplos mais intrigantes na comunidade científica é o de Francis S. Collins, um dos mais respeitados cientistas da atualidade, foi diretor do Projeto Genoma nos anos 2000, porém, um cristão devoto [e ex-ateu, faltou dizer]. Em seu livro, A Linguagem de Deus (Editora Gente, 2007), é possível notar o brilhantismo de Collins quando fala de Biologia em contraste com a ingenuidade das suas ideias quando fala de suas convicções religiosas. Daí que é curioso questionar por que essas pessoas não transferem seus conhecimentos científicos, recebidos na sua formação escolar, bem como seus conhecimentos técnicos de profissão, para a formação de sua visão de mundo e da consequente escolha do seu modo de vida. E quando transferem, como no caso de Collins e outros, afirmam não encontrar nenhum conflito. Outros chegam até a fazer conciliações entre as ideias científicas e as crenças religiosas. [...]

[O autor deste texto segue analisando o papel da educação em construir uma ponte entre o conhecimento secular capaz de “superar” o obscurantismo da religião e as pessoas que, segundo ele, estão iludidas. Para ele,] esse trabalho tem de ser feito pela Filosofia, uma vez que a Ciência não é um empreendimento de formação e de julgamento de valores, essa tarefa é da Filosofia, portanto é ela quem tem que construir essa ponte entre o conhecimento científico e a formação de visão de mundo de cada indivíduo, através do juízo de valores seculares. Do jeito que está a situação atual, as pessoas instruídas sabem fazer uso da Ciência e da tecnologia em assuntos seculares, mas na hora de fazer juízo de valores, elas ainda recorrem à religião, pois não aprenderam a fazer esses juízos a partir da cultura secular que receberam na escola, pois essa função cabe à Filosofia. [Isso quer dizer que gente do calibre de Collins e muitos outros teístas ainda não aprenderam a pensar direito? Falta-lhes filosofia para aprender a pensar de maneira secular?]

Por exemplo, segundo levantamentos, o número de pessoas que ainda acredita que o mundo foi criado por deus [sic] é muito maior do que o número daquelas que acreditam que o mundo é produto da evolução. Surpreende quando encontramos muitos diplomados em universidades que ainda acreditam na criação divina [a mim não surpreende, pois esses intelectuais estão pensando a partir da causa para o efeito, ao passo que os naturalistas, como o autor deste texto, lidam apenas com os efeitos sem se preocupar com as causas ou a Causa]. A razão da sobrevivência de tal crença pode ser que, ao analisarem a criação do mundo, essas pessoas a associam à vida e, consequentemente, a um significado, a um sentido e a uma finalidade para a existência humana, de maneira que não separam o mundo e a vida de um lado e o destino humano de outro [na verdade, muitos cientistas e pensadores chegam à conclusão de que o evolucionismo está equivocado simplesmente por concluir que na base do acaso e da aleatoriedade a complexidade específica da vida e as leis do Universo jamais teriam surgido; e essa reflexão nada tem que ver com religião, necessariamente]. [...]

A Racionalist International, uma associação secular sediada na Índia, mantém um programa, com autorização do governo, através de agentes dessa associação que visitam regularmente as escolas secundaristas daquele país, para falar do valor e da importância do pensamento racional e da Ciência, uma vez que lá a Filosofia Ocidental não é ensinada nas escolas. Agora, será que, mesmo com o ensino da Filosofia nas escolas aqui, a implantação de um mesmo programa será necessária e conseguirá reverter a situação? Será possível um dia erradicar a carolice do ambiente filosófico? Bem… só a Evolução sabe! [Era só o que faltava: criar um grupo de missionários ateus para evangelizar as crianças nas escolas... Se depender de Dawkins, éexatamenteisso o que será feito.]


Nota: Embora discorde da argumentação central de Botelho em seu artigo acima, reconheço que ele apresenta dados interessantes que merecem uma análise mais acurada. Por exemplo: segundo ele, países com alto IDH são mais secularizados. Mas isso é óbvio, uma vez que esses países têm dinheiro e conforto de sobra, acham-se autossuficientes e é exatamente isso, principalmente, o que alimenta o secularismo. O consumismo e as múltiplas opções de lazer distraem as pessoas, dificultando o pensamento filosófico/teológico; o pragmatismo da vida orientada para o acúmulo de bens e a ilusão de que a ciência e a tecnologia são capazes de resolver todos os problemas levam as pessoas desses países a postergar a busca de respostas para as perguntas fundamentais: De onde vim? Para onde vou? Por que estou aqui? Qual o sentido da vida? Elas simplesmente não pensam nisso ou não têm tempo para pensar nisso. No fim da vida, muitas delas acabam se voltando para essas questões, como fizeram muitos filósofos na velhice, a exemplo de Heinrich Heine e outros. Cuba, China e Coreia do Norte ainda vivem sob a sombra do comunismo anacrônico e de fortes cores ateístas (regimes tão impostos quanto o das teocracias ditatoriais), praticamente o mesmo regime que foi à bancarrota na Rússia, permitindo a abertura para o cristianismo que cresceu bastante por lá. Portanto, ainda não dá para tomar como exemplo esses três países exceções. Os países (ou as gerações) que antes haviam abraçado o misticismo e hoje se voltam novamente para o cristianismo por certo devem ter percebido que, de fato, não conheciam o cristianismo verdadeiro; conheciam apenas aquele cristianismo empoeirado pelas tradições da igreja dominante; religião que lhes foi imposta por herança. Mas, quando se depararam com o vácuo existencial que o misticismo cria, se voltaram para a única religião que pode satisfazer o anseio da alma, posto que fundada pelo Deus verdadeiro e ressurreto; o Criador do Universo e do ser humano (único que conhece e supre nossas necessidades); o Alfa e o Ômega. Botelho se espanta com a conciliação entre ciência e religião feita pelo Dr. Collins, mas poderia ter mencionado, também, os próprios pais da ciência que fizeram uma conciliação ainda mais estreita entre essas duas áreas do conhecimento: Isaac NewtonGalileu GalileiCopérnico, ou mesmo Blaise Pascal, Pasteur e tantos outros nomes da ciência que foram profundamente religiosos. No presente, ele poderia citar Antony Flew, tido como o maior filósofo ateu do século 20, mas que, no entanto, depois de muito refletir, poucos anos antes de morrer abraçou o cristianismo. O que dizer também de filósofos doutores como o ex-ateu Ravi Zacharias William Lane Craig? Não sabem pensar? Não conhecem a filosofia? Botelho acredita que as pessoas precisam fazer juízos de valores numa base secular sem recorrer à religião. Mas qual seria, nesse caso, o ponto de referência para esses valores? A mutável filosofia humana? Sem uma verdade absoluta, uma moral superior às quais recorrer, como poderíamos definir o que é certo e o que é errado? E, ainda que pudéssemos definir algo parecido com isso, o que nos garante que esses valores serão os mesmo daqui a alguns anos? Francis Bacon tinha razão: “Pouca filosofia nos afasta da religião; muita filosofia nos aproxima dela.”[MB]

terça-feira, 27 de março de 2012

Monitoramento nacional de veículos já tem data para começar


Dia 30 de junho. Nesta data, o SINIAV (Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos) entrará em vigor no país. O SINIAV contempla a instalação obrigatória de um chip de identificação nos automóveis, caminhões, ônibus, tratores, motos e veículos especiais também terão o dispositivo. Com o chip, cada um dos 70 milhões de veículos do país será rastreado por antenas de vários órgãos de trânsito, incluindo CET, ANTT, DNIT, entre outros. A tecnologia utiliza radiofreqüência e é semelhante à usada pelo sistema "Sem Parar". Na maioria dos veículos o chip será instalado no pára-brisa.


O projeto sofreu modificações em relação ao original de 2007, que foi cancelado por inúmeras questões, incluindo a mais polêmica: liberdade individual. Agora, o SINIAV terá dois bancos de dados com informações dos veículos. Um dos bancos de dados será dos veículos em situação regular, que terão números da placa, ano, modelo e cor do veículo. Chassi e RENAVAM não farão mais parte das informações colhidas. Além disso, os regulares ficam no banco de dados nacional durante 10 dias. Já os irregulares terão seu prontuário guardado em outro banco de dados até que a situação seja resolvida, tais como falta de licenciamento, inspeção ambiental, bloqueio judicial, etc. Em caso de registro de ocorrência de seqüestro, a polícia terá acesso ao trajeto feito pelo veículo enquanto estiver nessa situação. O alerta (neste caso ou de roubo, por exemplo) será dado a nível nacional, mobilizando as polícias dos Estados e Federal. 

O chip deverá estar em todos os automóveis nacionais até o final de 2014. O DETRAN de cada estado será responsável pela instalação do chip, bem como pelo cronograma e formato do serviço. E o custo? Até agora não sabemos. Isso deverá ser revelado quando o programa for oficialmente lançado no mês que vem. O governo diz que o projeto não será um “big brother” nacional, como os críticos do sistema acusam, pois não haverá informações pessoais nos dados coletados. O DENATRAN deverá investir R$5 milhões nos próximos três meses para iniciar a operação do SINIAV. Além disso, Brasília defende que o projeto vai garantir maior segurança, controle do tráfego e fiscalização dos veículos. 


NOTA: Rastreamento explícito de pessoas! Fugir em segurança da Babilôniaagora só de bicicleta!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Biblia E-SWORD



 
E-Sword (espada electrónica) es un paquete de software para el estudio de la Biblia creado por Rick Meyers y desarrollado para Microsoft Windows y Pocket PC . Su desarrollo comenzó en enero de 2000. Desde entonces, ha crecido continuamente en popularidad, llegando a 9.000.000 de descargas en junio de 2009. Su interfaz de usuario está disponible en veintiún idiomas diferentes.

E-Sword es una rápida y efectiva manera para estudiar la Biblia. Este programa fue creado por el aporte inmenso de hombres y mujeres de Dios que aportaron con sus textos para el beneficios de todos.

En la e - Sword, se puede agregar una gran diversidad de biblias, comentarios y diccionarios. 

Descargar E-Sword

Suécia está abolindo as cédulas de dinheiro


 (Fonte da imagem: Reprodução/The Central Bank of Sweden)
Conforme matéria da Associated Press, reproduzida no site Yahoo! News, a Suécia está abolindo aos poucos o uso de cédulas de dinheiro. De acordo com a publicação, o país foi a primeira nação europeia a introduzir notas como moeda corrente em 1661. Agora, os suecos querem ser pioneiros também na adoção de métodos de pagamentos online.
Na maioria das cidades suecas, os transportes públicos não aceitam mais dinheiro. As passagens são pré-pagas ou adquiridas por meio de mensagens de textos enviadas pelo celular. Uma pequena parcela das empresas, que está em crescimento acelerado, só aceita pagamentos efetuados com cartões de débito e crédito.
Além disso, até mesmo algumas agências bancárias pararam de lidar com notas, focando seus serviços apenas em transações eletrônicas. Qual o resultado desse “boicote” às cédulas? O número de assaltos aos bancos da Suécia caiu de 110 em 2008 para 16 durante o ano de 2011. Os roubos aos serviços de transportes de valores também apresentaram uma redução considerável.
Nota: Hoje é Suécia, amanhã outro país e logo todo o mundo. Devagarzinho, quase desapercebido aos olhos dos filhos de Deus, as profecias vão se cumprindo. Ao ocorrer a abolição do dinheiro, o caminho estará aberto para o cumprimento da profecia de Ap. 13:16,17 (NVI) - Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome (JSO).

domingo, 25 de março de 2012

Serie: El Conflicto de los Siglos en PDF


Download - Serie: Conflicto de los Siglos Pdf

Scientific American: " PRECISAMOS DUM GOVERNO MUNDIAL PARA CONTROLAR O AMBIENTE"


Pessoalmente falando, talvez a forma mais eficiente dos aquecimistas convencerem o resto da população mundial da urgência desta questão seja a deles mesmos abdicarem do conforto trazido pela tecnologia do século 21, e começarem a viver de acordo com o que propagam.
Mas enquanto isso não acontece, eis aqui a "solução" da elite científica mundial:
Um Governo Mundial Eficiente Será Necessário Para Evitar Catástrofe Climática
(Scientific American)
Impressionante como uma extraordinária quantidade de "soluções" propostas pela esquerda militante envolve dar mais poder e autoridade ao governo. Por isso é que os governos adoram fomentar projectos como "Occupy Wall Street" e relacionados; as pessoas envolvidas neste tipo de actividades são mais facilmente controláveis pelo governo.
De qualquer forma, depois de mencionar um relatório que declara que grandes alterações terão que ser feitas na "UN Conference On Sustainable Development 2012" eis o que nos é dito:
Infelizmente, é necessário muito mais. De modo a poderem ser eficientes, um novo conjunto de instituições teriam que ser imbuídas com poderes autoritários e executivos com alcance supranacional.
Portanto, como forma de se resolver o não existente "problema" do aquecimento global, a elite científica propõe um "governo mundial" com poder para fazer o que bem entender. Para o bem de todos, obviamente. Afinal de contas, todos nós sabemos que demasiado poder nas mãos duma minoria resulta sempre.

(Marxismo Cultural)


Nota: As igrejas, baixo a bandeira do Ecumenismo, se unem formando aos poucos um governo central e o restante do mundo "sem religião" se unem por um governo mundial em prol de salvar a terra (ECOMENISMO). Logo veremos todo o planeta unido pelas mais belas causas, e quem se opor a isto será considerado "desordeiro"  ou quem sabe "terrorista" .[JSO] 

sábado, 24 de março de 2012

quinta-feira, 22 de março de 2012

O CLAMOR DA MEIA NOITE PR FERNANDO IGLESIAS SERMÃO 06


Uma só carne - No olhar médico



Em julho de 1995, a Revista Adventista publicou um artigo do médico Fadel Basile, intitulado “Uma só carne”. Na matéria, o Dr. Basile afirma: “A Medicina Legal é um ramo da ciência que aparentemente nada tem a ver com o casamento, porém é dela que nos vem uma das maiores contribuições para o esclarecimento do assunto. A biotecnologia veio preencher uma lacuna importante da criminologia, no que se refere à comprovação de paternidade e identificação de suspeitos de estupro, usando a engenharia genética para desenvolver um exame que tem a capacidade em quase 100% dos casos de identificar a presença no sangue da mulher de anticorpos antiespermatozoides, altamente específicos, comparando com o esperma dos suspeitos.

“Vários trabalhos científicos comprovam a existência desses anticorpos no sangue das mulheres vítimas de estupro, assim como nos esclarecimentos das conjunções carnais voluntárias ou não. O fato é que, toda vez que uma mulher mantém relações sexuais com o sexo oposto, seu sistema imunológico produz anticorpos específicos contra espermatozoides de seu parceiro. Caso a mulher tenha contatos sexuais com vários homens, ela terá em seu corpo anticorpos contra todos os espermas introduzidos em seu corpo. Isso significa a imposição de uma marca imunológica na mulher. Esse é apenas um fenômeno biológico natural, sem conotação antifeminista. 

“A medicina só obteve sucesso na área de transplantes de órgãos, quando conseguiu entender e controlar a rejeição dos enxertos. Um órgão transplantado (enxerto) só é aceito pelo hospedeiro quando possui compatibilidade imunológica: caso contrário, será rejeitado e destruído através da produção de anticorpos contra as células do enxerto. Daí vem a prática pelas equipes cirúrgicas do uso de medicamentos que inibem essa reação. O transplante entre irmãos gêmeos tem probabilidade mínima de rejeição, graças às semelhanças genéticas. Os anticorpos do hospedeiro reagem ligando-se aos receptores localizados na superfície das células do enxerto, que pode ser um retalho de pele, um rim ou córnea (que são enxertos mais frequentes). Esses receptores são proteínas cuja produção é ditada geneticamente no cromossoma 6 do núcleo das células que possui um setor do DNA especificamente para reconhecer estruturas próprias do organismo (estrutura self) ou estranha (no self). 

“Outro sistema de reconhecimento encontra-se no cromossoma Y, só encontrado no sexo masculino, pois as mulheres não possuem cromossoma Y. Durante uma relação sexual, o homem ao introduzir seu esperma na mulher, está na verdade introduzindo um enxerto composto de milhões de espermatozoides e outros milhões de outras células próprias do sêmen. Esse conceito do esperma como enxerto é fundamental para entendermos que a mulher desencadeará uma reação imunológica em tudo semelhante aos demais enxertos. Tal reação desenvolve-se em três etapas: (1) Uma fase aguda em que o esperma é totalmente rejeitado e destruído pelos anticorpos femininos. (2) Uma fase crônica, em que as células de rejeição da mulher guardam uma memória imunológica para futuras rejeições, caso a mulher entre novamente em contato com o mesmo esperma. Essa fase é semelhante à reação das vacinas, que confere proteção à criança toda vez que ela entra em contato com o vírus, impedindo-a de desenvolver a doença. É uma fase silenciosa. (3) Esta fase é de ‘tolerância imunológica’, na qual a introdução de pequenas quantidades de elementos estranhos de modo sistemático e contínuo induz à não reação e à aceitação por parte do organismo da mulher das pequenas doses de ejaculação durante toda a sua vida. 

“Pelo fato de o organismo do homem só reconhecer como suas as células presentes desde o início de sua vida embrionária, os espermatozoides, que só aparecem na adolescência, não são reconhecidos como próprios e induzem no homem uma reação imunológica semelhante à da mulher, como descrito acima. Isso significa que marido e mulher possuem circulando em seu sangue anticorpos semelhantes contra o mesmo alvo: os espermatozoides. A mulher, pelo seu lado, após sucessivas relações com o marido, já não rejeita seu esperma devido à tolerância imunológica. 

“Podemos dizer que, imunologicamente, ambos se tornaram uma só carne. Isso conduz a união conjugal a uma profunda relação visceral que extrapola as esferas afetivas e sociológicas, apontadas comumente como a única explicação. [...]

“O casamento é mais profundo, mais poético e mais complexo do que poderíamos imaginar durante toda a nossa vida. Que Deus seja louvado em nossos lares! Amém.”

(Criacionismo.blog)

quarta-feira, 21 de março de 2012

terça-feira, 20 de março de 2012

Música do dia - Eber Veras - Vocal Art Louvor - PAI TE LOUVO


O CLAMOR DA MEIA NOITE PR FERNANDO IGLESIAS SERMÃO 05


CURIOSIDADES SOBRE EL VATICANO



Tal vez pocas personas saben que la fábrica de armas Pietro Beretta Ltda. (la mayor industria de armamentos en el mundo) y que es controlada por el Holding SpA Beretta y el accionista mayoritario de la Beretta Holding SpA después de Gussalli Ugo Beretta, es el IOR (Instituto para las Obras de Religión [comúnmente conocido como Banco del Vaticano]) institución privada,fundada en 1942 por El Papa Pío XII y con sede en la Ciudad del Vaticano.
La historia es la siguiente, detrás de todo esto es la siguiente:
Roma no se hizo en un día, el Vaticano tampoco, y menos su actual opulencia. Tiene sus raíces en el siglo IV de la era cristiana, que es cuando el emperador Constantino se convirtió al cristianismo y puso a disposición del Papa Silvestre I una colosal fortuna, de hecho lo transformo en el 1er Papa rico de la historia.
La iglesia católica es la única organización religiosa del mundo que tiene como cuartel general un estado independiente: La ciudad del Vaticano. Con sus 2 Km2 de superficie el Vaticano es mucho mas pequeño que muchos campos de golf del mundo; Y para recorrerlo sin prisa no se necesita mucho mas de una hora; Contar sus riquezas, sin embargo, llevaría bastante mas tiempo.
La moderna opulencia del Vaticano se basa en la generosidad de Benito Mussolini, quien gracias a la firma del tratado de Letran entre su gobierno y el del Vaticano, otorgo a la iglesia católica una serie de garantías y medidas de protección. La “Santa Sede” consiguió que la reconocieran como un estado soberano, se beneficio de la exención impositiva de sus bienes como en beneficio de sus ciudadanos, tampoco tenían que pagar derechos arancelarios por lo que importaran del extranjero. Se le concedió la inmunidad diplomática y sus diplomáticos empezaron a gozar de pos-privilegios de la profesión, al igual que los diplomáticos extranjeros acreditados ante la Santa Sede. Mussolini se comprometió a introducir la enseñanza de la religión católica en todas las escuelas del país y dejo la institución del matrimonio bajo el patronazgo de las leyes canónicas, que no admitían el divorcio. Los beneficios que recibió el vaticano fueron enormes entre ellos los beneficios fiscales, fueron preponderantes.
En 1933, el Vaticano volvió a demostrar su habilidad al entablar lucrativos negocios con los gobiernos fascistas. Al concordato de 1929, firmado con Mussolini, le siguió otro entre la Santa Sede y el 3er Reich de Hitler. El gestor Francesco Pacelli fue una de las figuras clave del pacto con Mussolini; Su hermano el cardenal Eugenio Pacelli, futuro Papa Pio XII fue el encargado de negociar como Secretario de Estado Vaticano, la firma del tratado con la Alemania de Hitler. Pío XII conocía bien Alemania. Fue nuncio en Berlín durante la Primera Guerra Mundial y, luego, como Secretario de Estado de Pío XI, tuvo numerosas intervenciones ante el rumbo que estaba tomando la política alemana. En calidad de tal, intervino decisivamente en la encíclica de Pío XI, conocida como «Mit brennender Sorge»(que puede traducirse «Con ardiente preocupación»). La iniciativa de la encíclica partió, contrariamente a lo que se cree, de los obispos alemanes, el primer borrador fue redactado en Roma por el Cardenal Faulhaber. El entonces Cardenal Pacelli, que dominaba el alemán, le dio forma definitiva, presentada a Pío XI, fue firmada y publicada.A pesar de la constante y gran presión mundial, el Papa Pio XII siempre se negó a excomulgar a Hitler y a Mussolini, su pontificado se caracterizo por adoptar una falsa pose de neutralidad. Cuando los Nazis invadieron Polonia, Pio XII se negó a condenar la invasión; Una de las mayores ventajas que obtendría el Vaticano del muy lucrativo acuerdo que mantenía con Hitler era la confirmación del Kirchensteuer, o sea un impuesto eclesiástico; Se trata de un impuesto estatal que aun hoy día deben pagar los creyentes alemanes, y que solo pueden eludir si renuncian a su religión. En la práctica, son muy pocos los que renuncian a ella. Este impuesto representa por si solo entre el 8 y el 10 % del total impositivo que recauda el gobierno Alemán.

(ultimaadvertencia.blog)

terça-feira, 13 de março de 2012

domingo, 11 de março de 2012

"Contagio" o el cómo las películas de desastres "educan" a las masas


Las películas de Hollywood se presentan generalmente como una forma de entretenimiento, pero sus tramas a menudo ocultan una agenda específica. Las "Películas de desastres", películas sobre el fin del mundo a través de varias crisis masivas, son particularmente interesantes ya que todos siguen la misma fórmula básica y glorifican las mismas entidades. En este artículo, analizaremos la película de desastre 'Contagio' y cómo "enseña" a sus espectadores en quién confiar y en quién no confiar durante una crisis.

La mayoría de la gente ve películas para entretenerse. Bueno, puedo decir que no hubo absolutamente nada divertido acerca de Contagio. De hecho, la única diferencia entre esta película y películas educativas patrocinadas por el Estado que se muestran en las escuelas es que con Contagio realmente tienes que pagar para ser adoctrinado... y para ver a Matt Damon. Durante la guerra fría, a los estudiantes se les mostraron vídeos instruyéndolos a "Esconderse y Cubrirse" en caso de un ataque nuclear. Contagio condiciona a las masas a esperar la ley marcial y sacrificarse en la primera vacuna disponible en caso de una crisis.

Con Mega-Estrellas de Hollywood como Matt Damon, Laurence Fishburne, Jude Law y Gwyneth Paltrow, Contagio es una película taquillera de Hollywood, pero también es un infomercial que promueve determinados organismos nacionales e internacionales mientras estimulan comportamientos específicos del público. La trama de la película parece seguir el gran susto del H1N1 de 2009 que dejó muchos ciudadanos en un incierto sobre el riesgo real del virus. De hecho, después de meses de terribles noticias coronados por una campaña de vacunación masiva, una porción importante de la población concluyó que el susto H1N1 fue groseramente exagerado y pensaban que la vacuna era innecesaria.

Esta encuesta tomada en noviembre de 2009 muestra que los canadienses 53% creen que los riesgos asociados con el virus H1N1 fue exagerada.

A raíz de esta "crisis", la Organización Mundial de Salud (conocida como la OMS) de la ONU fue duramente criticado y acusado incluso de complicidad con Big Pharma (Grandes Farmacéuticas) para vender vacunas. Los centros de los Estados Unidos para el Control de Desastres y Prevención (CDC) también tuvo su credibilidad empañada mientras las investigaciones revelaron que la agencia a engañado al público sobre el número de casos reales de H1N1 (véase por ejemplo, este informe de CBS News). Como resultado, estos dos organismos necesitaban un buen truco de publicitario para restaurar su credibilidad y asustar al publico con el infierno. Aquí es donde entra en juego Contagio

Dirigida por Steven Soderbergh, Contagio se produjo con la cooperación activa de los CDC, la OMS y otras organizaciones gubernamentales y su función es clara: presentar un escenario de desastre hiperrealista para justificar las campañas de vacunación promovidas por estos organismos mientras desacreditar a quienes lo critican.

Nada en la película sugiere que es una obra de ficción. Muy por el contrario, todo en Contagio se realiza para ser lo más realista posibles, usando las ubicaciones reales como organismos gubernamentales, para hacer la historia como plausible – y muy aterrador para las masas – como sea posible. Como dice el lema de la película: "Nada se propaga como el miedo", haciendo que siembre el miedo. El mensaje de esta película es: "nada fue exagerado, y la próxima vez habrá un brote de virus, escúchanos... o te mueres".
La función de las películas de desastres

Las películas de desastres están a menudo llenas de acción y emociones que aventuran en el a veces fascinante lado de las cosas "Qué pasa si ocurre". Mientras que algunos están muy por encima de todo y al borde de la fantasía, otros, como Contagio, destaca el realismo y los hechos actuales. Estas películas tienden a dar"el golpe en casa" en los espectadores porque ellos son conducidos a pensar de que "Esto podría ocurrirme". Las películas de desastres explotan el temor latente de eventos recientes causados en la psique de las masas, aprovechando la angustia y el trauma que causan a fin de crear tensión y terror en los espectadores. Entonces, el aspecto de la "agenda" de estas películas entran en juego, ya que proponen a los espectadores la mejor (y única) manera de resolver estos problemas. Organismos y grupos específicos son dados a conocer como honorables, útiles y confiables durante los tiempos de crisis, mientras que otros son retratados como obstáculos e incluso traidores. El drama que sigue se convierte en un caso de programación predictiva, mientras las medidas adoptadas en la película para resolver el problema a partir de entonces parecen normales para las masas, si es que alguna vez se producen en la vida real.

En su libro Propagandes Silencieuses (Propaganda silenciosa), el escritor y periodista Ignacio Ramonet describe el mensaje subyacente siempre presente en películas de desastres:
"En todos los casos, el desastre provoca una especie de 'estado de emergencia' que se entrega todos los poderes y medios de transporte a las autoridades estatales: la policía, el ejército o "al equipo". Interpretado como el último recurso, estas instituciones son los únicos capaces de enfrentar los peligros, el desorden y la decadencia que amenazan a la sociedad gracias a su estructura y conocimientos técnicos. (…) Como si fuera imposible presentar al público en general un desastre que no se resuelto por las autoridades del Estado y poderes gubernamentales".

-Ignacio Ramonet, "Propagandes Silencieuses"

Junto con la importancia de las autoridades, las masas inevitablemente se presentan como una manada de idiotas propensas al pánico que deben ser mantenidos en la oscuridad.
"Otra constante en películas de desastres es la infantilización de los civiles. La gran amplitud de la catástrofe y el peligro que enfrentan las masas es a menudo ocultado a ellos. Ellos son mantenidos fuera de cualquier toma de decisiones en el proceso, con excepción de los gerentes y técnicos (ingenieros, arquitectos, empresarios) que a veces están llamados a intervenir en las crisis, pero siempre a través de las autoridades estatales.

El público en general suele ser distraído con entretenimiento inútil y animados a obedecer sin cuestionar a una élite "paternal y benevolente" que está haciendo todo lo posible (hasta el punto de sacrificio) para protegerlos.

Estos aspectos, junto con otros, demuestran que películas de desastres, más allá de su valor de entretenimiento, presentan también una "respuesta política" a la crisis. Detrás de un modo ingenuo de fantástica historieta, un mensaje silencioso que comunica al público: el deseo profundo del gobernante de ver entidades como el ejército, la policía o 'hombres prominentes' toman cargo de la restauración y la reconstrucción de una sociedad en crisis, incluso si eso significa sacrificar parcialmente la democracia ".

-Ibídem.

Contagio sigue el anteproyecto de Ramonet de películas de desastres como anillo al dedo. Desde el principio, organizaciones específicas son identificadas como los mejores chicos y automáticamente reciben el poder de actuar de forma masiva, FEMA, la OMS, la Cruz Roja y el CDC.

Así que ¿Qué solución propone Contagio en caso de un brote de una mortal enfermedad? Ley marcial y vacunación masiva. ¿Qué pasará si alguna vez un real brote ocurriera? Ley marcial y vacunación masiva. ¿Podrían las masas cuestionar estos tipos de respuesta drástica a una crisis que podría o no podría ser necesario? No, porque cientos de horas de contenido de medios de comunicación han preparado a las masas para este tipo de situación. Echemos un vistazo a los principales componentes y mensajes encontrados en el Contagio.
El "Miedo" se extiende más rápido que los gérmenes

La película comienza mostrando cómo algunas personas enfermas, que en su rutina diaria, fácilmente pueden contaminar a miles de personas. El punto de la introducción es simple: un virus mortal puede extenderse alrededor del mundo en cuestión de días. Este realista incluso aterrador escenario es una forma muy eficaz para atrapar a la audiencia y provocar un estado de miedo. Durante estas escenas, la cámara se enfoca durante unos segundos adicionales en objetos comunes que pueden transmitir gérmenes como vasos para beber, solo el tiempo suficiente para que el espectador se de cuenta: "Hey, a veces yo toco estas cosas! Podría ser yo! Aaaah!"
Este muchacho enfermo podría infectar el bus entero. Para agregar el factor de drama y susto, se nombran grandes ciudades y su población.

Cuidado con los vasos de agua que te dan...
Incluso una brazo de la madre no es seguro.
La mayoría de quienes están infectados con el virus no viven mucho tiempo. En una serie de escenas desgarradoras, uno de los personajes principales, Mitch Emhoff (interpretado por Matt Damon), ve a su esposa y su hijo perdiendo la vida por el virus. Los espectadores viendo esta tragedia son dirigidas a pensar "Hey, esa es lo más terrible cosa que podría ocurrirme! AAaaah!"

Viendo como Beth Emhoff (interpretado por Gwyneth Paltrow) muere por el virus es bastante inquietante y sin duda ayuda a crear un clima de temor.
Esta película fue lanzada sólo dos años después del estallido de H1N1 y el despliegue publicitario de los medios de comunicación alrededor de eso, así que el miedo esta aún latente en muchas personas. Estas escenas de Contagio reactiva el "virus del miedo" que fue plantado en las personas... y añadidos en algunos. Tras unos minutos de inducidas escenas de pánico, más espectadores dirán "Oh Dios mío, alguien haga algo acerca de este virus! Este chico perdió a su esposa y su hijo, es horrible! AAArgh! ". Entonces los "Héroes" dan un paso adelante y se hacen cargo de las cosas... y da la casualidad de que estaban involucrados en el rodaje de la película.
Las organizaciones que se hacen cargo

En Contagio, tan pronto como el virus se convierte en una amenaza, todo el Gobierno estadounidense escapa a un "lugar no revelado" y "busca una manera de trabajar en línea". Mientras tanto, especificas organizaciones no gubernamentales (ONG) de la vida real son identificados en la película como los "héroes" y ellos van a la gente para manejar la crisis. Estas organizaciones son promovidas a los espectadores y estos dan confiabilidad y legitimidad automática. Sin embargo, quienes están educados acerca del programa de la élite mundial para un Nuevo Orden Mundial saben que estas organizaciones han estado, téngalo por seguro, impulsando esa agenda y todo lo que vaya con él. En resumen, la película dice: "Si ocurre una crisis como esta, el Gobierno va a desaparecer, la democracia será suspendida y asumirán las ONG".

Los organismos identificados en la película son:
El CDC (Center for Disease Control), que siempre ha estado impulsando y promoviendo campañas de vacunación.
La OMS (OMS) - que fue acusada, como consecuencia de la H1N1, de difundir "miedo y confusión en lugar de información inmediata". Sin embargo, en la película de la OMS es un factor importante en la resolución del problema.

FEMA (Federal Emergency Management Agency) y la Cruz Roja administran a los civiles. Contagio, muestra a los espectadores cómo situaciones de emergencia como estas podrían conducir rápidamente a la ley marcial, que conduciría automáticamente a la creación de campamentos civiles manejados por FEMA, que necesitaban algunas buenas promociones después del huracán Katrina.
Por supuesto, el ejército de Estados Unidos esta en todos los lugares ya que la ley marcial se define como la "imposición del régimen militar por las autoridades militares sobre las regiones designadas en carácter de emergencia".
Por lo tanto, a raíz de una "crisis biológica", el Gobierno estadounidense elegido democráticamente básicamente se disuelve y las organizaciones específicas (CDC, quien, FEMA, el ejército de Estados Unidos) se hacerse cargo de todos los aspectos de la sociedad. Y esta "toma el cargo" procediendo de un modo muy específico: ley marcial y campamentos civiles.
Ley marcial

En el Contagio, el virus mortal se llama MEV-1 y el resultado del estallido social es interpretado en forma específica. En primer lugar, la población en general, siempre representado como idiotas, como ganado y propensa a la violencia, una espiral fuera de control. Las masas siempre muestran pánico, gritando, robando, combatiendo y saqueando. Esto conduce a un desglose general de orden social y un Estado de anarquía.
Un montón de gente grosera saqueando a una farmacia para obtener medicamentos.
Siempre que la gente común se juntan, sobreviene todo tipo de basura. Esto va junto con el concepto de "infantilización" de las masas, que necesitan ser controlado por la autoridad "paternal".

El ejército impone la ley marcial y coloca el estado de Minnesota en cuarentena, bloqueando todo el tráfico fuera del estado. Aquellos que buscan abandonar el estado se les dice que den la vuelta y vuelvan a casa.
Los ciudadanos, a continuación, se dirigen a los campamentos FEMA.

Este estadio se ha convertido en un campamento FEMA.
Civiles (incluso saludables) tienen sus derechos revocados y se dirigen a los campamentos FEMA donde son alimentados y presentados. En esta escena, la falta de "comidas individuales" para alimentar a toda población del campo provoca un pequeño motín.
El teórico de la conspiración

Si específicos grupos y organizaciones son identificados por la película como "competente" y "confiable", otros grupos obtendrán un tratamiento muy diferente, concretamente los medios alternativos. Personificada por un blogger llamado Alan Krumwiede (interpretado por Jude Law), los medios de comunicación alternativos se presentan como fuentes poco confiables empeñados en el sensacionalismo y los beneficios. En otras palabras, la película implica que la información que no provienen de fuentes "oficiales" es inválido y potencialmente peligroso. No es exactamente un mensaje pro-libertad de expresión.
"Suero de la verdad", un blog dirigido por Alan Krumwiede, se asemeja a muchas web de "noticias alternativas" alrededor de la web. Este tipo de información, que no provienen de medios o fuentes gubernamentales, definitivamente no es retratado en una luz positiva.
Desde el principio, Alan Krumwiede es retratado como un blogger poco fiable con una cuestionable ética de trabajo y que no sabe mucho respeto de lo periodístico ni de la comunidad científica. Cuando él intenta conseguir que uno de sus artículos sean publicados en un periódico llamado The Chronicle, consigue el rechazó debido a la falta de evidencia detrás de su historia. Cuando él se pone en contacto con un científico acerca de los virus, el científico responde: "bloggear no es escribir, es un graffiti con puntuación".

A pesar de esta falta de respeto de los organismos "competentes", Alan Krumwiede tiene una amplia audiencia y ostenta con orgullo "millones de visitantes únicos al día" en su página Web. En ella, afirma que existe una cura para el virus MEV-1 y es llamada Forsythia pero es reprimida por el poder que esta para vender vacunas. También insta a sus lectores que no tome la vacuna que es otorgada por las autoridades.

Al parecer el Gobierno no tolera este tipo de disidencia. Krumwiede consigue ser persuadido y detenido por un agente encubierto. Cuando él descubre la maniobra en su contra el agente le dice a Krumwiede: "Alan, no tengo elección, han visto tu blog". Los agentes del Gobierno, a continuación, aparecen de la nada y detienen a Krumwiede por "seguridad contra el fraude, conspiración y probablemente homicidio involuntario".

Krumwiede es arrestado debido al contenido de su blog. Contagio envía un poderoso mensaje contra fuentes de información "alternativa": Estar en contra de las "fuentes oficiales" es peligroso y va contra la ley.
Más tarde se supo que Forsythia era una mentira y Krumwiede hace 4,5 millones de dólares por promocionar eso a sus lectores. El jefe de seguridad de la patria quiere meterle en la cárcel por un "largo, largo tiempo". Sin embargo, debido a su popularidad, Krumwiede sale bajo fianza porque, mientras el jefe de seguridad nacional del estado dice: "Evidentemente, hay 12 millones de personas tan locos como usted".

El personaje de Alan Krumwiede y la forma en la que es retratado es interesante por varias razones. En primer lugar, él refleja la creciente influencia de blogs y sitios Web alternativo en la opinión pública: un fenómeno reciente que no sentó bien a la élite que pretende tener el monopolio de la información. Al representar a este personaje como deshonesto, corrupto e incluso peligroso para el público, la película justifica el rechazo de esos escritores e incluso su detención.

En segundo lugar, cuando la vacuna H1N1 fue lanzada en 2009 y se organizaron campañas de vacunación masiva, muchos ciudadanos y figuras autorizadas incluyendo especialistas, médicos y funcionarios de salud pública hablan contra ella. Afirmaron que la vacuna era innecesaria, insuficientemente probadas y que tenía efectos secundarios negativos. Al asociar la figura corrupta de Alan Krumwiede con el "movimiento anti vacunas", la película desprestigia a todos aquellos que cuestionan la necesidad de campañas de vacunación masiva. Si otros virus golpeara, los espectadores de Contagio podrían ser más propensos a hacer caso omiso de estos movimientos. En otras palabras, la película dice: "los teóricos de la conspiración son corruptos mentirosos que son peligrosas para la seguridad pública y deben ser detenidos. No debes escucharlos. Hacen dinero con falsas curas. SIN EMBARGO, aquellos que hacen aún más dinero con falsas vacunas son buenos. Escuche a las autoridades y obtenga la vacuna... o te vas morir".
La solución definitiva

Después de meses de horror y cientos de millones de muertes, una solución final emerge y salva a la humanidad: La vacunación en masa.
¿La única solución al problema del virus? Una campaña de vacunación masiva?
Quienes reciben la vacuna obtienen el "privilegio" de llevar una pulsera legible. Esto les permite ir a lugares públicos como centros comerciales.

Consigues vacunarte, obtienes un código de barras y puede ir a distintos lugares. Usted no consigue vacunarse, te quedas en casa... y mueres.
En conclusión

Contagio puede ser presentada como una obra de ficción, pero se comunica varios mensajes importantes que las autoridades quieren que el público las acepte. Para ello, la película define un problema específico que realmente ha ocurrido en el pasado, se identifican los organismos que tienen derecho a hacerse cargo de la situación y propone la única solución que se requiere para solucionar el problema. Esa solución no es bonita: la disolución del Gobierno, la imposición de la ley marcial, la creación de campamentos civiles, forzada campañas de vacunación y la represión de la libertad de expresión. La democracia y los derechos civiles se suspenden sumariamente y asistimos a la creación de una sociedad altamente controlada y supervisada (utilizando códigos de barras).

¿Son películas de desastres como contagio creado exclusivamente para el entretenimiento o son también usadas para enseñar al público sobre lo que es aceptable y qué no cuando se produce un desastre? ¿La Organización Mundial de la salud participar en una película simplemente para entretener a las personas? Interesante hecho: la película fue lanzada en DVD al mismo tiempo que a la OMS se le acusa de exagerar la tasa de mortalidad de la nueva gripe de aves H5N1. La OMS ha permitido recientemente la publicación de la polémica investigación que describe la creación de un mutante y la versión altamente contagiosa del virus. ¿Podría una versión hecha del virus ser lanzada deliberadamente a al público para justificar la ley marcial? Espera, quizás no debiera decir cosas así. No quiero ser arrestado por "seguridad contra el fraude, conspiración y probablemente homicidio involuntario".
Nota: Como dije la vez pasada, la película es todo un avance épico inductivo para prepararnos para lo que viene. ¿Y qué es lo que viene?
Pues ya lo estamos contemplando con la retroalimentación del bucle infinito de la crisis mundial, que recorta el consumo mundial con la ralentización y paralización de la producción mundial de energía, alimentos, medicinas, destrucción de los puestos de trabajos, que a su vez traerá como resultado la caída del índice de calidad de vida con la consiguiente alza de mortalidad en la población (Portugal es un ejemplo, junto con las medidas ejemplares que ha tomado España).
Todo con el único propósito valido de preparar las condiciones para que una autoridad paternalista centralizada tome el control y “restaure” el orden a través de leyes marciales con el establecimiento de un gobierno supranacional en la sombra.
La película es toda una programación inductiva para adoctrinar a las masas a favor del NWO previamente con el proceso de extirpación del cerebro vía Hollywood.
¡Y atención! En la película hay una escena de dialogo donde plantean echar la vacuna en el agua de consumo utilizando el mismo procedimiento que se utiliza en la fluoración en los acueductos, o plantas de tratamientos de aguas en los EEUU. Simplemente de terror, porque sino te tomas el agua que viene de los centros de reciclaje y tratamiento, entonces te la tomas embotellada…

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