segunda-feira, 30 de julho de 2012

Feministas querem tratamento preferencial e não igualdade

Departamento policial do Texas foi acusado de discriminação contra as mulheres ao exigir que elas façam os mesmos testes físicos que os homens fazem. Segundo se sabe, 63% dos homens passa nos testes enquanto que só 19% das mulheres passa.
O processo legal federal alega que os resultados díspares,
constituem um padrão ou práctica que resiste a total empregabilidade das mulheres, ao privá-las dos seus direitos de igualdade de oportunidade laboral independentemente do sexo.
O governo federal quer que as mulheres que não passaram nos testes físicos sejam compensadas.
Quer também que o município contrate algumas das mulheres que foram rejeitadas no passado e lhes ofereça antiguidade e compensação retroactiva.
Não há qualquer evidência de que alguns dos 27% dos homens que não passaram nos testes físicos venham a ser contratados à mesma, e recebem compensações e promoções retroactivas.
Aparentemente, só as mulheres é que merecem isto.

O que isto demonstra é que o verdadeiro impulso do feminismo não é a igualdade mas sim a misandria; para o feminismo, discriminar os homens é perfeitamente aceitável, se isso beneficiar as mulheres. Se há mais homens polícias do que mulheres polícia, então o sexo importa, e isso é intolerável para os esquerdistas.

É por isso que o impulso para se aumentar o número de mulheres nas forças de combate é problemático. Parece quase inevitável que os padrões sejam reduzidos de modo a que haja entradas e promoções iguais para as mulheres.
Mas o que é que acontece quando pessoas fisicamente incapazes têm acesso a empregos e actividades que dependem - e muito - da força física?
É mesmo necessário que os polícias sejam fisicamente aptos, fortes e agressivos? Às vezes, sim.

Um exemplo disto ocorreu em França no mês passado. Duas mulheres polícia intervieram numa discussão. Um dos homens derrubou uma das agentes, tirou-lhe a arama e matou-a. Depois disso, ele perseguiu a outra mulher-polícia, apanhou-a e matou-a.

Será que o criminoso estaria menos disposto a atacar dois homens polícia, fisicamente aptos e agressivos? Creio que a resposta é auto-evidente.
* * * * * * *
O que as feministas pensam que ser polícia é:

O que realmente é:


Ser polícia ou bombeiro, ou soldado ou mesmo marinheiro é, pela própria natureza das actividades, algo que deveria ser feito exclusivamente pelos homens. Mesmo entre os homens, só uma elite dos mesmos é fisicamente apta para tal.

Se, portanto, só uma elite masculina consegue chegar a esse patamar físico, porque é que se deveria colocar o resto da sociedade em perigo, baixando as exigências físicas para que pessoas fisicamente incapazes (tanto homens como mulheres) tomem parte destas actividades profissionais fisicamente exigentes? Deve a ideologia estar acima da biologia, ou deve a biologia tomar preeminência?

O que é mais importante: a segurança pública ou a sempre flutuante e perpétuamente insatisfeita vontade de feministas sedentas do estatuto e prestígio da elite masculina?
Outra coisa que convém notar é o silêncio feminista perante esta óbvia discriminação contra os homens. Se - como nos é dito - as feministas apenas e só querem a mitológica igualdade, porque é que, ao mesmo tempo, querem níveis de exigência inferiores àqueles que são aplicados aos homens? Para quando uma revolta feminista contra esta desigualdade na forma como os homens e as mulheres são tratados?
Pior que isso, é o facto destas mesmas feministas, que fazem testes físicos mais fáceis e que são universalmenteprotegidas de situações de maior dano físico, exigirem receber as mesmas compensações financeiras e as mesmas promoções que os homens. Ou seja, trabalham menos, correm menos riscos, são menos capazes, faltam mais ("alturas do mês"), mas exigem receber o mesmo que a elite masculina. Isto é o que os esquerdistas qualificam de "igualdade"?
(omarxismocultural.blog)
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